segunda-feira, 9 de julho de 2007

Explicando o esquemão


Pois é, hoje começou a passar no SBT ( sim, ele ainda vive! ) aquele tal anime chamado Naruto.
Entretanto, não vou fazer post pra falar de anime comercial de quinta, feito pra moleque ( ou pra moleques grandes ) e que a grosso modo, não vai acrescentar nada na vida de quem assistir.
Vou falar do esquema que eu percebi há alguns tempos atrás, quando certos animes como Yu-gi-oh, Bey Blade e outros, meio que inexplicavelmente sairam de suas casas, as redes de TV paga e foram parar na TV aberta, aparentemente para "agradar" o grande público.
Nada disso, o buraco é mais embaixo.
Me acompanhe.
Quem lembra da época da Rede Manchete de televisão deve saber do que estou falando.
Sempre ouve uma resistência das TV abertas em trazerem animes pra exibição no Brasil. Foi preciso, há mais de 10 anos atrás, a Rede Manchete ter picos de audiência com Cavaleiros do Zodíaco para as outras emissores se tocarem que " opa, anime dá dinheiro! " e trazerem mais coisas pra cá. Como Samurai X pela Globo, Dragon Quest, Rayearth e Street Fighter Victory no SBT, entre outros.
Acontece que naquela época, TV por assinatura ainda não rolava, limitada demais.
Daí veio o grande calote das distribuidoras de vídeo em meados da década de 90. A turma, achando que bastava o desenho ter olho grande que ia vender bem compraram anime até uma horas dos gringos estadunidenses.
Só que não pagaram os caras e o esperado retorno, não veio.
O mercado, que naquele tempo, poderíamos chamar de emergente, submergiu feio.
Ficou assim por algum tempo. Os animes que chegavam à farta na época do VHS foram rareando, sumindo.
Então vieram as TVs pagas, que, ora! Tinham alguns animes em suas grades de programação, live-actions japas perdidos pela madrugada e por aí vaí.
Claro, correram, fizeram legenda, dublagem, tudo pra serem exibidos aqui sem maiores problemas.
Os otakus então se mudaram para as TVs pagas. Outros foram pra pirataria de anime mesmo, e assim ficou por um bom tempo.
Mas ainda existia a TV aberta.
Daí chega onde eu quero falar, do esquema. É algo idiota de simples.
E que dá resultado. ;-)
Consiste em você pegar um desenho animado que passe em algum canal pago e mandar pra TV aberta, no caso, usaremos Naruto de exemplo, que está passando atualmente no Cartoon Network.
Você manda a série pra TV aberta. Naturalmente, como a TV aberta vive de exibir os mesmos desenhos há anos ( De Pica-pau à Tom e Jerry, passando pelo Chaves e Chapolin ) quando tu manda alguma coisa diferente do usual, gera-se automaticamente uma febre, uma modinha em cima daquele desenho.
Daí entra o esquema. Sendo que o desenho está sendo exibido pelo canal pago, porque deixar o mesmo desenho em canal aberto, sendo que não se ganha um puto com isso?
Daí, depois de um certo tempo de exibição, o desenho é tirado do ar sem maiores explicações e volta, triunfal pra TV paga e com mais clientes pagantes.
E você pega outro desenho e repete o esquema.
Fizeram assim com Pokémon, Yu-gi-oh e Bey Blade.
Naruto é a bola da vez.
E aí?

domingo, 8 de julho de 2007

Sobre os links


Resolvi mudar algumas coisas na página de links. Os links pro meu Deviant Art ( que por sinal, foi de onde tirei essa imagem ) e pro Flickr ficam sem Tags. Os seguintes são auto-explicativos e seguem o formato de [ Nome da Tag aqui ] Nome do site / etc.
Tava ficando muito bagunçado aqui e eu não gosto de bagunça, salvo no meu quarto.
Bom, caso queiram conhecer a autora da imagem que ilustra esse post, cliquem aqui:
http://bluecorgi23.deviantart.com/
Valeu! o/

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Decadência



Começou com um novo empreendimento na cidade.
Ora, naquela épooca, Lan house era coisa de capitais, cidades grandes.

Arrumou uma grande sala num pequeno shopping no meio da cidade.

Montou ali.

Mas o danado do shopping, já perdido por causa de uma administração ruim, não tinha espaço para um negócio como aquele.

