quinta-feira, 22 de março de 2012

Crítica - Ação Magazine Nº 02



Olá você!
Quanto tempo desde a crítica do primeiro número, não?
Sabem, eu acompanhei a Ação Magazine pelo Facebook e por outras mídias desde aquela época. Fiquei sentido quando soube do rolo que realmente aconteceu com o autor de Arcabuz, desde esse dia abandonei o grupo no Facebook.
Dou uma olhada no grupo de vez em quando e as coisas estão quase do mesmo modo de quando eu o abandonei: gente perguntando da revista e um sem-número de usuários que querem ser publicados, a despeito de terem lido ou não a revista.
Ok, sendo justo, pelo que vejo ali, a maioria NÃO LEU a revista e nem quer ler. Querem ser publicados, ter seus 15 minutos de fama e daí adeus para todo sempre.
Michel Borges, eu não sabia que o senhor tinha tantos clones, sabia?
Enfim, eu deveria ter escrito essa crítica faz tempo, me recordo que recortei os comentários que fiz de cada uma das outras histórias na crítica ao número 1 e mandei para cada um dos e-mails dispostos no site, na vã esperança que algum artista pelo menos respondesse.
Ah, como eu sou ingênuo!
Que o Alexandre Soares ( Alex Lancaster ) não me responderia isso eu sabia. Idem para o Sr. Will Walbr, autor de Madenka, que gentilmente me bloqueou no Facebook, afinal de contas, não sou digno de ver o que ele tem a dizer.
Agora, nenhuma resposta do pessoal de Tunado? Nada do pessoal de Jairo, que foi a história que eu mais gostei?
É, pelo visto o Lancaster baixou ordem geral lá pra não responderem nada de ninguém que tivesse vínculo com o Zé Roberto.
Ei preta véia, valeu hein?  Por essas e outras prefiro comentar coisas do pessoal novato do que dessa ralé que “ai, eu publiquei impresso, sou foda, rs.”
Sei...
Bom...*estala o pescoço* Bora pras críticas? Acho que já expurguei um pouco meu mimimi de ressentido(a).
Avisando desde já que a crítica está recheada de SPOILERS, quer dizer, eu falo mesmo o que acontece na história, se não quiser ler, não leia.
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Madenka – Capítulo 2:  Vocês devem se recordar que no último capítulo teve um gancho leve, levíssimo por sinal, mostrando que o Afrânio-Afrânio não tinha sido vencido completamente, né?
Pois é, ele volta no capítulo 2, cheio de graça para acabar com a raça do Madenka. De quebra, ele ataca a cidade onde o Madenka mora e o garoto e o Batala, o porco-do-mato mestre dele tem que se virar para segurar o dito cujo.
E como você deve imaginar, eles conseguem.
Uma coisa a ser considerada com respeito ao primeiro capítulo é que Madenka manteve o nível de ação do primeiro número, mesmo com menos páginas. 
Bem, eu ainda não simpatizei com Madenka. Por enquanto, minha postura perante a mesma continua sendo a mesma do capítulo 1: apatia.
Eu poderia ficar mais contente especulando sobre o que pode acontecer ou temas a serem abordados, como ocorre em Tunado, mas lendo o 2º capítulo de Madenka ainda não tive um estalo, uma idéia, algo que possa me animar a pensar sobre.
Ah, revelado que a menina lá amiga do Madenka, a Vaina é mesmo menina. Tinha batido uma dúvida brava no número 1 acerca do sexo dela.  Eu sei que é um personagem secundário, mas tu ver uma menina batendo bola e nenhum personagem comentar o gênero da menina numa linha que fosse, deixou isso obscuro.
Enfim, veremos se as coisas mudam. O final do capítulo 2 deixa claro que Madenka e Batala vão deixar a cidade e meter o pé no mundo, indo viver aventuras. Talvez a história melhore.
Se bem que senti pela falta da Sienna, a loba-guará cover da Lara Croft nessa edição. Eu achei ela uma boa personagem, mas bem, o Will manda no roteiro, né?
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Tunado – Capítulo 2:  Eu tinha comentado na última crítica que Tunado não tinha me chamado a atenção, PORÉM ele possui uma temática mais madura que Jairo e isso pode render histórias mais interessantes que o simples racha de carros pela madrugada.
Nesse capítulo surge um novo adversário para competir com Daniel, o cara é um canalha, isso nota-se de longe e quando ele desafia Daniel para um racha é que vemos o nível do cidadão, chamado Carlos.
“Você é um covarde como seu tio?”
Cara!
Eu gostei desse personagem. Fica claro que vai rolar um racha na edição 3 e que dessa vez, Daniel vai precisar bem mais que um drift para vencer.
Paralelamente, o pai de Daniel está investigando corridas ilegais com ajuda da polícia, o interessante é que o pai de Daniel é delegado.
Quer dizer, embora não pareça, o cerco está se fechando e mais cedo ou mais tarde o pai de Daniel irá trombar com o próprio filho.
Promete, ah, promete!
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Jairo – Capítulo 2:  Deveriam mudar o nome da história de "Jairo" para "Ivan", talvez.
Eu comentei que a presença do Ivan no primeiro capítulo saturou, não se sustenta mais. Era pra ele ter sumido no número 2.
Entendam, ele tomou uma senhora surra do Jairo. Sangrando, arrebentado.
Covardes como ele não ficam no pé do alvo em si, eles deixam pra lá, partem pra outra ou arrumam mais gente pra revidar.
Entendam, Ivan é um covarde!
Mas parece que vocês simplesmente ignoram isso e fazem essa forçada, essa mentira de segurar o Ivan perto do Jairo porque o Ivan é o "bandidão" que deve ser vencido pelo Jairo.
Mas lol, ele JÁ venceu.
De novo, não tinha necessidade de colocar o Ivan espancando o Vitor.
O que acontece depois? Jairo dá outra surra no Ivan e pfff, credo!
Sinceramente, espero que vocês me surpreendam pelo menos até a Ação Magazine número 4.
Se rolar alguma coisinha na Ação 3, melhor. Porque estou com uma impressão muito ruim de Jairo.
Eu gostei da história, entendem? Eu a acompanharia com prazer, mas esses erros bobos me irritam.
Eu perdoô a arte do Altair Messias, eu quero é ler uma história legal. Só isso. Pensei que Jairo poderia ser essa história, será que estou equivocado?
O número 3 e o número 4 vão ser minha resposta, sei disso.
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Bem, além das 3 aventuras que se iniciaram na primeira edição, as estréias da Ação Magazine são Rapsódia e Expresso.
E é delas que falarei agora.


