domingo, 30 de junho de 2013

Postagem programada? Como fazer?

É mais simples do que aparenta!
Sabe quando você não tem tempo para publicar no seu blog?  Ou quando precisa manter o blog funcionando por algum tempo enquanto você está ausente?
Para isso servem as postagens programadas.
Atualmente você pode programar postagens em blogs  do Blogger, Wordpress, Tumblr e mesmo em redes sociais, como o Facebook e o Twitter.
No Blogger (blogspot), faça sua postagem normalmente. No painel à direita clique no botão "programar".
 Em seguida, deixe marcado "Definir data e hora".
Clique no dia que você deseja que a postagem seja feita. Faça o mesmo com respeito ao horário.
 Clique em "Concluído".
Pronto! Quando o dia e o horário chegarem, a postagem será publicada em seu blog.
Nos links a seguir, como fazer postagens programadas em outros sites:

Tumblr: http://www.tumblr.com/docs/br/advanced_post_options#schedule-how

Páginas no Facebook: http://www.tecmundo.com.br/como-fazer/26634-facebook-como-agendar-uma-postagem-em-uma-pagina.htm 

 Twitter, usando o programa Buffer: http://www.otimizarblog.com/redes-sociais/programar-postagens-no-twitter-e-facebook-e-com-o-buffer/

Twitter, usando o programa Tweet Deck: http://ziggi.uol.com.br/blog/como-programar-postagens-no-twitter-com-o-tweetdeck

Por sinal, essa postagem foi uma postagem programada, Rá!
É isso, até mais!

sábado, 29 de junho de 2013

Vocês pensavam que eu tinha parado?






E o pior é que eu tinha parado mesmo!
Não foi um ano fácil. Em meio a minhas esperanças e perspectivas de vida me perdi em devaneios sobre eu mesmo.
Nisso, o blog e o deviantart ficaram parados.
Não mais.
Vou usar das postagens programadas para deixar algumas postagens prontas aqui. Ah, se vocês não sabem como usar isso, vou deixar explicado num outro post.
Muitas coisas aconteceram desde meu último post, de Janeiro. Quero trazer de volta ao blog as críticas e outras coisas que eu fazia antigamente, como as promoções de dar gibis e livros de graça.
Fique por perto. O Tolo Fala voltou.
Abraços!


domingo, 20 de janeiro de 2013

O que esperar para 2013?


Em matéria de quadrinhos nacionais, claro! 

E passou o Natal, chegou 2013 e cá estamos nós.
Nesse meio tempo tenho pensado em uma série de coisas e gostaria de compartilhar com vocês.
Esses últimos meses tenho lido e observado por aí muitas coisas com respeito a quadrinhos e similares.
- A Ação Magazine, ao contrário do que possa se pensar, não morreu. A mesma não foi mais para as bancas sendo vendida apenas online, pelo menos até o dia de hoje ( 20 de Janeiro de 2013 ) e penso eu que ela nunca mais verá as bancas.
- Ainda no campo impresso e bancas, Luluzinha Teen chegou à edição 44, passando em quantidade de números a (quase) sempre festejada "Holy Avenger".
Na internet, provou-se por 1+1 = 2 que fazer webcomics e depois investir em impresso funciona.  Ledd e o almanaque do Petisco Webcomic estão aí, além de outras webcomics que ganharam seus impressos em 2012.
O ano de 2013 promete muito para os quadrinhos nacionais.
Alguns dos títulos esperados para esse ano ( pelo menos por mim, né? )
- Helena, pela editora New Pop. Produção do Estúdio Seasons.
- Mitsar, também do Seasons, agora em volume encadernado e com a história 7 Dias em Alesh, publicada no começo do ano 2000 pela extinta Hant Editora.  Também pela editora New Pop.
- Hansel & Gretel, mangá com roteiro de Douglas MCT, arte da novata Rafi Blueberry e arte-final de Fred Mangaká. Prometido a anos e envolvido numa longa novela, a primeira edição das aventuras dos gêmeos albinos deverá chegar às bancas esse ano.
- Gingatoche, quadrinhos também de autoria de Douglas MCT com desenhos de Pedro Cobiaco.
- Continuação de O Príncipe do Best-seller e Vitral. As duas séries pareciam estar canceladas, mas voltaram a ser feitas. Para 2013 espero poder ler o fim de OPBS ( são 6 edição ao todo, 3 já foram publicadas ) e o desenrolar e fim de Vitral ( são 12 edições no total ).
- Espero também nesse ano ver o fim das séries de Quadrinhos da Editora Crás: Em busca das estrelas e Deus-Sol e ver a continuação de World Police e Justice Blades.
- Ver o Dead Zone que foi anunciado ano passado pela editora New Pop. Espero que o Fábio Sakuda tenha melhorado seu roteiro, afinal de contas, histórias com zumbis viraram meio que moda por causa dos quadrinhos e seriado de TV do The Walking Dead. De repente, pode ser que a história saia legal.
Eu poderia deixar essa lista imensa se fosse considerar os quadrinhos independentes, mas sinceramente, os únicos títulos que espero acompanhar esse ano são esses. Se aparecer alguma coisa em webcomics ou impresso eu comento aqui.
Mudando um pouco de assunto, estive pensando sobre o blog em si.
Desde o ano passado tenho me envolvido com pessoas que mexem com quadrinhos, com contos, que repassam informações para os outros...
Não vou mentir, eu evitei de fazer críticas ao trabalho dessas pessoas. Fiquei receoso do que poderiam pensar de mim. Sei que enquanto não falamos o que pensamos de certas coisas tudo corre perfeitamente bem.
Basta um comentário contrário e mundos desabam, para o bem ou para o mal.
Contudo me peguei num dilema: se for para eu criticar apenas quem eu não gosto, qual a valia das críticas? Ora, estarei apenas fazendo o mesmo que os outros fazem que é fazer postagem-propaganda, ou elogiando coisas horríveis como o odioso Anarriê.
Acho que se eu quero ser um crítico de verdade, preciso aprender a criticar até quem eu gosto.
E se isso implica criticar o Thiago Spykked da Editora Crás, a Dayla Assuky, o Estúdio Seasons ou quem quer que seja, que assim seja!
Ausência de crítica é um erro. Mas para mim ser parcial na escolha de quem merece críticas também o é.
Por enquanto é só, até mais!

