sábado, 15 de dezembro de 2012

The Walking Dead, os Quadrinhos!


Olá!

Me pediram para falar de "The Walking Dead" história em quadrinhos conhecida aqui no Brasil pelo nome de "Os Mortos-vivos" saindo em edições especiais encadernadas pela Editora HQM, de São Paulo.


O Começo de tudo

Vocês devem ter lido a minha primeira matéria sobre o Fest Comix 2012, pois bem, foi a partir dali que conheci os quadrinhos de Os Morto-vivos, ou melhor, The Walking Dead.

Durante o evento foram dados de graça exemplares da nova edição da revista, agora com periodicidade mensal e seguindo a numeração original dos EUA.
Vale lembrar que a edição americana impressa de The Walking Dead ( TWD, abreviado )já passou do número 100 lá e é um sucesso em vendas, mesmo com os norte-americanos tendo a farta quadrinhos digitais e webcomics em sites.

Veja o Top20 das revistas mensais mais vendidas de outubro nos EUA:
  1. 303,722           Uncanny Avengers #1
  2. 171,142           Avengers vs. X-Men #12
  3. 148,205           Batman #13
  4. 117,752           Justice League #13
  5. 105,420           A Plus X #1
  6.  91,814           Green Lantern #13
  7.  76,392           Detective Comics #13
  8.  75,298           AVX vs. #6
  9.  74,378           Walking Dead #103
  10.  73,272           AVX Consequences #1
  11.  69,606           Marvel Now Point One #1
  12.  67,241           Action Comics #13
  13.  65,981           Uncanny X-Men #20
  14.  65,271           Batman The Dark Knight #13
  15.  63,097           Batman and Robin #13
  16.  62,799           AVX Consequences #2
  17.  62,495           Avengers #31
  18.  61,529           Earth 2 #5
  19.  60,888           Batman Incorporated #4
  20. 59,896           AVX Consequences #3
Mais de 70.000 exemplares impressos vendidos, a marca do sucesso de TWD em seu país de origem.
Fonte: Action & Comics.

Sobre as Edições Brasileiras

TWD ou melhor, Os Mortos-vivos vem sendo publicado em edições especiais com 148  páginas, contendo arcos completos de história. A última edição brasileira é a número 10, com o título de "Aquilo que nos tornamos" e compreende as edições 55 até  60.
A nova edição brasileira ( mostrada no começo dessa matéria ) começa do número 1 e pretende seguir a numeração normal até alcançar a numeração estrangeira.
Nada pessoal, mas eu acho mais produtivo para quem for colecionar comprar mesmo a edição encadernada, porque a nova edição, agora chamada de The Walking Dead possui poucas páginas e a periodicidade mensal pode tornar o ato de colecionar a mesma algo cansativo.
A revista é toda preto-e-branco, com bons desenhos e principalmente história. Além disso, contém comentários do autor, Robert Kirkman um extra interessante pelo menos pra mim.

A História

Rick Grimmes é um policial de uma cidade pequena no interior dos EUA. Durante uma missão, ele é baleado por um criminoso e acaba no hospital. Quando acorda e se vê sozinho no quarto Rick procura por ajuda e constata que todo hospital está deserto. Ou pelo menos assim ele pensava.
Abrindo inadvertidamente uma porta trancada do hospital ele se vê diante de uma multidão de mortos-vivos. Assustado, Rick foge deles, deixa o hospital e tenta voltar para casa. Apenas para ver tudo destruído pelo caminho e a presença de mortos-vivos em praticamente toda parte.

O Drama , A Ousadia e a Esperança

TWD é, nas palavras do autor, Robert Kirkman, "Um filme de zumbis que nunca termina(...)". Com esse contexto espera-se uma história cheia de drama e sobrevivência por parte de Rick e demais personagens.  E é isso mesmo que a história dá.
TWD não fala apenas de zumbis, sobrevivência, mundo devastado, mas sim fala principalmente de drama.
Começando com Rick Grimmes e se estendendo aos familiares de Rick e as pessoas que ele encontra pelo seu caminho. Muitas vezes durante a série é possível ver humanos que perderam o senso de até onde devem ir pela sobrivência, e por isso mesmo se tornaram monstros, mais animalescos que os próprios zumbis em sua busca eterna por carne humana.
Ao mesmo tempo que trata de drama, TWD tem sua dose de ousadia com personagens homossexuais dentro do contexto. Embora o grupo de personagens varie de um arco de história para outro, a presença de personagens gays torna a obra mais realista num contexto mais geral.
Tudo se passa nos EUA, certo?  Um EUA devastado por zumbis, mas ainda com a presença de homossexuais. E mesmo assim, com tanta coisa acontecendo errado, TWD não é uma história depressiva, em muitos momentos ela invoca aquilo que faz os EUA serem o que são, lutadores mesmo contra as maiores adversidades.
Mesmo que essa adversidade seja um apocalipse zumbi.
Eu poderia dizer que TWD tem muito do espírito dos super-heróis nele, mesmo sendo uma história que fala essencialmente de pessoas comuns, sem poderes ou armas altamente tecnológicas.
Os personagens lutam, amam, sofrem, tentam manter sua humanidade intacta.
E isso faz deles personagens muito especiais.

Finalizando...

Eu confesso que em muitas passagens, TWD me arrancou lágrimas e me empolgou muito. Li a edição nova que saiu e me empolguei a acompanhar a série. Baixei scans ( links mais abaixo ) e penso seriamente em comprar os encadernados. A série é ótima, seja em roteiro ou desenhos.
As coisas deram tão certo para TWD que uma série televisiva foi lançada e atualmente se encontra na terceira temporada, sendo também um sucesso.
Robert Kirkman colhe os frutos de seu trabalho, assim como Tony Moore ( desenhista original da série ) e Charlie Adlard ( atual desenhista ).


Links!

As HQs de The Walking Dead podem ser baixadas pelos seguinte sites:
Coringa Files:  http://www.coringa-files.com/
Ndrangueta & DeckArt:  http://ndrangheta-br.blogspot.com.br/
Vertigem Scans:  http://vertigemhq.blogspot.com.br/

No entanto, reforço, comprem as edições impressas. Essa história merece todo reconhecimento que tem.
Eu mesma(o) nunca fui de ler histórias de zumbis, me interessei demais pela série em si. E se aconteceu comigo, pode acontecer com você também.
As edições brasileiras de The Walking Dead podem ser encomendadas diretamente pela Comix Book Shop ou qualquer loja de quadrinhos online.

- Comix Book Shop: http://www.comix.com.br
- Banca 2000: http://www.banca2000.com.br
- Loja HQM: http://www.lojahqm.com.br/2008/index.php



(...)
No segundo que colocamos uma bala na cabreça destes monstros...No momento que martelamos a cara deles...Ou decepamos a cabeça deles.
Nos tornamos o que nós somos.
E é só isso. É onde isso chegou. Vocês todos não sabem o quê somos.
Estamos cercados pela morte.
Estamos entre eles...E quando nós finalmente desistirmos, nós nos tornaremos um deles.
Você acha que nos esconder atrás dos muros vai nos proteger desses mortos-vivos.
Você entende isso?
Nós somos os mortos-vivos! ("We are the walking dead!", no original ).
(...)
- Rick Grimmes, TWD #24, páginas 19-21.

É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Fest Comix 2012: Eu fui!




Olá!

Bem, eu tinha prometido para a Angie uma matéria falando da Fest Comix 2012, então cá está ela!


O que é a Comix?

A Comix Book Shop é uma loja de quadrinhos, figuras de ação, DVDs e outros objetos instalada em São Paulo desde 1986. Ela possui em seu site uma loja virtual que vende todos os artigos encontrados na loja física e desde 2001 realiza em São Paulo o Fest Comix, onde se vende todos os itens da loja por preços reduzidos.

E o Fest Comix?

Eu me lembro que o Fest Comix bem antigamente era realizado no prédio onde fica a Fundação Casper Libero, conforme os anos foram passando e o público aumentando, o evento tem sido realizado no Centro de Convenções São Luis desde então.
Paga uma quantia para entrar no evento, mas nada demais, esse ano o custo foi de 10 Reais, uma vez lá dentro você poderia ir comprar os mangás e quadrinhos que desejasse com desconto ou participar das atividades e palestras que ocorrem lá dentro.
Entre as atividades, videogames ligados direto, cosplays e palestras com artistas envolvidos com lançamentos que aconteciam no evento.
Ah, e mesmo os lançamentos vinham con descontos em relação ao preço de capa.
Esse ano a quantidade de pessoas extrapolou as expectativas. A fila para comprar um ingresso e entrar no evento dobrava o quarteirão, eu mesma(o) não pude entrar num primeiro momento. Saí para dar umas voltas com amigos e voltamos mais tarde.
Pensem num lugar cheio de mangás. Não só mangás de praticamente TODAS as editoras, mas também quadrinhos de super-heróis, Marvel DC, Image, Quadrinhos alternativos brasileiros, Mônica Jovem, Luluzinha Teen, quadrinhos desse ano, de 3, 4, 8 anos atrás ( quando os mangás começaram a pegar forte no Brasil ).
Tinha tudo isso lá.
Alguns títulos poderiam ser adquiridos por R$ 1,00. Sim, você não está lendo errado, tinha revista lá saindo a UM REAL. E o que não estava a esse preço tudo tinha desconto em cima do preço de capa.
Não me admira que tinha fila para entrar lá. Guardadas as proporções acho que não seria errado pensar que o Fest Comix é a coisa mais próxima do Comic Market do Japão, aquela lendária convenção anual de quadrinhos onde os artistas japoneses vão vender seus mangás feitos em casa ( chamados doujins ).