Expresso, por Alexandre Lancaster ( Roteiro e Arte. )

A Mara, do site Mais de Oito Mil, comentou que as artes de Alexandre Lancaster para Expresso parecem antigas demais, retro demais, mesmo sendo uma história que fala de um começo de século com máquinas a vapor, inventos diversos e o Brasil ainda com suas tensões internas.
O personagem principal, Adriano, é um dos chamados "jovens inventores". Sua criação são braços e pernas mecânicos movidos a vapor. Adriano salva da Guarda Nacional um casal de camponeses e vai com eles para a cidade. Lá ele fica sabendo que existe uma disputa entre dois coronéis pelo controle da cidade.
Correndo em paralelo, misteriosos raios tem caído na cidade, matando pessoas e isso com o céu limpo.
Adriano é convidado pelos dois coronéis a tomar partido de um lado e tentar destruir o outro. Claro, ele não concorda com a situação e decide descobrir o mistério dos raios e dar um fim na disputa entre os dois malfeitores.
Spoileando agora, Adriano consegue, mas ao custo de mais mortes e a descoberta de um romance proibido entre os filhos dos coronéis.
E mesmo esse amor é apenas pretexto para mais mortes.
Gente má engolindo gente má é isso que mostra esse primeiro capítulo de Expresso.
Particularmente falando, eu gostei da história e das reviravoltas. A parte com a explicação do porquê dos relâmpagos saindo do chão e matando as pessoas foi meio maçante, mas válida pelo contexto da história.
Eu ousaria dizer que a melhor história da edição foi Expresso.
Mas ainda faltam uma meia-dúzia de coisas para a obra de Alexandre Soares me ganhar por completo.
Tem o caso da arte, eu não me importo tanto com isso, mas as outras pessoas podem não pensar como eu. Talvez seja o caso de conseguir um desenhista novo e passar apenas a roteirizar a coisa toda, como ocorre com a maioria das séries.
Embora o personagem Adriano seja um jovem, um tom sério permeia toda narrativa. As coisas não são bonitinhas e fofas, as pessoas sofrem e alguns não tem maiores objetivos na vida do que sobreviver.
E eu acho interessante esse clima. Passa uma idéia de realidade. Ou melhor é verossímil.
Mas ainda espero mais de Expresso, vamos ver como a história se desenvolve.
O que eu sei é que Expresso está mais para um Seinen do que um Shounen mesmo.
Pelo menos pra mim, claro!
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Rapsódia, por Fábio Sakuda ( Roteiro ) e Carlos Sneak ( Artes ).