sábado, 15 de dezembro de 2012

The Walking Dead, os Quadrinhos!


Olá!

Me pediram para falar de "The Walking Dead" história em quadrinhos conhecida aqui no Brasil pelo nome de "Os Mortos-vivos" saindo em edições especiais encadernadas pela Editora HQM, de São Paulo.


O Começo de tudo

Vocês devem ter lido a minha primeira matéria sobre o Fest Comix 2012, pois bem, foi a partir dali que conheci os quadrinhos de Os Morto-vivos, ou melhor, The Walking Dead.




Durante o evento foram dados de graça exemplares da nova edição da revista, agora com periodicidade mensal e seguindo a numeração original dos EUA.
Vale lembrar que a edição americana impressa de The Walking Dead ( TWD, abreviado )já passou do número 100 lá e é um sucesso em vendas, mesmo com os norte-americanos tendo a farta quadrinhos digitais e webcomics em sites.

Veja o Top20 das revistas mensais mais vendidas de outubro nos EUA:
  1. 303,722           Uncanny Avengers #1
  2. 171,142           Avengers vs. X-Men #12
  3. 148,205           Batman #13
  4. 117,752           Justice League #13
  5. 105,420           A Plus X #1
  6.  91,814           Green Lantern #13
  7.  76,392           Detective Comics #13
  8.  75,298           AVX vs. #6
  9.  74,378           Walking Dead #103
  10.  73,272           AVX Consequences #1
  11.  69,606           Marvel Now Point One #1
  12.  67,241           Action Comics #13
  13.  65,981           Uncanny X-Men #20
  14.  65,271           Batman The Dark Knight #13
  15.  63,097           Batman and Robin #13
  16.  62,799           AVX Consequences #2
  17.  62,495           Avengers #31
  18.  61,529           Earth 2 #5
  19.  60,888           Batman Incorporated #4
  20. 59,896           AVX Consequences #3
Mais de 70.000 exemplares impressos vendidos, a marca do sucesso de TWD em seu país de origem.
Fonte: Action & Comics.

Sobre as Edições Brasileiras

TWD ou melhor, Os Mortos-vivos vem sendo publicado em edições especiais com 148  páginas, contendo arcos completos de história. A última edição brasileira é a número 10, com o título de "Aquilo que nos tornamos" e compreende as edições 55 até  60.
A nova edição brasileira ( mostrada no começo dessa matéria ) começa do número 1 e pretende seguir a numeração normal até alcançar a numeração estrangeira.
Nada pessoal, mas eu acho mais produtivo para quem for colecionar comprar mesmo a edição encadernada, porque a nova edição, agora chamada de The Walking Dead possui poucas páginas e a periodicidade mensal pode tornar o ato de colecionar a mesma algo cansativo.
A revista é toda preto-e-branco, com bons desenhos e principalmente história. Além disso, contém comentários do autor, Robert Kirkman um extra interessante pelo menos pra mim.

A História

Rick Grimmes é um policial de uma cidade pequena no interior dos EUA. Durante uma missão, ele é baleado por um criminoso e acaba no hospital. Quando acorda e se vê sozinho no quarto Rick procura por ajuda e constata que todo hospital está deserto. Ou pelo menos assim ele pensava.
Abrindo inadvertidamente uma porta trancada do hospital ele se vê diante de uma multidão de mortos-vivos. Assustado, Rick foge deles, deixa o hospital e tenta voltar para casa. Apenas para ver tudo destruído pelo caminho e a presença de mortos-vivos em praticamente toda parte.