Presenças  Internacionais

Todos os anos a Fest Comix recebe autores nacionais e estrangeiros durante o evento. Esse ano, a presença de autores de Mahwas ( os quadrinhos coreanos ) foi um dos pontos altos do evento.
Park Sang-sun é a autora de Tarot Café e Ark Angels, ambos publicados no Brasil pela Editora New Pop.
Kim Byung Jin é o desenhista de Chonchu - o Guerreiro Maldito, publicado aqui no Brasil pela Editora Conrad.
Essas coisas fazem eu pensar que talvez o dia que teremos algum mangaká famoso por aqui não esteja distante.

Uma opinião pessoal

Eu coloco mais fé na Fest Comix do que em Eventos de Anime convencionais, como o Anime Friends. A premissa da feira é sincera: vender quadrinhos mais baratos e ter outras atrações. Só por isso ela funciona muito bem. O preço da entrada não é salgado como nos eventos e com um pouco de dinheiro você pode sair de lá até com coleções completas de mangás, que são vendidos em pacotes fechados e claro, já com desconto.
O espaço para alimentação é pífio, mas oras, o evento acontece no centro de São Paulo, uma caminhada de 2 minutos e você acha uma lanchonete ou restaurante.
Ou mesmo tem uma opção de se levar um lanche e comer lá.
Um outro aspecto negativo da Fest Comix é a ausência de um espaço para o pessoal que faz fanzines. Simplesmente não tem, o que ocorre é quando vai lá um grupo ( caso do Quarto Mundo / Petisco Webcomics, Editora Crás, entre outros ) e consegue um estande no evento para mostrar seu trabalho. Talvez isso seja algo a ser trabalhado pela direção do evento.
Não digo fazer algo como o Fanzine Expo, que perde artistas a cada ano que passa, mas algo com nível mais profissional e menos amador.
Talvez o caminho da Fest Comix seja se tornar o mais profissional possível, para si mesma, como evento, como para quem a frequenta e principalmente, para os artistas.
Presença de artistas nacionais são uma constante. Artistas europeus também, idem para os dos EUA.
Esse ano vieram coreanos.
Teve o problema da fila de entrada esse ano, mas creio que isso foi o menor dos problemas. Muita gente que entrou lá saiu carregado de gibis.
Tem o caso da localização, o Fest Comix só acontece em São Paulo, se o evento pudesse ocorrer em outros estados seria ótimo para todo mundo.
Enfim, me representa que o evento, embora falho em alguns pontos é o melhor que temos até o momento no Brasil. E isso é ótimo.

Algumas coisas que comprei lá!










É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

domingo, 4 de novembro de 2012

Q! - Nomes para personagens



Olá!

Fuçando na minha caixa de e-mail, descobri algumas mensagem que eram do site Quadrinize, que como comentei numa outra ocasião acabou fechado.
Então, fazendo justiça para quem não conheceu o site, vou postar as mensagens que tenho aqui no blog.
Espero que vocês gostem!
Até mais!
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Personagens – Como seu personagem se chama mesmo?
Posted: 06 Mar 2012 08:22 AM PST
Criar personagens é um processo interessante e por vezes demorado, dependendo da profundidade e dos detalhes que o autor entrega para o mesmo. Aqui na Quadrinize! você acompanha diversas dicas importantes para a criação de personagens. Entretanto, existe um pequeno detalhe que causa muitas dores de cabeça para escritores e roteiristas, e por mais que pareça descabido para alguns, pode fazer uma grande diferença em suas histórias: qual é o nome do seu personagem?
Acredite ou não, muitas vezes o entrave para a criação de um personagem é o nome do dito cujo. E assim como em todos os outros pontos do processo de criação, merece tanta atenção quanto. O nome do personagem pode dizer muito sobre suas características, seja psicológicas ou físicas, ou ambos, além de ficar na memória de seus leitores quando eles terminarem de acompanhá-la. Em outros casos, sua alcunha fica tão marcante quanto o próprio nome (quando você ouve a marcha imperial de Star Wars, você lembra de Anakin Skywalker ou Darth Vader? Pois é).
Então para ajudar os leitores neste pequeno detalhe na criação de um novo herói, vilão, coadjuvante, etc., segue adiante algumas dicas para dar nomes legais para seus personagens.

Quando meu filho nascer, ele se chamará…
Procure num dicionário de nomes de sua preferência qual o significado do seu próprio nome, de qual língua veio, sua pronúncia… Encontrou? Então, ele diz algo sobre você? Independente da resposta, já é possível ter uma ideia de como é possível trabalhar com nomes de personagens pelo puro significado dos mesmos, dando pistas ao leitor de como o personagem se comporta consigo mesmo e com o ambiente à sua volta, ou como outras pessoas o tratam.

Exemplo: Cloud Strife, protagonista do game Final Fantasy VII, é a tradução literal de “nuvem em conflito”, em inglês. Cloud é um homem enigmático, cheio de problemas internos sobre as promessas que não conseguiu cumprir e dos pecados que cometeu, além de ser bem afastado do grupo de aliados com qual atua como mercenário. Ainda nos games, os personagens Sora, Riku e Kairi de Kingdom Hears siginificam Céu, Solo e Mar em japonês, respectivamente.
Os nomes também podem fazer referência a uma pessoa, a um lugar ou a eventos específicos, dentro do contexto da narrativa ou não. Dr. Manhattan (de Watchmen), por exemplo, foi um nome dado pelo governo americano ao super-herói como referência ao Projeto Manhattan, que aconteceu anos anos da narrativa principal da HQ. Já no anime Code Geass, os mechas dos Kinghts of The Round têm os nomes dos cavaleiros da Távola Redonda (como o Lancelot de Suzaku). Naruto é uma espécie de peixe, e no mangá de Masashi Kishimoto, era o nome do protagonista da principal obra escrita por Jiraiya, e por aí vai.

Alcunhas: um Símbolo para o personagem e seus seguidores
Outro ponto interessante ao pensar em um nome para seus personagens são as Alcunhas, ou se preferir, Alteregos ou Codinomes. Os exemplos mais fáceis de se conseguir sobre eles estão nos Comics americanos e nas séries do gênero Tokusatsu japonesas, em que seus personagens utilizam codinomes para lutar contra seus inimigos de modo a proteger suas identidades secretas. Em muitos casos, criar um codinome para o personagem pode ser tão fácil quanto sua verdadeira identidade!
Caso pense em criar uma alcunha para seu personagem (antes mesmo do nome), leve em conta suas capacidades físicas ou seus poderes (caso o tenham). Nos comics americanos, isto é bem fácil: o Lanterna Verde recebe este codinome graças à bateria que alimenta seus poderes, em forma de lanterna. Wolverine (conhecido aqui no Brasil como Carcajú) é um animal baixinho, de garras afiadas e muito agressivo nos ambientes onde vivem, e nem é preciso alguma explicação sobre o porque do codinome Batman ou Superman, certo?
As alcunhas também podem representar um ideal ao público em geral, o que é um ponto muito interessante de se abordar em uma história, pois uma vez que o conceito seja criado, o autor ganha uma liberdade criativa enorme para seus personagens, já que todos utilizarão o mesmo “nome”. L (e seu inimigo Kira) e Zero, das séries Death Note e Code Geass respectivamente são excelentes exemplos, com mais de um personagem assumindo sua identidade. O Fantasma, herói das antigas histórias Pulp americanas, era um título herdado de pai para filho, o que dava a entender a seus inimigos que o herói era imortal. Batman e o herói da HQ V de Vingança de Alan Moore podem ser considerados uma máxima desta abordagem, pois representam ideiais fortes para as pessoas entenderem e seguirem (alguém já ouviu falar do Anonymous?). Quem anda acompanhando os últimos eventos marcantes na internet tem uma ideia do que essa máscara significa

Nomes Simples, porque não? 
 E porque pensar em um nome com peso tão grande se um Bob, Manuel, John ou Felipe resolvem este impasse sem problemas? Tem algo de errado nisso? Novamente, a profundidade dada à seu personagem é o que faz toda diferença. Não há nada de errado ou incomum em chamar seu personagem de Joãozinho das Flores se ele marcar presença em sua história. Aliás, se ele ficar na mente das pessoas, qualquer outro Joãozinho que vier depois terá de ser tão marcante quanto o seu. João Pequeno (de Robin Hood), João Grilo (do livro o Alto da Compadecida), ou mesmo Bruce (seja o Wayne ou Banner) são bons exemplos.

10 dicas para os nomes de seu personagem
Com estes detalhes esclarecidos, você já tem uma ideia melhor de como nomear seu personagem, certo? Não? Então seguem 10 dicas baseadas no que apresentei:

. Escolha uma parte do corpo que chame a atenção: os olhos dele(a) chamam a atenção? Procure um nome que os realce. Possui pernas largas? Procure um nome que valorize força, ou velocidade. O físico do personagem ajuda na hora de escolher um nome.

. Seja verossímil: dê codinomes que condizem com seu personagem. Porque um lutador de sumô que se chame homem-gafanhoto e um baixinho lutador de kung-fu chamar-se Monte Fuji pode soar que algo está muito errado. A menos que a ideia seja mesmo criar um contraste (lembram-se do João Pequeno?).