O que eu posso dizer de Rapsódia...?
*longa pausa*
Bom, não tenho queixas por parte das artes do Carlos Sneak. O desenho dele é bonito, tanto que a capa da Ação Magazine 2 é dele.
Já comentei que não ligo tanto para traço, o que me interessa é a história sendo contada.
E nesse sentido é triste dizer que Rapsódia, para mim, é a pior história do número 2.
Primeiro, nomes escolhidos para os personagens.
"Ralph Reegampott". Jesus Cristo, de onde tu inventou esse nome, Sakuda? De boa. Representa pra mim aquele personagem de RPG de mesa que na falta de um nome melhor chutou qualquer coisa e tá legal.
E é interessante notar que não se usa durante a história o primeiro nome dele, Ralph, mas usam o termo Reegam. Até na chamada da história que está na página 3 está lá escrito Reegam.
Eu quero pensar que isso não é coisa de japa ( chamar pelo nome da família ao invés do primeiro nome ) disfarçada, porque assim: Ralph é um nome em inglês, eu sei que na Ação os nomes dos personagens puxam pra nomes comuns em português, excessões feitas a Madenka por razões óbvias.
Eu posso estar equivocado, mas chamar o protagonista de "Ralph" não vai matar ninguém. Fica até mais fácil do que pegar o sobrenome e quebrar, mas enfim isso fica a critério de vocês.
Agora, falando da história em si...
Reegam chega num pequeno povoado procurando sarna pra se coçar. Ele é recepcionado por dois garotos metidos a guardas. Depois de uma pequena confusão o pai dos garotos pega e coloca todos pra dentro.
Papo vai, papo vem, Reegam comenta dos gigantes, o pai dos garotos desconversa. Eles saem pra brincar.
Tá.
Sabem, uma coisa que sempre vi e sempre senti raiva quando lia histórias como Rapsódia, eram:
1. Ausência de maldade.
2. Ausência de coerência no cenário ou nos personagens.
É dose. O mundo medieval fantástico tem heróis, vilões, pessoas comuns, mas é isento de maldade real.
E quando o mesmo tem alguma maldade, ela beira a irrelevância. Não é maldade real, mas sim personagens excessivamente burros.
Eu já comentei isso quando critiquei aquela fanfic, "A jornada de lupe".
Qual não é o meu desgosto ao ver em Rapsódia os mesmos erros crassos dessa fanfic?
Explicando: quando Reegam e os garotos entram numa caverna aleatória, encontram o pai dos garotos com um gigante. O gigante, furioso por ter sido descoberto, vai pra cima, pega um dos meninos, sob o olhar atônito do pai.
Vocês estão acompanhando? O gigante pega numa mão um dos garotos. O garoto, coitado, deve ter no máximo uns 10 anos, é pequeno e fraco demais pro gigante.
O gigante o mataria sem esforço algum. E ele realmente os iria matar.
Não fosse o fato que o outro irmão do garoto preso saca o arco e flecha, atira contra o gigante e ele solta o irmão.
Ambos correm, deixando a caverna.
Seguinte...
SE, eu disse SE, o gigante fosse realmente mau como parecia ele matava ali o moleque. Até parece que ia esperar o outro usar o arco e flecha. O pai dos garotos não faria nada e quanto a Reegam, ele sumiu na cena.
Sumiu! Sim, sumiu!
Problema do erro não é o Reegam ter sumido, mas sim a situação em si.
Erro terrível, pelo menos pra mim, achar erro de fanfic mal-escrito numa história que se propõe ser "Épica".
Desculpa, "épica" é um termo muito forte pra essa história.
Muito forte mesmo.
Mas ok, erros existem para serem cometidos e se aprender com ele e não repetí-los.
Adiante na história, os meninos fogem, Reegam fala com o pai dos garotos e ele conta que por estar velho não tinha como vencer o gigante. Foi acertado um acordo, o pai dos meninos daria comida e  água para o gigante, e o gigante não os pertubaria.
Vocês estão vendo? Então prestem atenção, o gigante não é burro.