O Drama , A Ousadia e a Esperança

TWD é, nas palavras do autor, Robert Kirkman, "Um filme de zumbis que nunca termina(...)". Com esse contexto espera-se uma história cheia de drama e sobrevivência por parte de Rick e demais personagens.  E é isso mesmo que a história dá.
TWD não fala apenas de zumbis, sobrevivência, mundo devastado, mas sim fala principalmente de drama.
Começando com Rick Grimmes e se estendendo aos familiares de Rick e as pessoas que ele encontra pelo seu caminho. Muitas vezes durante a série é possível ver humanos que perderam o senso de até onde devem ir pela sobrivência, e por isso mesmo se tornaram monstros, mais animalescos que os próprios zumbis em sua busca eterna por carne humana.
Ao mesmo tempo que trata de drama, TWD tem sua dose de ousadia com personagens homossexuais dentro do contexto. Embora o grupo de personagens varie de um arco de história para outro, a presença de personagens gays torna a obra mais realista num contexto mais geral.
Tudo se passa nos EUA, certo?  Um EUA devastado por zumbis, mas ainda com a presença de homossexuais. E mesmo assim, com tanta coisa acontecendo errado, TWD não é uma história depressiva, em muitos momentos ela invoca aquilo que faz os EUA serem o que são, lutadores mesmo contra as maiores adversidades.
Mesmo que essa adversidade seja um apocalipse zumbi.
Eu poderia dizer que TWD tem muito do espírito dos super-heróis nele, mesmo sendo uma história que fala essencialmente de pessoas comuns, sem poderes ou armas altamente tecnológicas.
Os personagens lutam, amam, sofrem, tentam manter sua humanidade intacta.
E isso faz deles personagens muito especiais.

Finalizando...

Eu confesso que em muitas passagens, TWD me arrancou lágrimas e me empolgou muito. Li a edição nova que saiu e me empolguei a acompanhar a série. Baixei scans ( links mais abaixo ) e penso seriamente em comprar os encadernados. A série é ótima, seja em roteiro ou desenhos.
As coisas deram tão certo para TWD que uma série televisiva foi lançada e atualmente se encontra na terceira temporada, sendo também um sucesso.
Robert Kirkman colhe os frutos de seu trabalho, assim como Tony Moore ( desenhista original da série ) e Charlie Adlard ( atual desenhista ).


Links!

As HQs de The Walking Dead podem ser baixadas pelos seguinte sites:
Coringa Files:  http://www.coringa-files.com/
Ndrangueta & DeckArt:  http://ndrangheta-br.blogspot.com.br/
Vertigem Scans:  http://vertigemhq.blogspot.com.br/

No entanto, reforço, comprem as edições impressas. Essa história merece todo reconhecimento que tem.
Eu mesma(o) nunca fui de ler histórias de zumbis, me interessei demais pela série em si. E se aconteceu comigo, pode acontecer com você também.
As edições brasileiras de The Walking Dead podem ser encomendadas diretamente pela Comix Book Shop ou qualquer loja de quadrinhos online.

- Comix Book Shop: http://www.comix.com.br
- Banca 2000: http://www.banca2000.com.br
- Loja HQM: http://www.lojahqm.com.br/2008/index.php



(...)
No segundo que colocamos uma bala na cabreça destes monstros...No momento que martelamos a cara deles...Ou decepamos a cabeça deles.
Nos tornamos o que nós somos.
E é só isso. É onde isso chegou. Vocês todos não sabem o quê somos.
Estamos cercados pela morte.
Estamos entre eles...E quando nós finalmente desistirmos, nós nos tornaremos um deles.
Você acha que nos esconder atrás dos muros vai nos proteger desses mortos-vivos.
Você entende isso?
Nós somos os mortos-vivos! ("We are the walking dead!", no original ).
(...)
- Rick Grimmes, TWD #24, páginas 19-21.

É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Fest Comix 2012: Eu fui!




Olá!

Bem, eu tinha prometido para a Angie uma matéria falando da Fest Comix 2012, então cá está ela!


O que é a Comix?

A Comix Book Shop é uma loja de quadrinhos, figuras de ação, DVDs e outros objetos instalada em São Paulo desde 1986. Ela possui em seu site uma loja virtual que vende todos os artigos encontrados na loja física e desde 2001 realiza em São Paulo o Fest Comix, onde se vende todos os itens da loja por preços reduzidos.

E o Fest Comix?