Mudou-se para um local melhor.

Eu me lembro. Eram no começo, uns 5 atendentes na Lan House. Corujões eram feitos, grana entrava.

Funcionava.

Mas o tempo é implácavel. A mania de hoje é o desinteresse de amanhã.

Hoje, 5 anos depois, a lan house está em franca decadência. Dos atendentes, o único que ainda trabalhava foi "re-alocado" para o escritório de advocacia do dono do empreendimento.

Quem atende lá? Uma senhora, que embora bem-intencionada, está aquém do que se espera de alguém que tenha trabalhado lá.

E os outros atendentes? Bem, quem sabe, né?

Segundo o SEBRAE, empresas como essa costumam fechar depois do 2° ano de vida.

Essa lan, pelo visto, será um caso a parte.
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Esse é um exemplo prático. As coisas podem começar com o maior empenho, com a maior dedicação e com um retorno enorme, mas o ponto aqui é como manter as coisas nesse ritmo.
E é assim na vida também. Quantas vezes não começamos a fazer as coisas e devido a "n" motivos, deixamos de lado, relaxamos ou simplesmente esquecemos porque não parece mais tão interessante?
Planejar é preciso. Pensar nas coisas é preciso.
Senão acontece como a lan do exemplo ali em cima.
É isso.

domingo, 1 de julho de 2007

Como se tornar uma idiota sendo mulher


Em primeiro lugar, ignore exemplos.
Sim, ignore exemplos dados por parentes, amigos, celebridades, cachorros, etc.
Quando eu falo " exemplos " eu digo coisas boas, positivas que as pessoas passam pra gente. Como solidariedade, compreensão, fraternidade, amor, sinceridade, essas coisas.
Então, tendo ignorado exemplos, vamos ao próximo passo que consiste em dar valor a quem não vale meia pataca.
O motivo é simples: quando a gente dá valor a quem não vale nada, a quem nos escarra no rosto e depois nos ofende, por alguma razão que me é obscura, é praticamente um gozar moral.
Sim, as pessoas gostam disso. É estranho, mas gostam. Começe a prestar atenção nisso que eu disse e tu vai ver que é verdade mesmo; quanto mais massacrada por outra pessoa mais a pessoa adquire admiração pelo canalha.
Pra terminar de vez e fechar com chave de ouro: arrume um filho. Se for do sujeito do exemplo aí em cima, melhor ainda! Senão, vá lá.
Você não tem valores, você admite ser pisoteada e não tem a mínima idéia de como criar um filho. O que vai acontecer? Em pouquissímo tempo ele se tornará, por imobilidade sua ou imposição dele mesmo, o que acontecer antes, o seu "reizinho". E você, como boa mulher idiota, moverá céus e terra por ele e claro, como ele é um "reizinho" ele sempre estará correto, mesmo que não esteja.
Parabéns, você agora é uma idiota plena.


Dedicado à minha irmã.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

AD&D, o Primeiro


Eu deveria começar considerando o mal-fadado First Quest da editora Abril como meu primeiro RPG, pois foi devidamente ele que eu primeiro comprei e que comecei com essa patacoada de jogar RPG. Antes do First Quest eu jogava usando sistemas descarademente copiados do AD&D, que um amigo meu, o bom Marcel Silva, "emprestava" do livro do jogador do irmão mais velho dele. Acho que eu nunca vou esquecer daquele velho caderno universitário com o nome do sistema: "Ace of Darkness" e um monte de páginas escritas a mão com essas coisas...
Falemos do First Quest...
Quando eu comprei o First Quest, achei legalzinho o negócio, as figuras de plástico, o tabuleiro onde se rolariam as aventuras. Tinham também os CDs, com noções de como jogar e trechos para uso nas aventuras prontas. Eu não sabia ainda, mas aqueles Cds eram rídiculos, mas não vamos entrar no mérito...
Problema que eu achei no First Quest: ele não ensinava como fazer personagens do nada. Você era obrigado a usar as fichas de personagens que vinham nele e ficava-se por isso mesmo.
Pensei comigo mesmo como seria a "fórmula" para se fazer essas coisas. Peguei o livro e li. Lá tinha um telefone, de uma tal editora Devir.
Liguei.
Nada. Tentei de novo. Nada, ninguém atendia no número.
Eu não tentei a terceira vez. Peguei meu dinheiro, me mandei pra cidade com uma idéia na cabeça: comprar o bendito livro do jogador do AD&D, pelo menos o First Quest me serviu pra isso: pra me indicar qual livro comprar. -_-;
Fui numa banca, ainda lembro, do lado do Shopping West Plaza, perguntei do livro e um cara me falou que o danado custava 45 paus. Achei caro, mas quando peguei o danado em mãos, tirei o plástico e comecei a ler...
Pirei.
Como ninguém sabia o sistema de jogo, passámos horas montando os personagens, lançando dados, escolhendo perícias e tudo era muito divertido.
Bons tempos. Nunca precisei de nada mais do que o Livro do Jogador para jogar. Os monstros, eram feitos em cima daqueles do First Quest, mas com algumas alterações ou nem isso.