. Aproveite o Regionalismo: o ambiente é um bom fator para afunilar suas opções de nomes, facilitando a escolha. Não é fácil encontrar um rapaz chamado Raimundo no Rio Grande do Sul ou uma moça chamada Patrícia no Rio Grande do Norte. Brincar com os regionalismos também podem gerar situações curiosas.

. E nomes de animais, pode?: nomes baseados em animais são curiosos, pois é possível associar o comportamento dos personagens com os ditos cujos, criando personagens únicos. Hunter x Hunter fez isto recentemente, com os membros do Zodíaco (não, não vou dar mais spoilers além disso). Isto sem contar os Cavaleiros do Zodiáco.

. Contraste com o ambiente: contrastes podem dar bons resultados. Faça um teste: se seu personagem é um pobretão, dê um nome nobre a ele. Se ele é brasileiro, dê um nome japonês (com sobrenome brasileiro, ou vice-versa). Se ele é gentil, dê um nome que represente força e brutalidade. O ambiente (e as pessoas) fará o resto por você.

. Como?! o nome do personagem é Mxyzptlk?: existem alguns personagens marcantes em determinadas histórias (como a figura do exemplo acima de diversas histórias do Superman ou o curioso Lorde Niebling e seu sobrenome infinito, do cenário nacional de RPG Tormenta) que possuem nomes extremamente difíceis de decorar, mas mesmo assim são carismáticos. Se seu personagem se chamará espiriquitiperto, tenha uma boa razão para chamá-lo assim.

. Sobrenomes valorizam o nome: Pedro Ruína-dos-Lobos. Harry Potter. Erik Magnus. Squall Leonheart. Caso o nome do seu personagem possa parecer pequeno, atribua um sobrenome que o fortaleça. Lembram-se de Cloud Strife lá em cima?

. Porque fazer rodeios? Vá direto ao ponto: se sua personagem representa a esperança ou coragem, porque não chamá-la de Esperança ou Vitória? Em determinados casos, um sentimento ou evento caracterizam o personagem muito mais do que as referências externas em seus nomes. As tribos indígenas, os perpétuos de Sandman, e o Hellboy, são bons exemplos.

. Cantores, atores, e pintores: uma boa referência para nomes são seus artistas favoritos. Pegue o nome de seu cantor(a), ator/atriz, pintor(a), desenhista, autor(a), ou qualquer outra pessoa que você tenha como inspiração, e coloque um nome parecido, ou faça um anagrama. Outros fãs como você identificarão com facilidade se for bem feito.

. Meu nome significa… nada: compre um dicionário de nomes de sua preferência. Escolha uma página sem olhar. Tape os olhos, aponte com o dedo um nome qualquer. Pronto, você conseguiu um nome para seu personagem. Se não for de seu gosto, brinque mais uma vez. Situações desesperadas pedem medidas desesperadas.

Com estas dicas, a escolha de um nome para seu personagem pode ficar mais fácil, certo? Não? Coloque nos comentários ideias e situações que geraram nomes bacanas. Estou esperando =)

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Grupos e Grupos


Meu Deus...como eu posso começar essa postagem...?
Hoje vamos falar de um pessoal aí que está fazendo um trabalho de fã, que eu mesmo não botava muita fé, devo confessar.
Mas o caso é que o trabalho vingou e está aí pra quem quiser conhecer.
Falo da revista online em formato pdf ROD - the QA.
Como alguns de vocês devem saber, eu frequento a Categoria Quadrinhos e Animações no Yahoo Respostas. E foi de lá que surgiu a idéia para essa revista.
É muito fácil ficar passivo, simplesmente assumindo a postura de mero espectador quando você assiste um anime ou no caso um desenho animado de outro país.
Só que existem pessoas que não estão aqui para serem meros espectadores. Essas pessoas normalmente saem de sua posição de conforto e fazem mais que o simples assistir.
Elas criam algo em cima daquilo que gostam. A essência do Fandom é isso. Fazer algo em cima do que gostam.
E é exatamente essa postura que a equipe da revista ROD possui. Comentar as coisas, dar uma opinião.
E através da revista fazer com que outros saibam dela.
Enfim, eu acho a revista muito bem-feita, o site embora rode num blogspot muito bonito de ver e possui comentários abertos, página de contato onde você pode falar com cada um dos membros da equipe e claro, links para download das edições, que chegaram a 7 atualmente e 2 especiais ao todo.
Gente, trabalhar em grupo é complicado. Digo isso por experiência própria e por observação de outros que tentaram fazer o mesmo. Trabalhar em grupo, seja pra qual fim for, é muito díficil.
Muitos ficam pelo caminho, amizades acabam por causa disso.
Sabe o que é o melhor de tudo? É eu saber que boa parte da equipe da ROD é composta por adolescentes. Gente que teoricamente brigaria com uma facilidade monstra. Mas olha lá, 7 edições da revista. Tem colaboradores, tem opinião nela. E não é algo feio, esteticamente falando, como alguns sites que vejo por aí de anime e mangá.
Olha o exemplo!
O que o pessoal da ROD faz é o que todo mundo deveria fazer. 
- Ter um site bonito, apresentável.
- Ter uma periodicidade nas publicações.
- Ter canais de comunicação com seus leitores.
Parece ser simples não?  Mas não é o que eu vejo por aí. Pelo menos não na frequência que eu gostaria de ver.
Enfim, caso vocês queiram conhecer o site oficial da revista visitem aqui: http://rod-theqa.blogspot.com.br/ 
Se quiserem curtir a página da revista no Facebook, cliquem aqui: http://www.facebook.com/pages/Revista-ROD-The-QA/145424298905156

E claro, quem quiser baixar a revista, deixo as edições numa pasta minha do 4Shared ( e com edições antigas da Revista da QA, que durou apenas duas edições ):
http://www.4shared.com/folder/fLLT7Cim/ROD_The_QA.html

Meu Deus...como eu precisava de mais bons exemplos como esse!
Enfim, é isso!
Até mais!
S2

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Download: Revista Quadrinize!



E bora tocar o barco aqui minha gente!
A Revista Quadrinize! foi uma publicação impressa que se prestava a dar orientação e conhecimento para quem queria fazer histórias em quadrinhos. A edição impressa da revista só rendeu um número, mas como comentamos no outro post sobre o Fim do Site Quadrinize!  ele não existe mais. Infelizmente.
Conversei com o Daniel Cavalcante, ex-editor da Quadrinize e o mesmo autorizou o scan da revista. Mas vamos ver se dá pra fazer mais alguma coisa além disso.




Clique no link para baixar a revista: http://www.4shared.com/zip/gfXTmCBM/Quadrinize.html

É isso, até mais!
Muito obrigado!


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O Fim da Quadrinize!


Olá!
Sabem, eu não gosto de dar notícias como essa, mas acho que é preciso um registro disso em algum lugar.
 Faz muito tempo que eu mesmo teorizei comigo que uma das razões dos nossos artistas serem tão ruins é a falta de crítica aos trabalhos ( que geram monstruosidades alimentadas pelo ego dos artistas ) e o que eu achava o principal: não existem em quantidade significante material de estudo, que ensinem como criar personagens, cenários, ambientações de forma adequada.
Não se costuma partilhar conhecimento. É tudo um segredo, que só quem paga pode ficar sabendo e claro, por ter pagado, não vai compartilhar depois, mantendo esse ciclo vicioso.
Conheci o site do Quadrinize graças um amigo da internet que está sempre compartilhando links referentes a quadrinhos em geral, o ilustre Sr. Quiof. Do site conheci também a revista impressa, que fora vendida em eventos de anime e quadrinhos em geral. A proposta da Quadrinize, sintetizada em seu slogan era: "A revista de quem faz quadrinhos!"
Cara, que demais! E o site, muito bonito visualmente falando e com sistema de comentários abertos permitia uma interação entre os leitores e os blogueiros.
Quer dizer, conhecimento prático, de graça, ao alcance de qualquer um.
"Fantástico", eu pensei comigo mesmo.Gente compartilhando conhecimento, criando mais gente que possa fazer de forma adequada.
Mas as coisas não funcionam assim, as pessoas não são assim dadas a procurar conhecimento, saber mais sobre o que quer que seja para fazer aquilo melhor.
No Brasil as coisas são feitas de qualquer jeito, atrapalhadas, confusas, e isso tudo porque temos uma pressa sobrenatural de "chegar lá".
Mas sem conhecimento ninguém chega onde quer.
O site Quadrinize!  tentou ser algo diferente do comum. Desse controle de informação por fins egóicos que tanto vemos por ai, mas não conseguiu.
Conversei com Daniel Cavalcante ( conhecido como Editor do Quadrinize! ) pelo Facebook e ele mesmo me disse que o site não voltaria mais e isso não dependeria mais dele.
Tudo bem. Pode significar pouca coisa pra muita gente que não o lia, que preferiram fazer outras coisas que não quadrinhos, mas eu pelo menos sei da importância que o Quadrinize teve enquanto ativo.
Essas pessoas, a equipe do Quadrinize! ao qual está incluído Daniel Cavalcante foram HERÓIS, porque remaram contra uma maré de ignorância oferecendo conhecimento!
E isso é coisa que não vejo todo dia.
Vão fazer falta, só sei disso.