Eu me lembro que o Fest Comix bem antigamente era realizado no prédio onde fica a Fundação Casper Libero, conforme os anos foram passando e o público aumentando, o evento tem sido realizado no Centro de Convenções São Luis desde então.
Paga uma quantia para entrar no evento, mas nada demais, esse ano o custo foi de 10 Reais, uma vez lá dentro você poderia ir comprar os mangás e quadrinhos que desejasse com desconto ou participar das atividades e palestras que ocorrem lá dentro.
Entre as atividades, videogames ligados direto, cosplays e palestras com artistas envolvidos com lançamentos que aconteciam no evento.
Ah, e mesmo os lançamentos vinham con descontos em relação ao preço de capa.
Esse ano a quantidade de pessoas extrapolou as expectativas. A fila para comprar um ingresso e entrar no evento dobrava o quarteirão, eu mesma(o) não pude entrar num primeiro momento. Saí para dar umas voltas com amigos e voltamos mais tarde.
Pensem num lugar cheio de mangás. Não só mangás de praticamente TODAS as editoras, mas também quadrinhos de super-heróis, Marvel DC, Image, Quadrinhos alternativos brasileiros, Mônica Jovem, Luluzinha Teen, quadrinhos desse ano, de 3, 4, 8 anos atrás ( quando os mangás começaram a pegar forte no Brasil ).
Tinha tudo isso lá.
Alguns títulos poderiam ser adquiridos por R$ 1,00. Sim, você não está lendo errado, tinha revista lá saindo a UM REAL. E o que não estava a esse preço tudo tinha desconto em cima do preço de capa.
Não me admira que tinha fila para entrar lá. Guardadas as proporções acho que não seria errado pensar que o Fest Comix é a coisa mais próxima do Comic Market do Japão, aquela lendária convenção anual de quadrinhos onde os artistas japoneses vão vender seus mangás feitos em casa ( chamados doujins ).

Presenças  Internacionais

Todos os anos a Fest Comix recebe autores nacionais e estrangeiros durante o evento. Esse ano, a presença de autores de Mahwas ( os quadrinhos coreanos ) foi um dos pontos altos do evento.
Park Sang-sun é a autora de Tarot Café e Ark Angels, ambos publicados no Brasil pela Editora New Pop.
Kim Byung Jin é o desenhista de Chonchu - o Guerreiro Maldito, publicado aqui no Brasil pela Editora Conrad.
Essas coisas fazem eu pensar que talvez o dia que teremos algum mangaká famoso por aqui não esteja distante.

Uma opinião pessoal

Eu coloco mais fé na Fest Comix do que em Eventos de Anime convencionais, como o Anime Friends. A premissa da feira é sincera: vender quadrinhos mais baratos e ter outras atrações. Só por isso ela funciona muito bem. O preço da entrada não é salgado como nos eventos e com um pouco de dinheiro você pode sair de lá até com coleções completas de mangás, que são vendidos em pacotes fechados e claro, já com desconto.
O espaço para alimentação é pífio, mas oras, o evento acontece no centro de São Paulo, uma caminhada de 2 minutos e você acha uma lanchonete ou restaurante.
Ou mesmo tem uma opção de se levar um lanche e comer lá.
Um outro aspecto negativo da Fest Comix é a ausência de um espaço para o pessoal que faz fanzines. Simplesmente não tem, o que ocorre é quando vai lá um grupo ( caso do Quarto Mundo / Petisco Webcomics, Editora Crás, entre outros ) e consegue um estande no evento para mostrar seu trabalho. Talvez isso seja algo a ser trabalhado pela direção do evento.
Não digo fazer algo como o Fanzine Expo, que perde artistas a cada ano que passa, mas algo com nível mais profissional e menos amador.
Talvez o caminho da Fest Comix seja se tornar o mais profissional possível, para si mesma, como evento, como para quem a frequenta e principalmente, para os artistas.
Presença de artistas nacionais são uma constante. Artistas europeus também, idem para os dos EUA.
Esse ano vieram coreanos.
Teve o problema da fila de entrada esse ano, mas creio que isso foi o menor dos problemas. Muita gente que entrou lá saiu carregado de gibis.
Tem o caso da localização, o Fest Comix só acontece em São Paulo, se o evento pudesse ocorrer em outros estados seria ótimo para todo mundo.
Enfim, me representa que o evento, embora falho em alguns pontos é o melhor que temos até o momento no Brasil. E isso é ótimo.

Algumas coisas que comprei lá!





É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

domingo, 4 de novembro de 2012

Q! - Nomes para personagens



Olá!

Fuçando na minha caixa de e-mail, descobri algumas mensagem que eram do site Quadrinize, que como comentei numa outra ocasião acabou fechado.
Então, fazendo justiça para quem não conheceu o site, vou postar as mensagens que tenho aqui no blog.
Espero que vocês gostem!
Até mais!
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Personagens – Como seu personagem se chama mesmo?
Posted: 06 Mar 2012 08:22 AM PST
Criar personagens é um processo interessante e por vezes demorado, dependendo da profundidade e dos detalhes que o autor entrega para o mesmo. Aqui na Quadrinize! você acompanha diversas dicas importantes para a criação de personagens. Entretanto, existe um pequeno detalhe que causa muitas dores de cabeça para escritores e roteiristas, e por mais que pareça descabido para alguns, pode fazer uma grande diferença em suas histórias: qual é o nome do seu personagem?
Acredite ou não, muitas vezes o entrave para a criação de um personagem é o nome do dito cujo. E assim como em todos os outros pontos do processo de criação, merece tanta atenção quanto. O nome do personagem pode dizer muito sobre suas características, seja psicológicas ou físicas, ou ambos, além de ficar na memória de seus leitores quando eles terminarem de acompanhá-la. Em outros casos, sua alcunha fica tão marcante quanto o próprio nome (quando você ouve a marcha imperial de Star Wars, você lembra de Anakin Skywalker ou Darth Vader? Pois é).
Então para ajudar os leitores neste pequeno detalhe na criação de um novo herói, vilão, coadjuvante, etc., segue adiante algumas dicas para dar nomes legais para seus personagens.

