segunda-feira, 31 de maio de 2010

Graça e Beleza

O texto a seguir não é de minha autoria, mas o achei muito bonito em sua essência.
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A graciozidade enfatiza as formas arredondadas sobre as esculpidas, as leves sobre as refinadas, as desajeitadas sobre as vivazes.
A beleza atrai admiração e demanda um pedestal.
A graciosidade atrai afeição e demanda uma carícia.
A beleza é rara e brutal. A graciosidade, comum e generosa.

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terça-feira, 25 de maio de 2010

Recomendações - Podcasts

Esse tolo não costuma recomendar coisas.
Acontece que na real, eu acho que todo mundo teria que procurar suas coisas, pesquisar, porra, o Google acha qualquer coisa, desde que você saiba usar ele.
Mas a realidade é outra, então...
Cahem...
Nesses dias eu tenho ouvido dois podcasts legais sobre quadrinhos, livros, criação, essas coisas, pode interessar para você que como eu, gosta de criar.

O primeiro é o Diário Prático do Pedro Bahia. Pode escutar sem medo, o Pedro é do meio dos Quadrinhos e conta muitas coisas sobre isso:
http://diariopratico.mypodcast.com/

O outro é o Mundo Obscuro do meu mui considerado Zé Roberto, atenção que o louco solta uns palavrões e não tem papas na lingua, mas ele sabe das coisas!
http://obscuro.mypodcast.com/

Aliás, se alguém quiser recomendar algum podcast não tão conhecido, fique a vontade!
Valeu!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Este Blog apóia fanfics!


Ademais, nunca é demais dar moral para manifestações artísticas, não?
Fanfics são contos feitos por fãs de alguma coisa. Novelas, Bandas, Desenhos, Séries de TV, Filmes, qualquer coisa.
Isso é uma coisa muito boa, sabia? Porque quando o cara pega e se dispõe a escrever sobre algo que gosta, ele está abrindo a mente dele a aprender coisas novas.
E, caso ele seja bem direcionado e curioso, pode virar não só um bom escritor, um artista das letras (oh! ), mas uma pessoa com um senso de mundo e de pessoas muito melhor!
Ou você vai me dizer que assistir as tranqueiras da TV ajudam alguma coisa?
Ah, faz favor!
Só que assim, esse blog apóia fanfics, mas chegou ao meu conhecimento tem um pessoal aí que tá fazendo meio de vida com fanfic!
Pô, aí também não!
Em primeiro lugar, fanfic é uma obra derivada, por mais que você acrescente coisas, não é uma obra tua, é um extra, e só. Pode ser bem-escrito, ter desenhos melhores que o da obra original, mas ainda assim é algo de outra pessoa!
Presta atenção!
Quando você escreve um fanfic, tem idéias sobre as coisas mal-explicadas dele, pensa o que poderia ter acontecido com o personagem tal se ele não tivesse caído na mentira que o personagem outro contou, isso tudo é exercício para sua mente, te ajuda pra caramba.
Mas quando as idéias ficaram grandes demais para serem comportadas só dentro de um singelo fanfic de qualquer coisa, então meu caro, é hora de pegar elas, juntar em algo seu e tocar a idéia pra frente.
Largar de fazer fanfic?  É, é, isso mesmo. Se o fanfic ficou pequeno demais pro que tu pensa, inventa por si só!
Na Europa, EUA, Japão, Coréia, fazem assim. Lá eles não vivem de fanfic, isso não existe. Fanfic é um exercício interessante, mas não deve ser levado a sério, não é pra tu fazer mundo e fundo de fanfic. Isso é parasitismo e mostra que você, a tua cabeça, ou está presa lá no passado ou que tu é simplesmente um mau-caráter preguiçoso que acha mais fácil fazer fanfic e deitar e rolar nas graças de uns e outros do que pensar suas coisas.
Eu volto ao assunto.
Até!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sem Comentários!


Boa tarde.
Estou passado, passado, muito passado.
Passado não, ESTOU PUTO DA VIDA!
Mano, mano, pelamordedeus, que é isso?
Eu queria não ter lido uma merda tão grande dessas, mas eu li.
Artistas Brasileiros trabalhando na Jordânia!
É, Jordânia!  Sabe onde fica isso?
Nem eu.
Aqui a tragédia.
http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n03092009_03.cfm
E o que me matou...