PS: Tenho uma edição impressa da Quadrinize aqui, claramente ela não tem tudo que tinha no site, mas tem boas matérias nela. Vou escanear ela e disponibilizar para vocês. Aguardem!

Fonte da imagem: http://muzzatheperv.deviantart.com/art/Sad-Sakura-68539017

domingo, 15 de julho de 2012

Referências, quem precisa?





Olá!
Eu quero falar um pouco com vocês de algo que acredito ser indispensável para escrever as coisas direito: referências.
Ok, vocês são otakus, nerds, vivem lendo coisas por aí. De auto-ajuda a ficção fantasiosa, passando por ficção cientifíca e até mesmo dicionários.
Galera, o lance é bem simples: vocês não vão chegar lá, no coração das pessoas se não manjarem como chegar lá.
Assistir anime e ler mangá é parte do entretenimento nosso de cada dia, mas vocês se focarem apenas nisso é erro.
É erro porque todas as obras atuais puxaram alguma coisa dos clássicos, de obras que definiram o molde, o "como fazer" diversas outras coisas.
Você lê Crepúsculo, mas ele é o quê?  Uma história de vampiros com romance.
Que veio de Drácula, de Bram Stoker.
Você me assiste um anime, algo como One Piece. Que fala do quê? Piratas e aventuras, mas tu fuça lá atrás tu vai descobrir que histórias de piratas e tesouros vieram do livro "A Ilha do Tesouro" que por sinal, foi um dos primeiros mangás da era moderna feitos pelo Osamu Tezuka.
Isso porque além do livro "A Ilha do Tesouro" tem um punhado de filmes de Hollywood da época dos filmes coloridos que tratavam da mesma coisa: piratas e aventuras.
Esses são só dois exemplos, eu escuto muita gente por aí falando que quer ser mangaká ou quadrinista, mas quando eu pergunto pra essas pessoas o que elas costumam ler eu caio do cavalo, porque elas só sabem ler mangás ou gibis.
E o resultado a gente vê quando eles criam histórias: saem uns bichos estranhos, deformados, sem sentido algum. Pode até ter um desenho legal, mas a história é uma porcaria.
Isso quando saí alguma história, tem moleque que eu conheci por aí que gosta de se chamar de mangaká, mas quando tu entra no site do infeliz onde ele deixa o mangázinho dele ( parado, falando nisso ) tu vai na parte de fanfic e descobre historinha de 10 linhas que ele escreveu.
Isso não é fanfic, de boa.
Isso pra não citar um outro infeliz que quer fazer pesquisa APENAS, EXCLUSIVAMENTE, ASSISTINDO ANIME.
Poxa, esse pessoal é tão bom, tão especial, eles assistem 30.000 animes e não conseguem entender que a cabeça dos mangakás foi treinada na base da leitura, dos livros, das obras clássicas?
Pra mim isso é demência.
Não precisa gastar tanta grana assim pra ficar bem-informado e não dar mancada na hora de escrever.
Querem ver?



Esses livros da série L&PM Pocket tem uma dezena de títulos originais com texto integral, custo dessas coisas é baixo, dependendo do título tu paga no máximo uns 20 Reais.
Eu citei os livros "Drácula" de Bram Stoker e "A Ilha do Tesouro", tem eles nessa coleção. Você acha esses livros em bancas de jornal, livrariais e até em farmácias!
E claro, tu acha online, em diversas lojas virtuais. Quem quiser conhecer todos os títulos da coleção, só ir no site da L&PM: http://www.lpm.com.br/site/default.asp




Esses livros da editora On-line dão uma visão geral sobre diversas artes marciais. Kung-fu, Ninjutsu, Kendô, Kickboxing, Karatê, Jiu-jitsu, Muay Thai e muitos outros estilos.
Melhor: esses livros tem FOTOS com os golpes usados em cada tipo de arte marcial. E essas fotos são referências muito boas para quem desenha.
Preço de cada livo?  15 pilas em bancas e livrarias. Claro, você não precisa ter todos eles, uns dois ou três dão conta do recado e te darão bases para lidar com artes marciais de uma forma menos tosca.

Tem muitos outros livros por aí que podem servir de referência para vocês, basta procurar.



Eu sei que vocês poderiam procurar esse tipo de informação na internet, mas sinceramente, acho que vocês não vão fazer isso. Sério. E esses livros que citei nem são tão caros assim.
Se calhar, faço outra postagem com mais sugestões para Referências. Claro, referências baratas e acessíveis.
É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Em breve no Blog...


Mega Disney! 

A maior revista Disney do mundo! Mais de 800 páginas de quadrinhos!

E além dela...


A Sombra do Batman - Nº 1

A nova revista mensal do Cavaleiro das Trevas! Apresentando: Batman & Robin. Batgirl, Batwoman, Asa Noturna, Capuz Vermelho e os Foragidos, Batwing e a Mulher-gato!
É, eu sei, eu sei, eu comprei mesmo uma revista de Super-heróis depois de muitos e muitos anos de mangás e ausência de Marvel / DC, quem diria!
E já adiantando: gostei dessa revista nova do Batman! A Mega Disney ainda não li inteira, mas isso pode ser providenciado!
Até breve pessoas! o/

sábado, 16 de junho de 2012

Sobre Valores e Artistas

Fabiano, me fale sobre valores que desenhistas de mangá deveriam ter.

Humm...você perguntou de desenhistas, mas vou falar de artistas em geral, ok?
Eu acho muito triste ver, presenciar que poucos artistas possuem valores e os aplicam às suas obras e sua própria vida.
Parece que tudo gira em torno do reconhecimento, da grana, da fama...
Tá, isso faz parte, mas não pode ser tudo.
Um exemplo bobo que eu sempre vejo aqui e ali: artistas não costumam dar expontaneamente coisas para os outros. Um desenho, um rascunho que seja.
Tá, você pode alegar que se alguém quiser um desenho que compre, mas isso não seria alinhavar que tudo tem um preço?
Não é assim, pelo menos pra mim que as coisas funcionam.
Se tu coloca um preço em tudo, quer dizer que talvez, até seus valores estejam a venda, e isso é especialmente perigoso. Porque alguém que vende tudo, de si mesmo ao que produz, é sempre levado pela bagatela mais alta independente do que quer que seja considerado.
Artistas, independente do estilo devem ter um foco, uma ambição, querer melhorar sempre, saber filtrar críticas, quando entrar num projeto ir nele até o fim, independente do que possa ocorrer.
Não são essas coisas que eu vejo por aí nos artistas.
Poxa, eu fico até sem jeito sabe? Eu tenho aqui comigo um punhado de fanzines que estão simplesmente parados a anos, assim não dá!
Cadê o compromisso? Como fica quem leu isso e por pior que seja, gostou da história?
Pior! Cadê o planejamento do artista? Não tem? Quando falamos de artistas novatos, esses bem novinhos, na casa dos 13~16 anos vá lá, cobrar compromisso deles é exagero, mas é quando o artista tem mais de 18 anos?
Chato isso, hein?
Queria aproveitar e falar de uma pessoa que fez algo que eu achei muito lindo de tudo.


O autor de Rainy September, o João Paulo, ou melhor, Joo, fez uma brincadeira no blog dele. A brincadeira consistia em mandar um comentário qualquer sobre a história dele, Rainy September, que você pode ler indo aqui: http://m.dpzine.com/2011/05/one-shot-rainy-september-parte-1-2.html ou baixando a revista Union Arts que contém a história completa indo aqui : http://revistaunionarts.tk/
Daí tu mandava seu endereço para um mail e o Joo enviava um cartão, impresso, para quem tivesse mandado o endereço.  A imagem do cartão é a que está nessa parte da postagem.
Vocês estão me entendendo? Ele fez isso expontaneamente, sem esperar nada em troca.
Fez porque queria agradar alguém.
Me perguntou porque eu não posso ver exemplos como esse com mais frequência.
Bons exemplos, por sinal.
Daí um moleque qualquer vira pra mim e reclama que ninguém lê as coisas dele, mas oras!
E o que ELE faz pra chamar o pessoal para ler? O que esse cara tem a oferecer além de um rascunho mal-feito de uma história plagiada de anime que ele assistiu e tem apego sentimental?
Você estão entendendo onde eu quero chegar?
A coisa começa no próprio artista, que não cultiva valores.
Daí ele quer que as outras pessoas, que não tem nada a ver com ele tenham valores para com ele!
Gente do tipo "Venha a nós" e na hora do "Vosso reino" dá nada.
Esse tipo de gente, nem preciso citar, costuma ter produção rala, mal-feita, cheia de buracos, em algum momento eles param.
Ou então é aquela menina pseudo-desenhista que manda aviso via Facebook dizendo que não trampa de graça. Tudo ok, até tu levantar a ficha da gaja e descobrir que ela deu mancada com um cara lá num outro tempo...
Casa de ferreiro o espeto é de pau, é isso?
Ou aquele infeliz de um desgraçado que quer fazer jogo 3D sozinho, com jogabilidade inovadora, engine fodona, mas não sabe programar um tijolo em cima de uma ladeira. Mas olha lá a pose do infeliz!
E você fala pra ele de coisas como o Angry Birds, que ganhou o mundo, fala pra ele do Fan-game de My Little Pony: Fighting is magic e o cara desdenha, dá risada, fala que "Ai, mas isso é muito simples!"
PORRA!
O cara não sabe fazer nada e ainda tira uma de quem tá fazendo? Ai, mas esse artista é muito bom, minha gente! Nossa, não, aplausos pro cidadão, ele merece!
Que pena que o mundo é injusto e ainda não descobriu a genialidade desse nosso amigo!
Falando sério...o problema é o ego desse pessoal. É tudo caso de ego.
O cara tá ali fazendo aquilo é pra chamar atenção pra ele, pra que olhem pra ele, que o admirem, que o adorem.
Só que essas pessoas são terrivelmente vazias, não estão nem ai com nada, apenas com si próprias.
Eles não querem dar nada pros outros porque não tem nada a oferecer além de si mesmos.
E uma arte rala.
Mas o que eles não sabem é que artistas, antes de tudo, são seres humanos melhores.
Bem dizia o bom Bk, que criar minha gente é um exercício de doação. Você precisa fazer aquilo, se doar nos seus personagens, nos seus gestos, para chegar no coração das pessoas.
Esses 3 aí que eu citei se tu for ver, eles não tem personagens feitos para tentar agradar os outros. Eles tem coisas que são ELES emulados dentro de um contexto, de uma história.
Quer dizer, só os dois primeiros tem personagens. O terceiro lá nem personagem tem, é só panca.
Mas o que ocorre? Como eles são vazios em suas existências miseráveis, os personagens acabam ficando ocos, rasos.
Sem paixão, sem tesão.
Mas olha lá o desenho dos dois. É legalzinho.
Mas é legalzinho porque eles entenderam que é mais fácil tu fazer um desenho bonito e alguém gostar do que tu contar uma história e alguém gostar.
Ó a preguiça atacando de novo. Olha o ego desses dois levando eles pro lado mais fácil.
Eles vão se fuder é claro.
Daí, talvez um dia, quando eles estiverem lá longe, na velhice deles, casados ou não, eles soltem um suspiro e se lembrem do que deixaram pra trás.
Mas aí não vai dar mais tempo de fazer nada.
E assim vamos indo.
( Espero sinceramente que o Joo não seja como eles. De verdade. )