Quando meu filho nascer, ele se chamará…
Procure num dicionário de nomes de sua preferência qual o significado do seu próprio nome, de qual língua veio, sua pronúncia… Encontrou? Então, ele diz algo sobre você? Independente da resposta, já é possível ter uma ideia de como é possível trabalhar com nomes de personagens pelo puro significado dos mesmos, dando pistas ao leitor de como o personagem se comporta consigo mesmo e com o ambiente à sua volta, ou como outras pessoas o tratam.

Exemplo: Cloud Strife, protagonista do game Final Fantasy VII, é a tradução literal de “nuvem em conflito”, em inglês. Cloud é um homem enigmático, cheio de problemas internos sobre as promessas que não conseguiu cumprir e dos pecados que cometeu, além de ser bem afastado do grupo de aliados com qual atua como mercenário. Ainda nos games, os personagens Sora, Riku e Kairi de Kingdom Hears siginificam Céu, Solo e Mar em japonês, respectivamente.
Os nomes também podem fazer referência a uma pessoa, a um lugar ou a eventos específicos, dentro do contexto da narrativa ou não. Dr. Manhattan (de Watchmen), por exemplo, foi um nome dado pelo governo americano ao super-herói como referência ao Projeto Manhattan, que aconteceu anos anos da narrativa principal da HQ. Já no anime Code Geass, os mechas dos Kinghts of The Round têm os nomes dos cavaleiros da Távola Redonda (como o Lancelot de Suzaku). Naruto é uma espécie de peixe, e no mangá de Masashi Kishimoto, era o nome do protagonista da principal obra escrita por Jiraiya, e por aí vai.

Alcunhas: um Símbolo para o personagem e seus seguidores
Outro ponto interessante ao pensar em um nome para seus personagens são as Alcunhas, ou se preferir, Alteregos ou Codinomes. Os exemplos mais fáceis de se conseguir sobre eles estão nos Comics americanos e nas séries do gênero Tokusatsu japonesas, em que seus personagens utilizam codinomes para lutar contra seus inimigos de modo a proteger suas identidades secretas. Em muitos casos, criar um codinome para o personagem pode ser tão fácil quanto sua verdadeira identidade!
Caso pense em criar uma alcunha para seu personagem (antes mesmo do nome), leve em conta suas capacidades físicas ou seus poderes (caso o tenham). Nos comics americanos, isto é bem fácil: o Lanterna Verde recebe este codinome graças à bateria que alimenta seus poderes, em forma de lanterna. Wolverine (conhecido aqui no Brasil como Carcajú) é um animal baixinho, de garras afiadas e muito agressivo nos ambientes onde vivem, e nem é preciso alguma explicação sobre o porque do codinome Batman ou Superman, certo?
As alcunhas também podem representar um ideal ao público em geral, o que é um ponto muito interessante de se abordar em uma história, pois uma vez que o conceito seja criado, o autor ganha uma liberdade criativa enorme para seus personagens, já que todos utilizarão o mesmo “nome”. L (e seu inimigo Kira) e Zero, das séries Death Note e Code Geass respectivamente são excelentes exemplos, com mais de um personagem assumindo sua identidade. O Fantasma, herói das antigas histórias Pulp americanas, era um título herdado de pai para filho, o que dava a entender a seus inimigos que o herói era imortal. Batman e o herói da HQ V de Vingança de Alan Moore podem ser considerados uma máxima desta abordagem, pois representam ideiais fortes para as pessoas entenderem e seguirem (alguém já ouviu falar do Anonymous?). Quem anda acompanhando os últimos eventos marcantes na internet tem uma ideia do que essa máscara significa

Nomes Simples, porque não? 
 E porque pensar em um nome com peso tão grande se um Bob, Manuel, John ou Felipe resolvem este impasse sem problemas? Tem algo de errado nisso? Novamente, a profundidade dada à seu personagem é o que faz toda diferença. Não há nada de errado ou incomum em chamar seu personagem de Joãozinho das Flores se ele marcar presença em sua história. Aliás, se ele ficar na mente das pessoas, qualquer outro Joãozinho que vier depois terá de ser tão marcante quanto o seu. João Pequeno (de Robin Hood), João Grilo (do livro o Alto da Compadecida), ou mesmo Bruce (seja o Wayne ou Banner) são bons exemplos.