Funcionava. Ninguém sabia de nada mesmo.
Bons tempos aqueles onde o povo matava dragão vermelho e morria pra grupo de orcs! =D

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Shurato




Era uma época de ouro pra mim. Eu ainda não tinha desembestado a comprar anime de pirateiro japa pela net, estudava e graças ao tempo livre, podia assistir TV sem ficar com sono ou ir fazer outra coisa.

Nessa época passava na TV Manchete, alavancados pelo sucesso dos Cavaleiros do Zodíaco, outras séries similares ( e por sinal, mais bem-feitas que a pancadaria sem-sentido com desenho feio do Kurumada ): Samurai Warriors ( com moleques com armaduras japonesas contra outros feiosos ) e Shurato.

Shonen padrão feito na época pra aproveitar o filão, Shurato falava daquelas coisas chatas de sempre como amizade, bem contro mal e demais patacoadas, como grupo de amigos, inimigos poderosos, paixões e blablabla.

Shurato Hidaka e Dai Kuroki estão no meio de um torneio de artes marciais, quando no auge da coisa são transmigrados prum tal Mundo celestial. Ali eles são divididos e como você deve imaginar, Shurato fica do lado dos mocinhos e Gai embesta pro lado negro da força.

Daí é aquele clichezão. Aparecem os Guardiões do Mundo Celestial, a deusa Vishnu, que um pouquinho mais tarde é colocada de escanteio por seu aliado Indra que planeja tomar controle do Mundo Celestial junto com o vilão de batom supremo, Shiva e essas patacoadas todas de shonen de pancadaria.



O bom: As referências à mitologia hindu, as preces em sânscrito nas invocações de poderes e das armaduras, chamadas Shaktis.



O mau: A m* de todo shonen. Mulheres não existem! x_x Só tem a Vishnuu, a Hakesh, a Lengue e acabou. Do lado dos bandidos tem mais umas, mas como tu deve imaginar elas vão dessa pra melhor, então nem contam.

Ah, sim! Tem umas moças random na bagaça, mas moça random não conta!



O legal: Como todo Shonen, a trilha sonora empolga! =D



O chato: A qualidade da animação desaba perto dos ultimos episódios. Bola fora da Tatsunoko! Japas relaxados! =P



Note bem: Além da série de TV, Shurato teve um especial em vídeo lançado. Esse especial nunca chegou a ser lançado aqui, embora a morta revista Herói tenha ensaiado um pedido formal junto aos otakus que a liam. Tá vendo? Desde aquela época, otaku é assim: uma cambada de desunidos. Ninguém merece.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Fandom do bRO - Idéias



[ Texto a ser enviado para apreciação da Comissão de Jogadores do bRO em breve. ]

Prezados amigos da Comissão, venho por meio deste solicitar a apreciação de vocês para as sugestões que darei a seguir. Poderia ter colocado as mesmas no nosso tópico de sugestões, mas preferi fazer um tópico a parte pois o assunto pode se subdividir em outros.

Bem, antes das propostas, algumas explicações...


O que é Fandom?


Fandom é a abreviação em inglês de Fan Dominion, ou seja Domínio de Fã, numa tradução literal. O Fandom abriga sub-categorias dentro de um determinado assunto, que são:

- Fanfics - Fanfictions no original, englobam textos de qualquer tipo. De poesias a prosa e todos os tipos de textos englobados nesses dois tipos.

- Fanarts - Desenhos, sendo feitos de próprio punho ou não. Caem nesse segmento colagens, sprites editados, artes mistas,edição de imagens oficiais, etc.