Ele fez um acordo com o pai dos meninos, o pai dos meninos foi vencido em combate e o povoado era pequeno, só tinha o pai dos meninos de herói ali.
Ora, se o gigante quisesse avançar sobre a cidade, quebrando tudo, matando geral, nada o impediria.
Ninguém ali os salvaria.
E sabendo que o gigante não é burro, ele colocaria a população sob seu julgo. Mandaria neles, ameaçaria, mataria eles.
NUNCA, mas NUNCA que ele aceitaria um acordo desses. Pra ele aceitar uma coisa dessas teria que ter alguma coisa que o ameaçasse. Que fosse um perigo real para ele.
E esse perigo real não existia até a chegada de Reegam.
Isso senhores é um vilão burro.
Poderia ter ficado só nisso, sério, mas teve mais besteira.
Mesmo.
Depois do papo do Reegam com o pai dos meninos, o pequenino vai atrás do gigante que está na febre do rato pra catar os moleques.
Os moleques cansam, param um pouco de correr e o gigante os alcança.
Engraçado que os garotos tentam enfrentar o gigante, claro eles não conseguem nada.
Um deles toma um tapa do gigante e voa, caindo no chão.
O outro fica com o pé do gigante em cima dele, a ponto de esmagá-lo.
Vocês estão acompanhando o raciocínio?  Então agora pensem.
A força de um gigante é muito maior que de um humano, isso é lógico. Os garotos são isso, garotos, pequenos, de pouca idade, como eu disse antes.
O garoto que toma o tapa do gigante cai, perde o arco e não se machuca seriamente.
Mas ei, EI, EI! O gigante agora a pouco tava querendo matar eles!
Mais, eles tiveram a audácia de levantar armas contra o gigante. Foram pra cima.
Eu não sei vocês, mas se eu fosse o gigante, não daria um tapa fraco no menino.
Daria um tapa forte.
Que aconteceu aqui? O gigante ficou com dó dos moleques?
Mas o pior foi o moleque que ficou preso debaixo do pé do gigante.
Se eu falar que o gigante fala lá umas coisas desmerecendo os moleques, chega o Reegam em cima de uma árvore, atalha com um discurso... não, um PUTA discurso contra ele...
E o guri fica ali, debaixo do pé do gigante escutando? O gigante não pisa nele, não o mata. Fica de papo com o Hullikim.
Vocês acreditariam?
Nem eu!
E o Reegam ATACA o gigante, ESQUIVA do gigante, DERRUBA o gigante.
E o gigante não pisa no moleque??? Oi, oi, planeta Terra, aqui é Lucas Silva e Silva! -q Eu estou no mundo da lua porque não estou entendendo mais nada!
Preciso contar o resto? Reegam vence o gigante, todos voltam pra casa e blablabla estamos felizes, weeee~ 
Cara...
Eu não sei o que dizer mais dessa história. Quando eu li coisas no blog de Rapsódia parecia legal, pela prévia tava legal também.
Eu abrir a edição e ver uma bosta merdolenta dessa, algo do nível de fanfic ruim, me doeu um bocado.
Sakuda, de boa, de boa mesmo, além de você, quantos mais leram o roteiro antes de fazerem o mangá, hein? Você, o Carlos Sneak....mais alguém?
Ninguém aí notou essa puta falha, esse puta erro na coerência não?
O Lancaster não leu isso não?
Deixou ir impresso a qualquer feita, qualquer preço e foda-se, foi isso?
Uma idéia me ocorreu agora, tu deve ter feito essa história quando era editor intocável, logo ninguém falaria que está ruim, acho eu. Brasileiro tem dessas merdas. É tu fica num carguinho um mílimetro superior, tudo que tu faz está certo, tudo que tu mostra é lindo, vai ver foi isso que aconteceu.
Não sei.
Agora, se tu não tava numa de “sou editor, riarriarriarriar~” devo pensar que a equipe da revista tá meio que cagando e andando uns pros outros, é isso? Confere produção? Eles são um grupo, mas é cada um por si e Deus por todos?  (claro, exceto pra aqueles que forem ateus! ).
Se for isso mesmo, então só lamento pra Ação Magazine!
Por quê esse “Seja o novo!” de vocês tá cheirando mais velho que um múmia!
Até o número 3, senhores!