10 dicas para os nomes de seu personagem
Com estes detalhes esclarecidos, você já tem uma ideia melhor de como nomear seu personagem, certo? Não? Então seguem 10 dicas baseadas no que apresentei:

. Escolha uma parte do corpo que chame a atenção: os olhos dele(a) chamam a atenção? Procure um nome que os realce. Possui pernas largas? Procure um nome que valorize força, ou velocidade. O físico do personagem ajuda na hora de escolher um nome.

. Seja verossímil: dê codinomes que condizem com seu personagem. Porque um lutador de sumô que se chame homem-gafanhoto e um baixinho lutador de kung-fu chamar-se Monte Fuji pode soar que algo está muito errado. A menos que a ideia seja mesmo criar um contraste (lembram-se do João Pequeno?).

. Aproveite o Regionalismo: o ambiente é um bom fator para afunilar suas opções de nomes, facilitando a escolha. Não é fácil encontrar um rapaz chamado Raimundo no Rio Grande do Sul ou uma moça chamada Patrícia no Rio Grande do Norte. Brincar com os regionalismos também podem gerar situações curiosas.

. E nomes de animais, pode?: nomes baseados em animais são curiosos, pois é possível associar o comportamento dos personagens com os ditos cujos, criando personagens únicos. Hunter x Hunter fez isto recentemente, com os membros do Zodíaco (não, não vou dar mais spoilers além disso). Isto sem contar os Cavaleiros do Zodiáco.

. Contraste com o ambiente: contrastes podem dar bons resultados. Faça um teste: se seu personagem é um pobretão, dê um nome nobre a ele. Se ele é brasileiro, dê um nome japonês (com sobrenome brasileiro, ou vice-versa). Se ele é gentil, dê um nome que represente força e brutalidade. O ambiente (e as pessoas) fará o resto por você.

. Como?! o nome do personagem é Mxyzptlk?: existem alguns personagens marcantes em determinadas histórias (como a figura do exemplo acima de diversas histórias do Superman ou o curioso Lorde Niebling e seu sobrenome infinito, do cenário nacional de RPG Tormenta) que possuem nomes extremamente difíceis de decorar, mas mesmo assim são carismáticos. Se seu personagem se chamará espiriquitiperto, tenha uma boa razão para chamá-lo assim.

. Sobrenomes valorizam o nome: Pedro Ruína-dos-Lobos. Harry Potter. Erik Magnus. Squall Leonheart. Caso o nome do seu personagem possa parecer pequeno, atribua um sobrenome que o fortaleça. Lembram-se de Cloud Strife lá em cima?

. Porque fazer rodeios? Vá direto ao ponto: se sua personagem representa a esperança ou coragem, porque não chamá-la de Esperança ou Vitória? Em determinados casos, um sentimento ou evento caracterizam o personagem muito mais do que as referências externas em seus nomes. As tribos indígenas, os perpétuos de Sandman, e o Hellboy, são bons exemplos.

. Cantores, atores, e pintores: uma boa referência para nomes são seus artistas favoritos. Pegue o nome de seu cantor(a), ator/atriz, pintor(a), desenhista, autor(a), ou qualquer outra pessoa que você tenha como inspiração, e coloque um nome parecido, ou faça um anagrama. Outros fãs como você identificarão com facilidade se for bem feito.

. Meu nome significa… nada: compre um dicionário de nomes de sua preferência. Escolha uma página sem olhar. Tape os olhos, aponte com o dedo um nome qualquer. Pronto, você conseguiu um nome para seu personagem. Se não for de seu gosto, brinque mais uma vez. Situações desesperadas pedem medidas desesperadas.

Com estas dicas, a escolha de um nome para seu personagem pode ficar mais fácil, certo? Não? Coloque nos comentários ideias e situações que geraram nomes bacanas. Estou esperando =)