domingo, 27 de maio de 2012

Sobre Ateus em Redes Sociais




Acham que ateísmo ja ta virando uma religão / quase isso / algo parecido?

Cara, eu acho impressionante o Ateísmo nas Redes Sociais.
Ok, o cara é ateu ou agnóstico, tudo bem. A saber:

========
a.teu
[Lat. atheu.]
Adjetivo. Substantivo masculino.
1. Que, ou aquele que não crê em Deus. [Fem.: ateia. (éi)]
========
ag.nos.ti.cis.mo
[Ingl. agnosticism.x11]
Substantivo masculino.
1. Doutrina em que certas questões (p.ex., a existência ou não de Deus), por estarem além do entendimento humano, não podem ter uma resposta segura.
==============

Como eu dizia, o cara é Ateu ou Agnóstico, tudo bem. Ele vai pra uma rede social, um Orkut ou Facebook da vida.
Lá, ele encontra outros ateus e agnósticos como ele.
Daí tá o problema.
A sensação de "oh, não estou sozinho" dá lugar a sensação de poder no cara.
Saca quando estamos com um grupo de amigos e fazemos coisas que normalmente não fazemos quando sós? É por aí.
Então o cidadão começa aquele Spam rídiculo de mensagens para desafiar os outros que tem religião. Mostrando incoerência na Bíblia, falando ironias e em alguns casos, atacando diretamente um grupo religioso específico.
Percebeu a merda? Ela se tornou exatamente aquilo que ele detestava nos outros grupos.
Porque ele não suporte que uma testemunha de Jeová bata na porta dele e venha querendo vender revistinha, mas lá vai o otário, o imbecil fazer pregação atéia em rede social porque "Ai, as religiões não prestam!"
Porra!
Uma coisa que meu guru, o Bk dizia é: Tu não pode meter o bedelho nas escolhas do cara. Mesmo que essas escolhas fodam ele, deixa ele se foder, deixa ser usado.
As coisas no mundo só estão como estão porque todos os lados querem puxar as pessoas pro suposto "lado certo", mano pára com isso!
A nossa vida é feita de acertos e erros, não somos crianças o tempo todo para precisarmos de alguém nos pajeando o tempo todo.
Sabe, eu sou Católico, mas não dou um puto pra Igreja, nem fico de pregação por aí como algumas pessoas que conheço.
Que por sinal, a maioria são evangélicas.
Quem dera que os Católicos fossem como eu sou, sério.
Mas tá foda, muito foda.
Valeu pela pergunta!

Winter Wrap Up!


Esses dias, graças ao bendito fan-site My Little Pony Brasil, pude baixar as músicas desse desenho encantador. Uma delas é a que está nesse vídeo.
Ela fala do trabalho das gurias pôneis em mandar o Inverno para longe para que a Primavera chegue.
Achei a música muito legal, por isso a estou postando aqui!
É isso. =]


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Greve do Metrô?






Eu queria falar sobre isso.
Ontem, dia 23 de Maio teve greve do Metrô e de duas linhas de Trens da CPTM aqui em São Paulo.
Sabe que eu acho essa coisa de greve correta pra caramba, sem zoeiras?
Eu tava vendo alguns jornais nas bancas, alguns falam que o Metrô de SP leva cerca de 4 milhões de pessoas por dia, um outro jornal falou em 3,7 milhões, mas enfim, o que quero comentar é o seguinte.
Ok, todos nós sabemos que no Metrô não acontece do fulano / fulana pular estação, passar pela catraca sem pagar, etc. Essas coisas acontecem em algum grau com os trens da CPTM, certo? Então proponho fazer algumas contas.
Pelos jornais, a quantidade de gente que passa pelo Metrô por dia é 3.700.000 de pessoas.
Cada pessoa que paga a passagem, desembolsa R$ 3,00. Isso pra UMA viagem.
Então vamos lá!
3.700.000 x 3,00 = R$ 11.100.000

11 Milhões de Reais por dia. Chutando baixo.
Mas as pessoas não vão trabalhar só um dia por semana, vão todo santo dia, por mais aperto que tenha.
Então, vamos lá de novo?

11.100.000 x 5 dias = R$ 55.500.000

55 Milhões de Reais por semana. De novo, chutando baixo.
Só que, de novo, as pessoas não trabalham apenas por uma semana. Trabalham pelo menos por um mês. Um mês tem em média 4 semanas, arredondando pra cima.

55.500.000 x 4 semanas = R$ 222.000.000

Mais de 200 milhões por mês.
Agora uma pergunta minha, eu sei que o Metrô tem custo, tem que fazer manutenção dos trens, das estações, mas sei também que os funcionários não estão lá trabalhando de graça e...
Mas pra onde tá indo essa grana toda? De boa, pra onde?
Uma parte dela é separada pro salário dos metroviários, outra pra manutenção, mas onde tá indo o grosso dessa grana?
Quem está ganhando com isso?
De boa, tinha mais é que ter mais greves!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Crítica - A Lenda dos Sete Dragões



Postado originalmente no Fórum Clock-up!

Por onde começar...?
Sinceramente falando não gostei da capa, cores estranhas, e mesmo o logotipo está estranho.
Mas bem, o que faz uma história não é a capa, é a história em si, certo? Então vamos lá.
Interessante que os capítulos tem nomes de Arcanos do Tarô, eu particularmente gosto disso, de coisas esotéricas e relacionadas a misticismo em geral. O primeiro é "The Fool" por ser o Arcano zero do Tarô.
E logo em seguida temos uma bela ilustração da personagem Phionna, mas o que seria isso que ela está segurando nas mãos? Uma anênoma ou algo assim?
Daí começa a história.
Interessante que o pano de fundo é aquela clássica da maldade humana e o bem tentando equilibrar a balança mas não conseguindo...
Dai aparece a Deusa Gaea, que vendo tudo isso de ruim acontecer, chora e desse choro começa a lenda dos 7 dragões.
Por sinal, legal o desenho da deusa e ela pegando o mundo em mãos.
E o que são os 7 Dragões? São criaturas míticas poderosas que quando entram em sintonia com 7 corações do mundo trazem a paz.
A cena corta e mostra o idoso mago Malpethrim falando com Phionna e ela brinca com fato de ter um guizo de gato no pescoço.
Interessante é que Phionna é uma elfa ( ou pelo menos parece uma ) e usa roupas de pierrô / colombina. oO
Daí o mago fala pra elas da missão delas, de achar os Dragões e os 7 Escolhidos. Por sinal, Phionna tem o poder de sentir onde os escolhidos estão e Yuna, a fada que por enquanto está adormecida, pode achar os Dragões. Tecnicamente não será complicado, mas isso só o futuro dirá!
Phionna questiona Malpethrim sobre a missão e porque raios só ele estaria tomando uma atitude a respeito disso. E como todo bom npc que dá missão para aventureiros, o idoso mago desconversa.
E o negócio termina com o mago desejando sorte pras duas e ao que conta a Yuna acordou e olha sorridente para Phionna.
Bem, vamos à crítica em si.
Cenários ruins, de forma geral. Acerca dos nomes dos personagens, rolou muitoa influência de Tormenta e mesmo de filmes de fantasia mais atuais.
Malpetrim é uma cidade em Tormenta, RPG da editora Jambô, Phiona é a esposa de Shrek, o ogro e nas artes coloridas, vê-se que a personagem de "A lenda" usa roupa verde, uma referência indireta a personagem original.
Acerca da fada Yuna, me foi, como otaku, impossível não lembrar da Princesa Esmeralda do anime Rayearth.
Aqui:


E aqui a Yuna: http://www.amaicompany.com.br/lenda_online_act00_011.html
Tirando essas semelhanças, uma outra constante pelas páginas foi o uso de closes. Teve páginas que só tinha um personagem falando e os balões de fala, enquanto o outro personagem ficava "em off" da cena.
O desenho de personagens não está ruim, mas o cenário peca em muitas coisas. Em alguns momentos, o cenário dá impressão de ser rascunhado de qualquer jeito.
Finalmente, falemos da periodicidade: 6 meses para fazer uma HQ de 17 páginas? Pelamordedeus, não.
Sendo bem franco, essa história não parece ser grandes coisas. Pelo menos pra mim pelo plot inicial e conhecendo previamente as outras obras da Amai Company, essa parece ser mais do mesmo. Sem grandes surpresas.
Francamente, não acho que a Mari Oruha vá fazer algo que me emocione. Logo, não se justifica uma espera de 6 meses por uma história apenas mediana.
Enfim, arrisque-se quem quiser! 