"Como quase não há profissionais de quadrinhos no Oriente Médio, Suleiman Bakhit, CEO da Aranim (e também filho do ex-primeiro-ministro da Jordânia), encontrou o Edu (Francisco) via Deviant Art. E foi ele, com quem trabalhei em Victory, que me indicou", contou Marcelo Cassaro ao Universo HQ.

Ah...Entendo, quase não tem desenhista na Jordânia, então, é razoável pensar que nossos artistas podem ir lá, faz o trampo e tá barato.
NÉ?
Acho engraçado isso ter saído da boca do Cassaro. Do jeito que ele fala parece que aqui temos quinquilhões de quadrinhos nacionais, logo vamos exportar mão-de-obra, lol rs.
Fico pensando comigo se esquizofrenia tem cura.
Ou melhor, se é contagiosa.
Se for, quero se contagiado para viver nesse mundo feliz onde os artistas podem ir pros EUA, pro Japão, pra Jordânia e acharem normal, afinal de contas o Brasil não precisa disso!
Temos Maurício de Souza!
Glória.
Oremos.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Trabalhos Nacionais?

Este tolo aprecia trabalhos nacionais.
Sim,sim, aprecio. Gosto mesmo.
Vocês sabem porque as coisas não andam direito por aqui para nossas artistas?
Porque falta contato, convívio dos artistas com seu público.
Pense comigo: antigamente, os artistas pegavam os anseios de seu público porque eles tinha um
feeling, uma percepção boa, mas isso ficou pelo caminho e quem hoje em dia tem essa percepção
está fazendo tudo, menos quadrinhos.
Então é preciso pensar outras coisas, não?
Pensemos na internet.
Hoje em dia é rídiculo de fácil fazer um site, os custos para ter um próprio domínio não são mais
tão altos, e o principal, tem mais gente navegando por aí que antigamente.
Não amaldiçoem tanto assim a inclusão digital!
O que esse pessoal que navega procura?
Diversão naturalmente, só ver a quantidade de acessos em sites de humor, música e gente
procurando coisa para baixar por aí, música,filmes, jogos...
Não vou entrar no mérito de isso ser pirataria ou não, o que estou dizendo é que para o pessoal
fazer isso é porque eles querem uma coisa: se distrair.
Aí eu pergunto, porque não com quadrinhos?
A internet possibilita uma proximidade muito grande dos autores com seu público. Dá pra saber
na hora, na lata se eles estão gostando ou não do seu trabalho.
Ok, você pode me dizer que ninguém comenta nada, mas mesmo sem comentar fica registrado o
acesso aquela página, aquele trecho da história.
Daí deve partir do autor a análise de porque aquela sequência em especial teve relevância para quem
leu.
E a real é que os artistas daqui não sabem ver isso. E quando recebem um comentário um pouco
mais elaborado, se embolam todos, não sabem o que fazer; daí ficam na mesma.
Isso porque eu ainda não toquei no assunto dos ataques gratuitas, dos comentários de uma linha, entre outras coisas.
Fique por perto, eu volto ao assunto.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Mentiras que nos contam