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Grupos e Grupos


Meu Deus...como eu posso começar essa postagem...?
Hoje vamos falar de um pessoal aí que está fazendo um trabalho de fã, que eu mesmo não botava muita fé, devo confessar.
Mas o caso é que o trabalho vingou e está aí pra quem quiser conhecer.
Falo da revista online em formato pdf ROD - the QA.
Como alguns de vocês devem saber, eu frequento a Categoria Quadrinhos e Animações no Yahoo Respostas. E foi de lá que surgiu a idéia para essa revista.
É muito fácil ficar passivo, simplesmente assumindo a postura de mero espectador quando você assiste um anime ou no caso um desenho animado de outro país.
Só que existem pessoas que não estão aqui para serem meros espectadores. Essas pessoas normalmente saem de sua posição de conforto e fazem mais que o simples assistir.
Elas criam algo em cima daquilo que gostam. A essência do Fandom é isso. Fazer algo em cima do que gostam.
E é exatamente essa postura que a equipe da revista ROD possui. Comentar as coisas, dar uma opinião.
E através da revista fazer com que outros saibam dela.
Enfim, eu acho a revista muito bem-feita, o site embora rode num blogspot muito bonito de ver e possui comentários abertos, página de contato onde você pode falar com cada um dos membros da equipe e claro, links para download das edições, que chegaram a 7 atualmente e 2 especiais ao todo.
Gente, trabalhar em grupo é complicado. Digo isso por experiência própria e por observação de outros que tentaram fazer o mesmo. Trabalhar em grupo, seja pra qual fim for, é muito díficil.
Muitos ficam pelo caminho, amizades acabam por causa disso.
Sabe o que é o melhor de tudo? É eu saber que boa parte da equipe da ROD é composta por adolescentes. Gente que teoricamente brigaria com uma facilidade monstra. Mas olha lá, 7 edições da revista. Tem colaboradores, tem opinião nela. E não é algo feio, esteticamente falando, como alguns sites que vejo por aí de anime e mangá.
Olha o exemplo!
O que o pessoal da ROD faz é o que todo mundo deveria fazer. 
- Ter um site bonito, apresentável.
- Ter uma periodicidade nas publicações.
- Ter canais de comunicação com seus leitores.
Parece ser simples não?  Mas não é o que eu vejo por aí. Pelo menos não na frequência que eu gostaria de ver.
Enfim, caso vocês queiram conhecer o site oficial da revista visitem aqui: http://rod-theqa.blogspot.com.br/ 
Se quiserem curtir a página da revista no Facebook, cliquem aqui: http://www.facebook.com/pages/Revista-ROD-The-QA/145424298905156

E claro, quem quiser baixar a revista, deixo as edições numa pasta minha do 4Shared ( e com edições antigas da Revista da QA, que durou apenas duas edições ):
http://www.4shared.com/folder/fLLT7Cim/ROD_The_QA.html

Meu Deus...como eu precisava de mais bons exemplos como esse!
Enfim, é isso!
Até mais!
S2

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Download: Revista Quadrinize!



E bora tocar o barco aqui minha gente!
A Revista Quadrinize! foi uma publicação impressa que se prestava a dar orientação e conhecimento para quem queria fazer histórias em quadrinhos. A edição impressa da revista só rendeu um número, mas como comentamos no outro post sobre o Fim do Site Quadrinize!  ele não existe mais. Infelizmente.
Conversei com o Daniel Cavalcante, ex-editor da Quadrinize e o mesmo autorizou o scan da revista. Mas vamos ver se dá pra fazer mais alguma coisa além disso.




Clique no link para baixar a revista: http://www.4shared.com/zip/gfXTmCBM/Quadrinize.html

É isso, até mais!
Muito obrigado!


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O Fim da Quadrinize!


Olá!
Sabem, eu não gosto de dar notícias como essa, mas acho que é preciso um registro disso em algum lugar.
 Faz muito tempo que eu mesmo teorizei comigo que uma das razões dos nossos artistas serem tão ruins é a falta de crítica aos trabalhos ( que geram monstruosidades alimentadas pelo ego dos artistas ) e o que eu achava o principal: não existem em quantidade significante material de estudo, que ensinem como criar personagens, cenários, ambientações de forma adequada.
Não se costuma partilhar conhecimento. É tudo um segredo, que só quem paga pode ficar sabendo e claro, por ter pagado, não vai compartilhar depois, mantendo esse ciclo vicioso.
Conheci o site do Quadrinize graças um amigo da internet que está sempre compartilhando links referentes a quadrinhos em geral, o ilustre Sr. Quiof. Do site conheci também a revista impressa, que fora vendida em eventos de anime e quadrinhos em geral. A proposta da Quadrinize, sintetizada em seu slogan era: "A revista de quem faz quadrinhos!"
Cara, que demais! E o site, muito bonito visualmente falando e com sistema de comentários abertos permitia uma interação entre os leitores e os blogueiros.
Quer dizer, conhecimento prático, de graça, ao alcance de qualquer um.
"Fantástico", eu pensei comigo mesmo.Gente compartilhando conhecimento, criando mais gente que possa fazer de forma adequada.
Mas as coisas não funcionam assim, as pessoas não são assim dadas a procurar conhecimento, saber mais sobre o que quer que seja para fazer aquilo melhor.
No Brasil as coisas são feitas de qualquer jeito, atrapalhadas, confusas, e isso tudo porque temos uma pressa sobrenatural de "chegar lá".
Mas sem conhecimento ninguém chega onde quer.
O site Quadrinize!  tentou ser algo diferente do comum. Desse controle de informação por fins egóicos que tanto vemos por ai, mas não conseguiu.
Conversei com Daniel Cavalcante ( conhecido como Editor do Quadrinize! ) pelo Facebook e ele mesmo me disse que o site não voltaria mais e isso não dependeria mais dele.
Tudo bem. Pode significar pouca coisa pra muita gente que não o lia, que preferiram fazer outras coisas que não quadrinhos, mas eu pelo menos sei da importância que o Quadrinize teve enquanto ativo.
Essas pessoas, a equipe do Quadrinize! ao qual está incluído Daniel Cavalcante foram HERÓIS, porque remaram contra uma maré de ignorância oferecendo conhecimento!
E isso é coisa que não vejo todo dia.
Vão fazer falta, só sei disso.