Link para leitura aqui: http://www.amaicompany.com.br/lenda_online.html

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Cadê anime e mangá aqui?


É muito estranho, pelo menos para mim, ter colocado ali em cima na descrição do blog "Anime e Mangá" mas na real quando o cidadão clica em "anime" na parte de assuntos, vai descobrir poucas postagens sobre o assunto.

Então, aproveitando que voltei a baixar anime e assistir, me comprometo a postar análises de animes que eu tenha visto e gostado. Não quero fazer algo como o Anime Haus ( que você pode visitar indo aqui: http://www.animehaus.com.br/site/ ) fazendo críticas de animes diversos, esse blog é pessoal, então acho de acordo falar de obras que eu tenha gostado por uma razão ou outra.
Nesse sentido tenho assistido um punhado de animes que eu tinha gostado, da época do VHS, já devidamente baixados e gravados e outros que eu senti curiosidade de conhecer.
Não esperem ver por aqui comentários dos animes das temporadas mais atuais, afinal de contas tem uma dezena de sites e blogs por aí fazendo isso.
E também não esperem ver por aqui animes "modinhas" como Naruto ou One Piece ( Bleach já foi pro saco, então nem conta mais! ).
Então,aguardem para breve novidades para a tag Animes aqui no blog!
Até mais!
S2

sábado, 7 de abril de 2012

Crie!

Muito obrigado pela resposta referente aquele curso de mangá da DeAgostini. Mas quero fazer só como passatempo, longe de mim criar personagens.

 

Diones, mas veja bem, desenhar por lazer, um monte de gente desenha.
Mas note que não temos o costume de criar personagens. Normalmente se faz desenhos aleatórios, personagens soltos, nada muito sério.
Tudo bem.
Mas sabe, eu penso comigo que se a gente tivesse uma mentalidade de criar as coisas já desde o começo talvez a gente não apanhasse tanto na hora de criar coisas mais complexas.
Acontece muito de eu pegar desenho aqui e ali do povo na net, eu pergunto algo como: "Quem é esse personagem?" e me respondem que não é nada, só um desenho.
Percebe?
Tem um amigo meu, ele jogava Ragnarok Online, fez um templário lá. Ok, nada demais, só um personagem de MMO, mas ele teve o cuidado de pensar um histórico pro personagem, quem era ele, o que fazia, quem eram os pais.
Não por nada, só por diversão mesmo.
Pode parecer bobeira, perda de tempo, mas com esse pequeno exercício tu vai deixando tua mente afiada para fazer isso.
Vai que numa hora tu precisa?
Lá fora no exterior o povo joga RPG, lêem pra caramba, isso tudo ajuda na hora de criar coisas. Aqui no Brasil povo tá lendo auto-ajuda, aventura fantasiosa escapista e Bíblia.
Sem criar, sem pensar a gente não vai sair disso nunca.
Então Crie seu Diones!
Crie e instrua os outros a criarem também!
Abraços!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Gastronomia Otaku: Cones de Chocolate


Essa é uma daquelas coisas que eu só fico sabendo tarde demais! D:
Tinha um sitezinho otaku aí que ensinava receitas diversas baseadas em animes.
Infelizmente, o site está parado desde o ano passado, mas achei tão legal a postagem ensinando como fazer Cones de Chocolate em casa que decidi postar aqui.

Segue a receita...
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     Finalmente fiz o destemido e tão protelado cone de chocolate rsrs. Nada como um feriado sem nada pra fazer/-q
     Bem, para os que acham que fazer pão é um mistério, não tem nada de mais. Sério. É muito facinho. E é ótimo para desestressar/-q rsrs

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A massa
  1. Ingredientes:
  • 1 xícara e 1/2 de trigo(200 g)
  • 4 colheres de sopa de açúcar(40 g)
  • 1/4 de um tablete de fermento biológico(4 g)
  • 1/2 copo americano de agua morna(100 ml)
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1/2 colher de chá de sal
    2.  Como fazer:

           Primeiro coloque em uma vasilha média o copo de agua,o fermento, 2 colheres de açúcar e 2 colheres de trigo.misture muito bem e tampe com um pano de prato limpo.deixe descansar por 15~20 minutos.
          Depois,peneire o trigo em uma vasilha grande o suficiente para mexer com a massa.coloque então o sal,o restante do açúcar e misture primeiro os ''secos''.Então, coloque a manteiga e ovo, misturando até formar uma ''farofa''.Agora é a vez do fermento.coloque-o e misture.Talvez não dê o ponto ideal(desgrudando da mão)caso isto ocorra,adicione mais farinha.
          Retire a massa da vasilha e com a pia limpinha coloque um pouco de farinha sobre o tablado e vá sovando a massa,agregando bem os ingredientes até dar o ponto certo e até a massa ficar lisinha.Deixe descansar por uma hora coberto com um pano de prato limpo.Vai duplicar  de tamanho.
          Logo após isto, coloque sobre o tablado novamente faça um cilindro com as mãos.pegue uma porção que dê para fazer um cilindro menor que consiga cobrir todo o seu cone de alumínio. Antes de enrola-lo,unte-o com manteiga e trigo. Então enrole-o com cuidado e coloque em uma forma previamente untada também. Faça isto até a massa acabar. Rende em media de 10~12 cones. Antes de assa-los, passe uma gema para ficarem ''coradinhos''.Asse-os durante 9~10 minutos em 180° graus.


O recheio
  1. Ingredientes
  • 1 copo americano de leite(200 ml)
  • 2 gemas
  • 3 colheres de sopa de açúcar(30 g)
  • 3 colheres de sopa de trigo(30 g)
  • 7 colheres de chocolate em pó(70 g)
  • 10 gotas de essência de baunilha
  • 1 colher de manteiga
    2.  Como fazer

         Coloque as gemas em um pote e misture muito bem com o açúcar. Depois adicione o trigo, a essência(fundamental para tirar o gosto da gema), o chocolate e a manteiga. Misture tudo muito bem até ficar homogênio.
       Então aqueça o leite e adicione-o ainda fervendo. Tudo isto agora vai para o fogo. Não se esqueça de mexer sempre para não empelotar.deixe por mais 3 minutos depois de iniciada a fervura.

A montagem
  
         Como os cones de alumínio foram untados,ficou bem mais fácil de tira-los.caso haja uma rebarba que esteja atrapalhando a retirada,retire com uma faca.
        Então, ou com uma colher de chá ou com um saco de confeiteiro(eu usei o saco de confeiteiro para ficar mais bonitinho)preencha seu canudo de chocolate*-*.
        Prontinho.
Observações
  • Não guarde-os na geladeira.eles ficam duros x.x.alias....pão nenhum se guarda na geladeira.^^
  • Os cones não são dificeis de serem achados.em bh eu comprei no ercado central.Em lojas especializadas em panelas você encontra pelo nome de forma para canudo. 