- Fancomics ( ou Fanzines ) - Uma denominação para os as histórias em quadrinhos feitas por fãs. Normalmente os fanzines são feitos em papel impresso, mas começam a surgir fanzines feitos para serem lidos on-line, diretamente nos sites onde ficam hospedados.

- RPGs - Embora mais difundidos e apreciados no Exterior do que propriamente dentro do Brasil, RPGs feitos por fãs sejam com sistemas de jogo próprios ou usando sistema de jogo genéricos ( D20 System, Gurps, 3d&T, etc ) não são incomuns.

- Fangames - Jogos feitos por fãs. Normalmente feitos se usando conhecimentos de linguagem de programação ou algum jogo que possibilite criar um jogo com alguns tipos pré-definidos, por exemplo, RPG Maker. São mais frequentes lá fora do que aqui no Brasil.

- Fanfilms - Filmes feitos por fãs. Ainda raros em meio brasileiro, mas já uma realidade palpável e assistível em outros países.

- Fansites - Sites feitos por fãs. Normalmente disponibilizam multimídia diversa e muita informação relevante.

- Cosplay - Fantasias feitas pelos fãs. Normalmente exibidas durante convenções e eventos correlatos. Podem ser aproveitados para encenações teatrais com um pouco de improviso na direção.



Esses são os tipos que são mais facéis de serem encontrados. Podem existir outros, não me aprofundei muito no mundo do fandom para ter acesso a mais informações. Mas bem, vamos nos focar em Ragnarok Online.



Atualmente o Fandom do Ragnarok Online já gerou fansites, fanfics, fanarts, um fangame feito com RPG Maker, além de RPGs in-game e in-fórum. Entretanto, tudo isso foi sub-aproveitado, deixando enormes lacunas que talvez nunca cheguem a ser preenchidas.

Falemos das propostas:


Fanfics

- Assim como foi feito no fórum de Grand Chase, nomear um tutor para o fórum. Caso a escolha de um único tutor gere mal-estar entre os escritores, nomear um conselho.

- Criar um tópico onde constariam o índice de fanfics terminadas ou em publicação.

- Estimular novos autores ( independente da idade ) a criarem.

- Criar uma parte no site dedicada aos melhores fanfics publicados no fórum. Para uma seção mais dinâmica, proponho que os fanfics sejam rotativos, assim todos teriam uma chance de ver seu trabalho, desde que bem-escrito e entretendo o leitor, publicado.

- Criar links por todo o site apontando para os fanfics ( tanto no site, quanto no fórum ) quando possível. Essa medida visa aumentar a quantidade de leitores potenciais e o fandom em si.

- Concursos períodicos para escolha dos fanfics que irão ao ar no site. Cogitar algum tipo de bonificação extra ao usuário do fórum além da publicação no site, se possível for.
No concurso de fanfics realizado ano passado, os premiados ganharam um chapéu de Deviruchi com o nome grafado e o fanfic foi publicado em formato pdf no site. Minha sugestão é que sejam dados prêmios mais modestos, mas à farta. E que quando possível usem as menções honrosas para premiar o máximo possível de participantes.
Exemplo: Seria premiado a história com o melhor conjunto trama-personagens-ambiente ( sugestão ), contudo, se um dos participantes criou numa outra história personagens mais interessantes do que da história "ganhadora" então se racha a premiação e ambos recebem menção honrosa no quesito que se saíram melhor.
Exemplo: Fulano de tal, com a história xis, menção honrosa por personagens. ( Dessa forma o autor sabe onde acertou, onde foi apreciado e com um pouco de sorte, ele talvez perceba que tem outros pontos a melhorar. )
Exemplo 2: Cicrano, menção honrosa por conjunto da obra. ( Nesse caso, o texto em questão estão em perfeito equilibrio com os quesitos. )
Notem que nos dois casos, o fato de termos dado "Menção Honrosa" aos dois não gerará tanta discórdia ou guerrinha de egos entre os autores. Além disso, uma menção honrosa específica a alguma característica do texto deixa implícito que o mesmo foi lido, gerando um retorno para o escritor, que muitas vezes não tem quando posta um fanfic no fórum.
O uso de menções honrosas aos pontos fortes da obra poderiam a meu ver, estimular o pessoal a melhorar o conjunto da obra.