PS: Tenho uma edição impressa da Quadrinize aqui, claramente ela não tem tudo que tinha no site, mas tem boas matérias nela. Vou escanear ela e disponibilizar para vocês. Aguardem!

Fonte da imagem: http://muzzatheperv.deviantart.com/art/Sad-Sakura-68539017

domingo, 15 de julho de 2012

Referências, quem precisa?





Olá!
Eu quero falar um pouco com vocês de algo que acredito ser indispensável para escrever as coisas direito: referências.
Ok, vocês são otakus, nerds, vivem lendo coisas por aí. De auto-ajuda a ficção fantasiosa, passando por ficção cientifíca e até mesmo dicionários.
Galera, o lance é bem simples: vocês não vão chegar lá, no coração das pessoas se não manjarem como chegar lá.
Assistir anime e ler mangá é parte do entretenimento nosso de cada dia, mas vocês se focarem apenas nisso é erro.
É erro porque todas as obras atuais puxaram alguma coisa dos clássicos, de obras que definiram o molde, o "como fazer" diversas outras coisas.
Você lê Crepúsculo, mas ele é o quê?  Uma história de vampiros com romance.
Que veio de Drácula, de Bram Stoker.
Você me assiste um anime, algo como One Piece. Que fala do quê? Piratas e aventuras, mas tu fuça lá atrás tu vai descobrir que histórias de piratas e tesouros vieram do livro "A Ilha do Tesouro" que por sinal, foi um dos primeiros mangás da era moderna feitos pelo Osamu Tezuka.
Isso porque além do livro "A Ilha do Tesouro" tem um punhado de filmes de Hollywood da época dos filmes coloridos que tratavam da mesma coisa: piratas e aventuras.
Esses são só dois exemplos, eu escuto muita gente por aí falando que quer ser mangaká ou quadrinista, mas quando eu pergunto pra essas pessoas o que elas costumam ler eu caio do cavalo, porque elas só sabem ler mangás ou gibis.
E o resultado a gente vê quando eles criam histórias: saem uns bichos estranhos, deformados, sem sentido algum. Pode até ter um desenho legal, mas a história é uma porcaria.
Isso quando saí alguma história, tem moleque que eu conheci por aí que gosta de se chamar de mangaká, mas quando tu entra no site do infeliz onde ele deixa o mangázinho dele ( parado, falando nisso ) tu vai na parte de fanfic e descobre historinha de 10 linhas que ele escreveu.
Isso não é fanfic, de boa.
Isso pra não citar um outro infeliz que quer fazer pesquisa APENAS, EXCLUSIVAMENTE, ASSISTINDO ANIME.
Poxa, esse pessoal é tão bom, tão especial, eles assistem 30.000 animes e não conseguem entender que a cabeça dos mangakás foi treinada na base da leitura, dos livros, das obras clássicas?
Pra mim isso é demência.
Não precisa gastar tanta grana assim pra ficar bem-informado e não dar mancada na hora de escrever.
Querem ver?



Esses livros da série L&PM Pocket tem uma dezena de títulos originais com texto integral, custo dessas coisas é baixo, dependendo do título tu paga no máximo uns 20 Reais.
Eu citei os livros "Drácula" de Bram Stoker e "A Ilha do Tesouro", tem eles nessa coleção. Você acha esses livros em bancas de jornal, livrariais e até em farmácias!
E claro, tu acha online, em diversas lojas virtuais. Quem quiser conhecer todos os títulos da coleção, só ir no site da L&PM: http://www.lpm.com.br/site/default.asp




Esses livros da editora On-line dão uma visão geral sobre diversas artes marciais. Kung-fu, Ninjutsu, Kendô, Kickboxing, Karatê, Jiu-jitsu, Muay Thai e muitos outros estilos.
Melhor: esses livros tem FOTOS com os golpes usados em cada tipo de arte marcial. E essas fotos são referências muito boas para quem desenha.
Preço de cada livo?  15 pilas em bancas e livrarias. Claro, você não precisa ter todos eles, uns dois ou três dão conta do recado e te darão bases para lidar com artes marciais de uma forma menos tosca.

Tem muitos outros livros por aí que podem servir de referência para vocês, basta procurar.



Eu sei que vocês poderiam procurar esse tipo de informação na internet, mas sinceramente, acho que vocês não vão fazer isso. Sério. E esses livros que citei nem são tão caros assim.
Se calhar, faço outra postagem com mais sugestões para Referências. Claro, referências baratas e acessíveis.
É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2