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Fonte aqui: Blog Gastronomia Otaku, por Gaby-chan

quinta-feira, 22 de março de 2012

Crítica - Ação Magazine Nº 02



Olá você!
Quanto tempo desde a crítica do primeiro número, não?
Sabem, eu acompanhei a Ação Magazine pelo Facebook e por outras mídias desde aquela época. Fiquei sentido quando soube do rolo que realmente aconteceu com o autor de Arcabuz, desde esse dia abandonei o grupo no Facebook.
Dou uma olhada no grupo de vez em quando e as coisas estão quase do mesmo modo de quando eu o abandonei: gente perguntando da revista e um sem-número de usuários que querem ser publicados, a despeito de terem lido ou não a revista.
Ok, sendo justo, pelo que vejo ali, a maioria NÃO LEU a revista e nem quer ler. Querem ser publicados, ter seus 15 minutos de fama e daí adeus para todo sempre.
Michel Borges, eu não sabia que o senhor tinha tantos clones, sabia?
Enfim, eu deveria ter escrito essa crítica faz tempo, me recordo que recortei os comentários que fiz de cada uma das outras histórias na crítica ao número 1 e mandei para cada um dos e-mails dispostos no site, na vã esperança que algum artista pelo menos respondesse.
Ah, como eu sou ingênuo!
Que o Alexandre Soares ( Alex Lancaster ) não me responderia isso eu sabia. Idem para o Sr. Will Walbr, autor de Madenka, que gentilmente me bloqueou no Facebook, afinal de contas, não sou digno de ver o que ele tem a dizer.
Agora, nenhuma resposta do pessoal de Tunado? Nada do pessoal de Jairo, que foi a história que eu mais gostei?
É, pelo visto o Lancaster baixou ordem geral lá pra não responderem nada de ninguém que tivesse vínculo com o Zé Roberto.
Ei preta véia, valeu hein?  Por essas e outras prefiro comentar coisas do pessoal novato do que dessa ralé que “ai, eu publiquei impresso, sou foda, rs.”
Sei...
Bom...*estala o pescoço* Bora pras críticas? Acho que já expurguei um pouco meu mimimi de ressentido(a).
Avisando desde já que a crítica está recheada de SPOILERS, quer dizer, eu falo mesmo o que acontece na história, se não quiser ler, não leia.
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Madenka – Capítulo 2:  Vocês devem se recordar que no último capítulo teve um gancho leve, levíssimo por sinal, mostrando que o Afrânio-Afrânio não tinha sido vencido completamente, né?
Pois é, ele volta no capítulo 2, cheio de graça para acabar com a raça do Madenka. De quebra, ele ataca a cidade onde o Madenka mora e o garoto e o Batala, o porco-do-mato mestre dele tem que se virar para segurar o dito cujo.
E como você deve imaginar, eles conseguem.
Uma coisa a ser considerada com respeito ao primeiro capítulo é que Madenka manteve o nível de ação do primeiro número, mesmo com menos páginas. 
Bem, eu ainda não simpatizei com Madenka. Por enquanto, minha postura perante a mesma continua sendo a mesma do capítulo 1: apatia.
Eu poderia ficar mais contente especulando sobre o que pode acontecer ou temas a serem abordados, como ocorre em Tunado, mas lendo o 2º capítulo de Madenka ainda não tive um estalo, uma idéia, algo que possa me animar a pensar sobre.
Ah, revelado que a menina lá amiga do Madenka, a Vaina é mesmo menina. Tinha batido uma dúvida brava no número 1 acerca do sexo dela.  Eu sei que é um personagem secundário, mas tu ver uma menina batendo bola e nenhum personagem comentar o gênero da menina numa linha que fosse, deixou isso obscuro.
Enfim, veremos se as coisas mudam. O final do capítulo 2 deixa claro que Madenka e Batala vão deixar a cidade e meter o pé no mundo, indo viver aventuras. Talvez a história melhore.
Se bem que senti pela falta da Sienna, a loba-guará cover da Lara Croft nessa edição. Eu achei ela uma boa personagem, mas bem, o Will manda no roteiro, né?
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Tunado – Capítulo 2:  Eu tinha comentado na última crítica que Tunado não tinha me chamado a atenção, PORÉM ele possui uma temática mais madura que Jairo e isso pode render histórias mais interessantes que o simples racha de carros pela madrugada.
Nesse capítulo surge um novo adversário para competir com Daniel, o cara é um canalha, isso nota-se de longe e quando ele desafia Daniel para um racha é que vemos o nível do cidadão, chamado Carlos.
“Você é um covarde como seu tio?”
Cara!
Eu gostei desse personagem. Fica claro que vai rolar um racha na edição 3 e que dessa vez, Daniel vai precisar bem mais que um drift para vencer.
Paralelamente, o pai de Daniel está investigando corridas ilegais com ajuda da polícia, o interessante é que o pai de Daniel é delegado.
Quer dizer, embora não pareça, o cerco está se fechando e mais cedo ou mais tarde o pai de Daniel irá trombar com o próprio filho.
Promete, ah, promete!
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Jairo – Capítulo 2:  Deveriam mudar o nome da história de "Jairo" para "Ivan", talvez.
Eu comentei que a presença do Ivan no primeiro capítulo saturou, não se sustenta mais. Era pra ele ter sumido no número 2.
Entendam, ele tomou uma senhora surra do Jairo. Sangrando, arrebentado.
Covardes como ele não ficam no pé do alvo em si, eles deixam pra lá, partem pra outra ou arrumam mais gente pra revidar.
Entendam, Ivan é um covarde!
Mas parece que vocês simplesmente ignoram isso e fazem essa forçada, essa mentira de segurar o Ivan perto do Jairo porque o Ivan é o "bandidão" que deve ser vencido pelo Jairo.
Mas lol, ele JÁ venceu.
De novo, não tinha necessidade de colocar o Ivan espancando o Vitor.
O que acontece depois? Jairo dá outra surra no Ivan e pfff, credo!
Sinceramente, espero que vocês me surpreendam pelo menos até a Ação Magazine número 4.
Se rolar alguma coisinha na Ação 3, melhor. Porque estou com uma impressão muito ruim de Jairo.
Eu gostei da história, entendem? Eu a acompanharia com prazer, mas esses erros bobos me irritam.
Eu perdoô a arte do Altair Messias, eu quero é ler uma história legal. Só isso. Pensei que Jairo poderia ser essa história, será que estou equivocado?
O número 3 e o número 4 vão ser minha resposta, sei disso.
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Bem, além das 3 aventuras que se iniciaram na primeira edição, as estréias da Ação Magazine são Rapsódia e Expresso.
E é delas que falarei agora.


Expresso, por Alexandre Lancaster ( Roteiro e Arte. )

A Mara, do site Mais de Oito Mil, comentou que as artes de Alexandre Lancaster para Expresso parecem antigas demais, retro demais, mesmo sendo uma história que fala de um começo de século com máquinas a vapor, inventos diversos e o Brasil ainda com suas tensões internas.
O personagem principal, Adriano, é um dos chamados "jovens inventores". Sua criação são braços e pernas mecânicos movidos a vapor. Adriano salva da Guarda Nacional um casal de camponeses e vai com eles para a cidade. Lá ele fica sabendo que existe uma disputa entre dois coronéis pelo controle da cidade.
Correndo em paralelo, misteriosos raios tem caído na cidade, matando pessoas e isso com o céu limpo.
Adriano é convidado pelos dois coronéis a tomar partido de um lado e tentar destruir o outro. Claro, ele não concorda com a situação e decide descobrir o mistério dos raios e dar um fim na disputa entre os dois malfeitores.
Spoileando agora, Adriano consegue, mas ao custo de mais mortes e a descoberta de um romance proibido entre os filhos dos coronéis.
E mesmo esse amor é apenas pretexto para mais mortes.
Gente má engolindo gente má é isso que mostra esse primeiro capítulo de Expresso.
Particularmente falando, eu gostei da história e das reviravoltas. A parte com a explicação do porquê dos relâmpagos saindo do chão e matando as pessoas foi meio maçante, mas válida pelo contexto da história.
Eu ousaria dizer que a melhor história da edição foi Expresso.
Mas ainda faltam uma meia-dúzia de coisas para a obra de Alexandre Soares me ganhar por completo.
Tem o caso da arte, eu não me importo tanto com isso, mas as outras pessoas podem não pensar como eu. Talvez seja o caso de conseguir um desenhista novo e passar apenas a roteirizar a coisa toda, como ocorre com a maioria das séries.
Embora o personagem Adriano seja um jovem, um tom sério permeia toda narrativa. As coisas não são bonitinhas e fofas, as pessoas sofrem e alguns não tem maiores objetivos na vida do que sobreviver.
E eu acho interessante esse clima. Passa uma idéia de realidade. Ou melhor é verossímil.
Mas ainda espero mais de Expresso, vamos ver como a história se desenvolve.
O que eu sei é que Expresso está mais para um Seinen do que um Shounen mesmo.
Pelo menos pra mim, claro!
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Rapsódia, por Fábio Sakuda ( Roteiro ) e Carlos Sneak ( Artes ).