domingo, 11 de março de 2012

Escrevendo Roteiros


Eai Fabião!Existe uma modos e regras para  escrever roteiros!Eu tenhos algumas ideias em mente e não consigo passar pro papel.

Pense nas histórias infantil, aquelas tipo Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Mil e Uma Noites, etc.
Todas elas tem um cenário, que é onde a história se passa.
Personagens, que vão contar o que se passa.
E toda história tem começo, meio e fim.
Entre os personagens deve existir o chamado conflito, que é quando as opiniões não batem, disputa de egos, etc.
Um exemplo de conflito seria o lance, lá nos X-men, do Wolverine querendo ficar com a Jean Grey, mas ela gostando do Ciclope.
Isso entre os personagens, claro.
Você precisar uma problema pros personagens resolverem ou fazer eles irem de um lugar a outro.
No caso da Chapeuzinho Vermelho, ela precisava ir pra casa da Vovó, mas no meio do caminho ela achava o Lobo.
Já leu "As Mil e Uma Noites"? Aquilo ali começa com a Sheherazade indo dormir com o sultão assassino de mulheres e dentro da história tem uma dezena de outras histórias, até o fim da história principal.
Seriam como as sub-tramas que aparecem na Guerra dos Tronos.
Histórias em geral seguem dois tipos básicos: tu pega os personagens e faz eles irem atrás de alguma coisa OU você pega os personagens e faz eles ficarem em um local e daí as coisas vão acontecendo.
One Piece tem muito do primeiro tipo. Batman por sua vez é normalmente focado no segundo tipo.
Normalmente esses "modelos" remetem aquela histórias gregas antigas, "A Iliada" e "A Odisséia", talvez seja interessante você ler essas histórias para ver como as coisas funcionam.
Espero ter ajudado! =]

sábado, 10 de março de 2012

Música Brasileira


Música brasileira. O que acha?

Música Brasileira engloba muitas coisas, desde o odiado funk carioca até MPB, passando pelo Tecno-brega da Banda Calypso até as marchinhas de Carnaval.
Eu diria num sentido mais geral que a música brasileira é algo muito diverso, produtivo, interessante.
O Brasil de forma geral é um país musical, que gosta de música e de fazer música.
Falando por mim, não escuto música com frequência, mas gosto de, de vez em quando, ler algumas letras, ver o que dizem.
Algumas me emocionam.
Só lamento um pouco que o povo em geral não conhece nossas raízes, aquelas músicas antigas porque abraçam uma idéia de modernidade, ainda que falsa.
Mas nossa música existe, é ouvida e em alguns casos, passa um recado.
Seja mainstream ou mais indie. Ela existe.
Olha a música indie brasileira aqui: http://www.tratore.com.br/
A existência de tanta gente ouvindo e fazendo música é algo inerente ao brasileiro.
Eu acho isso muito bom. =]




quinta-feira, 8 de março de 2012

Tempos do VHS

Olá!

Hoje acordei de madrugada e por algum motivo senti vontade de fuçar minhas coisas.
Sabem, eu tenho aqui comigo algumas fitas de VHS de animes da época quando eu era muito otaku ( hoje sou bem menos que antes, né? ) , eram fitas oficiais, lançadas pela Flash Star Home Video, Cannes Home Video e outros.
Pensei comigo mesmo que talvez fosse interessante falar desses animes e dessa época. Quando as distribuidoras de video traziam coisas para cá, a despeito de não termos mangás nas bancas.
Aliás, que coisa hoje em dia, né? Temos um monte de mangá licenciado e os DVDs e Blue-Rays de anime são praticamente inexistentes.
A foto que ilustra esse post são de alguns VHS que tenho aqui comigo. Penso de mandar converter os mesmos em formato DVD e depois mandar as fitas para algum sebo ou algo que o valha.
Vamos ver se rola as postagens dessas velharias.
Isso me lembra muito o antigo blog do meu considerado Valdoir Fernandes, o Dr. Bias, o Max Japan VHS.
Ae Valdoir, olha eu mantendo seu legado, gordão! xD