Esse tolo que vos fala já escutou muitas mentiras.
Uma me aflige em particular: aquela que diz que a criação dos filhos cabe aos pais e se os filhos se tornam uns merdas, pronto, a culpa é dos pais e ponto final.
Isso é uma gorda mentira.
Cito eu mesmo como exemplo.
Minha mãe se divorciou com meu pai quando eu e minha irmã éramos pequenos, eu tava com 12 anos na época, ela com 11. Sim, um ano mais nova.
De lá para cá, minha mãe cuidou de mim e dela com todo afinco, nos dava atenção, nos cuidava, não era como essas mães que tem por aí hoje em dia que largam os filhos ao Deus-dará e viva la vida.
Ganhamos agrados em aniversários, festas de fim-de-ano, éramos, por assim dizer, amigos.
Mas desde pequena, como dizia minha mãe, minha irmã puxara pelo lado do meu pai, e quando cresceu...bem, não ficou muito diferente de como era quando criança.
Faltava humildade.
Não que minha mãe não fosse orgulhosa, ela era e ainda é orgulhosa para caramba.
Contudo, no fringir dos ovos, minha mãe deixava o orgulho de lado e fazia o que tinha que fazer; esse era o diferencial, o norte que permeava ( permeia ainda ) suas ações.
Minha mãe completou 70 anos ontem.
70 anos de vida do meu lado, nos apoiando, tentando nos ajudar, fazer sacríficios por mim e minha irmã. Cuidando de meu sobrinho, já que minha atrapalhada irmã não consegue por norte algum na própria vida.
Sim, minha irmã está com 32 anos, mas continua errando, algumas vezes de forma absurda na vida.
Errando demais, digo por mim mesmo.
E não foi caso de criação errada. Não foi caso de mãe ausente, não foi caso de falta de exemplo dentro de casa.
Minha irmã literalmente fodeu a vida dela porque ela, minha irmã, assim quis.
Simples assim.
A vida é dela, ela estraga como bem entender.
É isso.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Mudanças!

Seguinte.

Leitores desse blog, devem ter notado que a url dele mudou, alterei algumas coisas nele e o mais importante de tudo: coloquei um aviso de conteúdo adulto antes de acessá-lo.
Porque estou fazendo isso? Sinceramente, eu não posso me furtar o direito de falar o que eu desejo. Não posso ficar falando nas entrelinhas, sem dar nome aos bois, sem poder falar o que eu penso realmente, entendem?
Compreendo que tem coisas que não adianta falar, as pessoas não escutam, mas eu me furtar o direito de falar o que eu quero, no fim das coisas só prejudica a mim mesmo.
Imaginem uma panela de pressão no fogão. De vez em quando você precisa tirar um pouco da pressão dela, no caso dela ser meio velha, para que ela não exploda.
Pode parecer rídiculo, mas as pessoas são assim também. Eu também sou assim.
Comofaz// nesse caso?
Então, a partir de hoje, sempre que eu postar nesse blog, se tiver que ter palavrões na postagem, elas terão. Se tiver que ter imagem mais forte, como essa que ilustra essa postagem, ela terá.
É isso!
O Tolo agradece!

domingo, 18 de abril de 2010

Taxação de preços em cima de videogames?


Olá!

Seguinte: você já parou para pensar porque cargas dágua um jogo de pc, quando saí, custa no máximo uns 100 Reais e um jogo de videogame sai por 100 reais ou ( muitas e muitas vezes ) até mais?
Por causa de taxação em cima de videogame, cara!
Tem imposto demais nessa coisa! Imposto até dizer chega, daí o preço dessa coisa vai pro espaço e a gente se vira comprando produto pirata né?
Tem um proposta de lei para tirar esses impostos de cima dos videogames, e assim estimular a compra de produtos oficiais, mas ela tá parado a anos no Congresso Nacional!
Que tal mudar isso?
Vai aqui: http://www.impostojustoparavideogames.com.br/index.html
E acompanhe pela Câmara dos Deputados aqui:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=343613

Bora meu, os tempos são outros!

sábado, 13 de março de 2010

Tranqueiras!


Senhores, não é brincadeira.
Acabo de arrumar meu quarto aqui, é impressionante a quantidade de coisas que estão acá encostadas, sem uso de nada.
É VHS velho, livros, revistas esotéricas, revistas informativas, xerox de apostilas da época que eu estudava...
Olha, não dá pra ficar com tanto lixo assim. Não no meu quarto, tenham dó, né?
Vou pegar um dia pra arrumar isso tudo, daí vou fazer outra lista aqui no blog e vou doar as coisas que não me interessam mais.
É isso!

terça-feira, 9 de março de 2010

Doutor Sócrates has correct!

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=6132

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Tecnicamente viável
26/02/2010 20:49:20
Sócrates

O meio do futebol é extremamente complexo e interessante. Agrega indivíduos de diferentes formações e origens, pessoas com sonhos e realidades distintos sempre em busca de suas realizações pessoais.