O que eu posso dizer de Rapsódia...?
*longa pausa*
Bom, não tenho queixas por parte das artes do Carlos Sneak. O desenho dele é bonito, tanto que a capa da Ação Magazine 2 é dele.
Já comentei que não ligo tanto para traço, o que me interessa é a história sendo contada.
E nesse sentido é triste dizer que Rapsódia, para mim, é a pior história do número 2.
Primeiro, nomes escolhidos para os personagens.
"Ralph Reegampott". Jesus Cristo, de onde tu inventou esse nome, Sakuda? De boa. Representa pra mim aquele personagem de RPG de mesa que na falta de um nome melhor chutou qualquer coisa e tá legal.
E é interessante notar que não se usa durante a história o primeiro nome dele, Ralph, mas usam o termo Reegam. Até na chamada da história que está na página 3 está lá escrito Reegam.
Eu quero pensar que isso não é coisa de japa ( chamar pelo nome da família ao invés do primeiro nome ) disfarçada, porque assim: Ralph é um nome em inglês, eu sei que na Ação os nomes dos personagens puxam pra nomes comuns em português, excessões feitas a Madenka por razões óbvias.
Eu posso estar equivocado, mas chamar o protagonista de "Ralph" não vai matar ninguém. Fica até mais fácil do que pegar o sobrenome e quebrar, mas enfim isso fica a critério de vocês.
Agora, falando da história em si...
Reegam chega num pequeno povoado procurando sarna pra se coçar. Ele é recepcionado por dois garotos metidos a guardas. Depois de uma pequena confusão o pai dos garotos pega e coloca todos pra dentro.
Papo vai, papo vem, Reegam comenta dos gigantes, o pai dos garotos desconversa. Eles saem pra brincar.
Tá.
Sabem, uma coisa que sempre vi e sempre senti raiva quando lia histórias como Rapsódia, eram:
1. Ausência de maldade.
2. Ausência de coerência no cenário ou nos personagens.
É dose. O mundo medieval fantástico tem heróis, vilões, pessoas comuns, mas é isento de maldade real.
E quando o mesmo tem alguma maldade, ela beira a irrelevância. Não é maldade real, mas sim personagens excessivamente burros.
Eu já comentei isso quando critiquei aquela fanfic, "A jornada de lupe".
Qual não é o meu desgosto ao ver em Rapsódia os mesmos erros crassos dessa fanfic?
Explicando: quando Reegam e os garotos entram numa caverna aleatória, encontram o pai dos garotos com um gigante. O gigante, furioso por ter sido descoberto, vai pra cima, pega um dos meninos, sob o olhar atônito do pai.
Vocês estão acompanhando? O gigante pega numa mão um dos garotos. O garoto, coitado, deve ter no máximo uns 10 anos, é pequeno e fraco demais pro gigante.
O gigante o mataria sem esforço algum. E ele realmente os iria matar.
Não fosse o fato que o outro irmão do garoto preso saca o arco e flecha, atira contra o gigante e ele solta o irmão.
Ambos correm, deixando a caverna.
Seguinte...
SE, eu disse SE, o gigante fosse realmente mau como parecia ele matava ali o moleque. Até parece que ia esperar o outro usar o arco e flecha. O pai dos garotos não faria nada e quanto a Reegam, ele sumiu na cena.
Sumiu! Sim, sumiu!
Problema do erro não é o Reegam ter sumido, mas sim a situação em si.
Erro terrível, pelo menos pra mim, achar erro de fanfic mal-escrito numa história que se propõe ser "Épica".
Desculpa, "épica" é um termo muito forte pra essa história.
Muito forte mesmo.
Mas ok, erros existem para serem cometidos e se aprender com ele e não repetí-los.
Adiante na história, os meninos fogem, Reegam fala com o pai dos garotos e ele conta que por estar velho não tinha como vencer o gigante. Foi acertado um acordo, o pai dos meninos daria comida e  água para o gigante, e o gigante não os pertubaria.
Vocês estão vendo? Então prestem atenção, o gigante não é burro.
Ele fez um acordo com o pai dos meninos, o pai dos meninos foi vencido em combate e o povoado era pequeno, só tinha o pai dos meninos de herói ali.
Ora, se o gigante quisesse avançar sobre a cidade, quebrando tudo, matando geral, nada o impediria.
Ninguém ali os salvaria.
E sabendo que o gigante não é burro, ele colocaria a população sob seu julgo. Mandaria neles, ameaçaria, mataria eles.
NUNCA, mas NUNCA que ele aceitaria um acordo desses. Pra ele aceitar uma coisa dessas teria que ter alguma coisa que o ameaçasse. Que fosse um perigo real para ele.
E esse perigo real não existia até a chegada de Reegam.
Isso senhores é um vilão burro.
Poderia ter ficado só nisso, sério, mas teve mais besteira.
Mesmo.
Depois do papo do Reegam com o pai dos meninos, o pequenino vai atrás do gigante que está na febre do rato pra catar os moleques.
Os moleques cansam, param um pouco de correr e o gigante os alcança.
Engraçado que os garotos tentam enfrentar o gigante, claro eles não conseguem nada.
Um deles toma um tapa do gigante e voa, caindo no chão.
O outro fica com o pé do gigante em cima dele, a ponto de esmagá-lo.
Vocês estão acompanhando o raciocínio?  Então agora pensem.
A força de um gigante é muito maior que de um humano, isso é lógico. Os garotos são isso, garotos, pequenos, de pouca idade, como eu disse antes.
O garoto que toma o tapa do gigante cai, perde o arco e não se machuca seriamente.
Mas ei, EI, EI! O gigante agora a pouco tava querendo matar eles!
Mais, eles tiveram a audácia de levantar armas contra o gigante. Foram pra cima.
Eu não sei vocês, mas se eu fosse o gigante, não daria um tapa fraco no menino.
Daria um tapa forte.
Que aconteceu aqui? O gigante ficou com dó dos moleques?
Mas o pior foi o moleque que ficou preso debaixo do pé do gigante.
Se eu falar que o gigante fala lá umas coisas desmerecendo os moleques, chega o Reegam em cima de uma árvore, atalha com um discurso... não, um PUTA discurso contra ele...
E o guri fica ali, debaixo do pé do gigante escutando? O gigante não pisa nele, não o mata. Fica de papo com o Hullikim.
Vocês acreditariam?
Nem eu!
E o Reegam ATACA o gigante, ESQUIVA do gigante, DERRUBA o gigante.
E o gigante não pisa no moleque??? Oi, oi, planeta Terra, aqui é Lucas Silva e Silva! -q Eu estou no mundo da lua porque não estou entendendo mais nada!
Preciso contar o resto? Reegam vence o gigante, todos voltam pra casa e blablabla estamos felizes, weeee~ 
Cara...
Eu não sei o que dizer mais dessa história. Quando eu li coisas no blog de Rapsódia parecia legal, pela prévia tava legal também.
Eu abrir a edição e ver uma bosta merdolenta dessa, algo do nível de fanfic ruim, me doeu um bocado.
Sakuda, de boa, de boa mesmo, além de você, quantos mais leram o roteiro antes de fazerem o mangá, hein? Você, o Carlos Sneak....mais alguém?
Ninguém aí notou essa puta falha, esse puta erro na coerência não?
O Lancaster não leu isso não?
Deixou ir impresso a qualquer feita, qualquer preço e foda-se, foi isso?
Uma idéia me ocorreu agora, tu deve ter feito essa história quando era editor intocável, logo ninguém falaria que está ruim, acho eu. Brasileiro tem dessas merdas. É tu fica num carguinho um mílimetro superior, tudo que tu faz está certo, tudo que tu mostra é lindo, vai ver foi isso que aconteceu.
Não sei.
Agora, se tu não tava numa de “sou editor, riarriarriarriar~” devo pensar que a equipe da revista tá meio que cagando e andando uns pros outros, é isso? Confere produção? Eles são um grupo, mas é cada um por si e Deus por todos?  (claro, exceto pra aqueles que forem ateus! ).
Se for isso mesmo, então só lamento pra Ação Magazine!
Por quê esse “Seja o novo!” de vocês tá cheirando mais velho que um múmia!
Até o número 3, senhores!

domingo, 11 de março de 2012

Escrevendo Roteiros


Eai Fabião!Existe uma modos e regras para  escrever roteiros!Eu tenhos algumas ideias em mente e não consigo passar pro papel.

Pense nas histórias infantil, aquelas tipo Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Mil e Uma Noites, etc.
Todas elas tem um cenário, que é onde a história se passa.
Personagens, que vão contar o que se passa.
E toda história tem começo, meio e fim.
Entre os personagens deve existir o chamado conflito, que é quando as opiniões não batem, disputa de egos, etc.
Um exemplo de conflito seria o lance, lá nos X-men, do Wolverine querendo ficar com a Jean Grey, mas ela gostando do Ciclope.
Isso entre os personagens, claro.
Você precisar uma problema pros personagens resolverem ou fazer eles irem de um lugar a outro.
No caso da Chapeuzinho Vermelho, ela precisava ir pra casa da Vovó, mas no meio do caminho ela achava o Lobo.
Já leu "As Mil e Uma Noites"? Aquilo ali começa com a Sheherazade indo dormir com o sultão assassino de mulheres e dentro da história tem uma dezena de outras histórias, até o fim da história principal.
Seriam como as sub-tramas que aparecem na Guerra dos Tronos.
Histórias em geral seguem dois tipos básicos: tu pega os personagens e faz eles irem atrás de alguma coisa OU você pega os personagens e faz eles ficarem em um local e daí as coisas vão acontecendo.
One Piece tem muito do primeiro tipo. Batman por sua vez é normalmente focado no segundo tipo.
Normalmente esses "modelos" remetem aquela histórias gregas antigas, "A Iliada" e "A Odisséia", talvez seja interessante você ler essas histórias para ver como as coisas funcionam.
Espero ter ajudado! =]

sábado, 10 de março de 2012

Música Brasileira


Música brasileira. O que acha?

Música Brasileira engloba muitas coisas, desde o odiado funk carioca até MPB, passando pelo Tecno-brega da Banda Calypso até as marchinhas de Carnaval.
Eu diria num sentido mais geral que a música brasileira é algo muito diverso, produtivo, interessante.
O Brasil de forma geral é um país musical, que gosta de música e de fazer música.
Falando por mim, não escuto música com frequência, mas gosto de, de vez em quando, ler algumas letras, ver o que dizem.
Algumas me emocionam.
Só lamento um pouco que o povo em geral não conhece nossas raízes, aquelas músicas antigas porque abraçam uma idéia de modernidade, ainda que falsa.
Mas nossa música existe, é ouvida e em alguns casos, passa um recado.
Seja mainstream ou mais indie. Ela existe.
Olha a música indie brasileira aqui: http://www.tratore.com.br/
A existência de tanta gente ouvindo e fazendo música é algo inerente ao brasileiro.
Eu acho isso muito bom. =]