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ousadia




Vi este texto num site de um ilustrador brasileiro, o que achas Fab? "Não criamos e ou produzimos quadrinhos, personagens, ilustrações e projetos gráficos que incitam violência, drogas,sexo e discriminação racial, social, religiosa, sexual e política."


Pergunta tensa.
A gente não pode recriminar uma pessoa por fazer o que faz.
Veja, tu me diz que ele é ilustrador, logo é um artista.
Entretanto, a arte, independente da forma a qual seja apresentada ( desenhos, pinturas, textos, etc ) deve, sempre que possível, fazer quem a aprecia pensar, questionar.
Acrescentar coisas à vida da pessoa.
Não vou tirar o mérito de arte comercial que acrescenta pouco ou nada, como as novelas da Globo.
Mas daí acho que pesaria ao artista em si fazer um exame de consciência. A troco de quê ele limitaria sua capacidade criativa e crítica?
Quando o artista é novato e não aborda certos temas porque a cabeça tá meio trancada ainda vá lá, compreensível.
Mas o cara ficar a vida toda escolhendo o que fazer? Não dá.
Tem que ter ousadia, certos temas tem que ser abordados, SIM.
O mundo não é uma festa feliz onde todo mundo ama todo mundo.
É preciso mostrar os monstros, encara-los e vencê-los.
A Arte por si só é contraditória, provocativa, a Arte mesmo quer fazer com que tu se mova.
Pense em certos assuntos.
E não tem dessas de certos assuntos controversos serem tabu pra algumas pessoas, um bom artista coloca as bagaças lá, doela a quem doela e dá seu recado.
My Little Pony tem um episódio que fala de Corrupção ativa.
E é desenho animado que tecnicamente, é pra menina nova.
Mas ó lá os Bronies pelo mundo, caras de barba, adultos, que gostam.
Porque a parada do desenho é que é um desenho infantil sim, mas um desenho infantil INTELIGENTE.
Que tem sua dose de ousadia.
Ousadia essa que nosso amigo ilustrador aí se recusa a abordar.
Tudo bem, a vida é dele ele estraga como quiser.
Mas depois nem vem reclamar que "Ah, as pessoas não me dão valor!"
Claro que não. O cara se arrisca? Não. Tem que ser tudo dentro dos conformes dele, na regra dele, sem extrapolar.
Isso não é artista de verdade, é quando muito um projeto.
Triste isso. A vida vive nos provocando, mas a gente não pode provocar ela?
Aff!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Viver na Matrix


Vivemos numa Matrix?

Vivemos sim. Mas os computadores são alusões ao Estado, Igreja e Família.
Porque as pessoas dormem e não sabem da verdade? Isso é alusão ao nosso conformismo. Quem são os despertos por Morpheu? São as pessoas que sabem o que se passa e lutam contra isso. Mas note que a luta deles é invísivel para a maioria das pessoas.
E quem descobre a verdade é rapidamente eliminado, calado para não passar isso adiante.


Ilustradores



Ilustradores não são muito valorizados aqui no Brasil?