Contrapõe-se a esses sentimentos individuais intensos um compromisso coletivo de concretização dos objetivos. Essa dicotomia é o agente gerador, catalisador e muitas vezes destruidor de todo o processo.

Ter em mente a importância de respeitar os diversos fatores que interferem na boa convivência entre os vizinhos é questão primordial para alcançar o sucesso. Na estrutura que rege o ambiente futebolístico, um posto em particular merece toda a atenção: o técnico. Em razão de sua posição e do poder de escolher esse ou aquele jogador para vestir a camisa titular da equipe, ele é o responsável por propiciar ou restringir a possibilidade de ascensão de cada integrante do elenco e por isso mesmo é visto sob a ótica da desconfiança, do medo ou da admiração, dependendo de como trata cada um dos seus atletas. Saber lidar com as diferentes reações não é algo simples e geralmente produz sequelas nem sempre sanáveis.

Há técnicos boicotados pelos jogadores principalmente quando querem se impor pela opressão, resultado de uma postura no mínimo contestável. O treinador deveria atuar em linhas de comportamento mais maleáveis, mais democráticas. Quando ele se coloca como deus, dono do conceito absoluto da verdade, o técnico entra em absurda contradição. Nessas ocasiões ele assume um poder muito maior do que tem, o que cria conflitos. Acaba tentando determinar um tipo de conduta exigindo que todos acompanhem seu pensamento.

Na verdade, o técnico deveria servir como catalisador de expectativas, emoções e sentimentos para que possa gerar um objetivo comum. O futebol, apesar de ser um esporte coletivo, apresenta uma concorrência intrínseca, e a presença de alguns dos nossos piores sentimentos, como a inveja e o ciúme. Por isso a necessidade de estarmos atentos a todas as variáveis.

Se você entra em contato com um grupo disforme, marcado por conflitos anteriores ou que se desequilibra com a chegada de um novo integrante, há de se criar linhas opcionais para agregar os componentes. De nada adianta administrar o passado. Ao criar fatos novos, novas condutas, há maior possibilidade de aproximação. Quando, devido à premência de tempo, há a necessidade de, às pressas, formar um novo grupo, este se fará bastante heterogêneo. Assim como experiências e expectativas distintas e com inúmeros vícios de conduta.

Iniciar um processo em que regularmente se promovam discussões sobre assuntos diversos e de interesse da maioria cria uma proximidade interessante. A partir daí, surgirá uma relação diferente entre as pessoas do grupo, com maior intercâmbio de informações e mais interesse para com os companheiros. Um resultado excepcional, nascedouro de um vínculo muito grande entre todos os que estão integrados ao processo.

Dentro de campo tudo ocorre de forma semelhante. Quando um treinador tenta de todas as maneiras impor uma forma de jogar, fatalmente estará confrontando características de vários de seus jogadores e, consequentemente, limitando seus desempenhos. Esse é o primeiro passo para a derrota coletiva, não só por culpa da parca utilização do potencial do time como também pelo sentimento nascente envolvendo o descrédito em sua capacidade de comando e entendimento sobre o jogo em si.

Nada pior para quem se mete a técnico de futebol do que ter em mãos um time que não acredita nele. Questões como essas são, talvez, mais relevantes do que a peregrinação de um profissional por inúmeras equipes, como se cigano fosse, algo tão presente aqui debaixo do Equador.

Por outro lado, ainda que de forma empírica, quando um novo treinador chega a uma equipe, parece que uma transformação se instala e geralmente os resultados imediatos começam a acontecer. Logicamente, não por causa da capacitação do recém-chegado, e sim pelo fato de que a mudança de comando gera ansiedade, mas também uma injeção de ânimo novo no coração daquela sociedade.

Uns lutam para preservar os postos conquistados anteriormente e todos os demais por acreditarem em uma nova oportunidade para desbancar os titulares. Como podemos ver, nada nesse meio é simples nem coerente. Trata-se, isto sim, de uma gigantesca guerra psicológica entre muros de qualquer instituição onde qualquer detalhe pode provocar o sucesso ou a derrocada. •
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Fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=6132