Num primeiro momento, sim!
Vc vê, quando tu mostra um desenho bonito ou mesmo uma cópia bem-feita, rolam elogios, dentro de certos parâmetros.
Aparentemente, fazer desenhos é algo bem-visto.
Mas pensemos no lado dos quadrinhos em geral, usando esse contexto.
O desenho pode ser bonito, mas no fringir dos ovos o povo comenta é o DESENVOLVIMENTO DA HISTÓRIA.
Com quem o fulano vai ficar no final, como o personagem xis pode fazer tal coisa, qual a identidade do beltrano, quem matou a menina xis.
As pessoas não se incomodam com o traço em si, desde que o nível do mesmo esteja razoável.
Falando de ilustradores em geral não conheço gente que fale expontaneamente de algum ilustrador.
Algo como "gosto de tal fulano ou de tal fulana".
Aliás, você viu a resposta do Lionel Ritchie? Ele cita o Luis Royo, ilustrador fantástico. Não vejo o pessoal comentando de ilustradores, mas de contadores de histórias, que é o caso dos mangakás e pessoal dos Comics.
Eu não vejo por exemplo o povo comentando do Hiro, que faz as ilustrações que vão nos papéis do Mc Donalds. Mas vejo o povo comentando de mangás, de coisas nacionais como Bando de Dois, mas isso tudo é quadrinhos, é história, boa ou ruim.
Eu diria que Ilustradores em geral que não vinculam seu nome em quadrinhos ou assemelhados tendem a ser desvalorizados pelos outros.
O Brasil não consome arte como outros países e isso afeta eles ( os ilustradores ) de uma maneira geral.
Mas já aconteceu de eu procurar ilustradores em geral e tomar um calote por uma razão ou outra. Quer dizer, se por um lado os ilustradores sofrem, por outro alguns deles primam por não ter senso de responsabilidade.
Assim fica díficil!


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Brasileiros



Ser Brasileiro é...


Ter sempre aquela esperança que as coisas vão melhorar.
E ficar acomodado esperando que isso aconteça.
E confiar quando não se pode confiar na pessoa.
Porque ela te enganou várias vezes e vai enganar mais uma vez.
É não cultivar valores maiores, mas gostar de falar que gastou tanto em alguma coisa, pra fazer inveja no outro.
Que por sinal, é tão pequeno quanto.
É ser mesquinho. É o cara lá dar pra ti de boa, sem pedir nada em troca uma bala de mel.
E você fala pelas costas do sujeito que a bala não presta porque é barata.
E quando esse mesmo sujeito te dá alguma coisa melhorzinha tu não sabe retribuir. Não acha que deveria fazer um agrado.
"Ah, não tenho obrigação!" enquanto isso tua carteira tá cheia de dinheiro.
Como se você fosse morrer e colocassem o dinheiro no teu caixão, pra ir junto contigo pro além.
Ser brasileiro é ser hipócrita. É tu se queixar de dores, de cansaço, fazer corpo mole, mas olha lá o cara que trabalha contigo HÁ MAIS TEMPO, está MAIS ARREBENTADO que tu, aguentando tudo QUIETO.
Porque o trabalho precisa ser feito.
Ser brasileiro é tu usar o infame "Você sabe com quem está falando?" diretamente ou indiretamente, porque você se acha muito superior a quem te questionou.
Quando na verdade é exatamente o contrário.
Ser brasileiro é tu tirar foto de mendiga doente mental cagando na rua e compartilhar em redes sociais, porque "é legal, é engraçado".
Mas você se esquece que no lugar daquela pessoa ali poderia estar alguém querido por você. E aí não seria engraçado.
Ser brasileiro é ser uma criança birrenta. Mesmo quando você já passou da idade de ser uma criança birrenta.
Cansei de ser brasileiro, de ser essas merdas todas aí.
O Brasil que eu quero não é esse monte de bosta.
E o Brasil que eu conheço só vai mudar quando esse monte de brasileiro que fazem essas merdas e outras que não citei morrerem.
Ou mudarem.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Como fazer um anime Harém de Sucesso!



Estava eu lendo alguma coisa por aí nas internets quando li o texto a seguir, que repasso a vocês.
Todos os créditos vão para Momo Noguiko e vocês podem dar uma olhada no blog dela indo aqui:
http://momononooto.blogspot.com

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Pois bem, hoje estou aqui para escrever um pouco sobre os famosos "Animes Harém", caso você não esteja familiarizado com este tipo de coisa irei explicar melhor sobre o que é isto.

Um "Anime Harém" é basicamente um anime com um cara looser que é rodeado por mulheres onde há uma (pseudo) história pra terem motivo pra mostrarem peitos e personagens femininas para venderem bonequinhos de PVC e travesseiros.


Mas não pensem que isso é terrivel! Pelo contrário, é ótimo pra tirar dinheiro de otaku que adora gastar dinheiro em algo assim, não estou aqui para criticar este tipo de anime, pelo contrário, estou aqui para escrever um guia para montar seu próprio "Anime Harém" e ganhar dinheiro como eles!


Aqui vai todos os ingredientes que você precisa pra criar um Anime Harém, boa leitura!



-Fazendo seu próprio Anime Harém-

Em poucos passos

  1. O principal sempre tem que ter a mesma cara de looser.
  2. Ter uma peituda.
  3. Ter uma peituda retardada.
  4. Ter uma peituda com óculos.
  5. Ter uma despeitada pra ficar comparando com as peitudas.
  6. Ter uma quantidade absurda de mulheres no mesmo cômodo que um cara looser.
  7. Algum motivo estúpido e impossivel para que o cara looser esteja morando no mesmo teto que as mulheres.
  8. Ter uma pirralha.
  9. Piadas de calcinha.
  10. Ter convenientemente termas e banhos públicos do lado onde eles estão.
  11. E nas termas TEM que ter a cena das mulheres se comparando e apalpando uma a outra.
  12. As mulheres devem tomar banho grupal SEMPRE.
  13. Se tiver luta, a roupa delas tem que virar pó nos primeiros 1 minutos.
  14. Ter uma lésbica.
  15. Ter duas lésbicas.
  16. Na verdade não faz diferença se são lésbicas ou não, todas vão sempre se derreter pelo main.
  17. Ter somente um homem(perdedor, mas um homem) na história toda (ou dependendo, NENHUM).
  18. Se houver mais de um homem, ele será sempre odiado por tudo e por todas as mulheres da história por algum motivo, por mais gostoso e boa pinta que ele seja.
  19. Inclua sempre uma garota tradicionalista japonesa.
  20. E que tenha uma arma afiada.
  21. Ter um mascote estranho (Pra ajudar nas vendas também).
  22. Mulheres que gritam "AHHH PERVETIDO" por qualquer coisinha.
  23. Mulheres que por mais que estejam no cio, o main NUNCA vai atacar elas.
  24. O Main ser mais inútil que uma pedra.
  25. Sempre tem uma tsundere.
  26. E ela vai ser com quem o Main vai ficar no final.
  27. A menos que ela seja muito pirralha e tenha uma mulher de cabelo rosa e materna.
  28. O main sempre apanha.
  29. Se houver uma disputa entre uma materna peituda e uma tsundere de peitos decentes mas não incriveis, a tsundere ganha.
  30. Todo Anime Harém deve ter pelo menos uma (ou mais) deste tipo de personagens:
  • Garota Robô
  • Garota Ninja
  • Garota Maid
  • Garota Maid Robô
  • Garota Maid Ninja
  • Garota Maid Robô Ninja
  • Garota Youkai
  • Garota Fantasma
  • Garota Feiticeira Atrapalhada
  • Garota Bakemimi (orelhas de animal)
  • Garota Lolita
  • Garota Nerd
  • Garota Vampiro
  • Garota Samurai
  • Garota Viajante do Tempo
  • Garota Cientísta Maluca
  • Garota Rica Mimada
  • Garota Alien
Este é o básico para criar seu Anime Harém, lembre-se, quanto mais clichê e personagens peitudas tiver, mais ele fará sucesso!
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Fonte:
http://momononooto.blogspot.com/2010/09/pois-bem-hoje-estou-aqui-para-escrever.html

sábado, 28 de janeiro de 2012

Podcast: Mundo Obscuro



O Mundo Obscuro foi um dos mais controversos podcasts de quadrinhos do Brasil. Mantido por José Roberto Pereira, autor dos livros "Mundos sem Sol" e "Mil Nomes: O Guardião do Infinito", sempre teve a crítica como seu prato principal, mas também se dedicando a criação de personagens e caminhos para o artista iniciante se manter em seu ofício.
Os podcasts não são recomendados para menores por conterem linguagem chula, mas seu conteúdo é inestimável para todos que desejam fazer quadrinhos no Brasil.


Download pelo 4shared: http://www.4shared.com/folder/IHzkKGoh/Mundo_Obscuro.html

Lista de Podcasts no blog Bk Highlander: http://bkhighlander.blogspot.com.br/p/links-de-podcast.html

O segundo link tem bem mais podcasts que na minha pasta do 4Shared, quem quiser dá uma olhada lá!