- Sugestão extra para concursos de fics: Foi feito uma vez um concurso quiz em cima do filme Eragon. E se houvessem concursos de fics como por exemplo: ( usando como base umn filme )
"Faça uma história contando como Jack Sparrow ( Piratas do Caribe ) enfrentaria e derrotaria Drake ( MVP pirata do jogo ) e concorra a [ Insira prêmio aqui. ] ".

- Disponibilizar os fanfics em formato pdf para serem baixados com outros itens de Fandom, proponho a seção de Downloads presente no site.

- Opcionalmente, após juntar uma quantidade determinada de fanfics, juntar todos num único volume em pdf e deixar disponibilizado, talvez com um nome como "Contos de Rune-Midgard". (Sugestão).

- Estimular trabalho cooperativo entre o pessoal dos fanfics / fanarts. Ainda existe uma certa resistência em ambos os lados em procurarem um ao outro e isso só prejudica o fandom como um todo.



Fanarts

- Estimular criação de papéis de parede e loadscreens feitos pela comunidade.

Sugestão: Segmentar as loadscreens em tipos pré-definidos, finda a escolha das loadscreens e as mesmas sendo colocadas no jogo por um tempo pré-determinado. Após isso, as Loadscreens estariam disponíveis como papéis de parede para o pc.

- Indo um pouco mais além: proponho que cada ilustração oficial seja substituída por fanarts dentro das especificações dadas pela LUG. Caso não seja possível ( o que acho bem provável ) ter no site galerias temáticas para cada Bichinho de Estimação, Classes de Personagens e Eventos realizados no site ( Nota mental: o Evento Casamento dos GMs geraria uma pequena dezena de fanarts nesse sentido ).

- Fazer uma página com links para locais onde o pessoal possa postar suas imagens. Se possível, um tutorial de como usar esses sites ( image shack, flickr, deviantart, etc. ).

- Skins: Fazer concursos periódicos de Skins dentro da comunidade. Dentro de um tema específico. Por exemplo, atualmente estamos em vias de lançamento de Hugel. O concurso de skins poderia ser direcionado para esse episódio em particular. No caso, como citado no concurso de fanfics, fazer o possível para não excluir e sim incluir, aumentando o fandom.
Sugestão extra: Fazer um concurso global de skins, considerando todos os episódios até agora lançados no bRO. Assim daria mais liberdade para a criação das skins.

- Estimular a criação de tirinhas, sejam desenhadas, sejam montagens feitas em cima de screenshots do jogo. Quando a mesma tiver chegado ao ponto, estimular criação de histórias em quadrinhos mais longas, com mais páginas. Dessa forma, se absorve a produção de quadrinhos dos fãs.

- Estímulo aos fancomics ( fanzines ) : atualmente, pelo que me consta, só existe UM fanzine de Ragnarok Online em produção no território brasileiro. Outros nunca chegaram a ser realmente publicados e os que foram, foram há tempos atrás, anteriores ao bRO. A divulgação poderia ser feita via revista oficial ou pelo site Ou ambos.

- Fansites: O espaço para divulgação dos fansites já está reservado e funcional. Sugestão: solicitar aos fansites, banners para divulgação. Tirar uma screenshot da página incial do fansite / fórum é válido, mas banners chamam bem mais a atenção.

- Fangames: Foi feito um jogo de RPG Maker em cima do bRO. Se possível for, deixar o jogo disponibilizados para download no site do jogo.

- Cosplay: Muitos cosplayers participam de eventos maiores, como o "Circuito Cosplay". Minha sugestão é que a LUG faça concursos internos de cosplay para os fãs de Ragnarok e que se leve em conta não só a qualidade da fantasia mas também a capacidade do cosplayer de transmitir uma mensagem positiva a quem assistir à exibição. Pessoalmente, acho cosplay muito show-off, muita badalação em cima de uma coisa pequena. Mas se for o desejo da LUG fazer concursos como o famigerado Circuito Cosplay, que faça e descarte a possibilidade de se fazer algo além do simples show-off.

- RPGs : O chamado jogo de interpretação dentro do Ragnarok pode gerar algum dos exemplos citados acima.Tenho visto casos de gente que começou a escrever / desenhar por causa de RPGs nos quais seus personagens de jogo estavam envolvidos. Casos notórios no fórum são do usuário Rafael Agostini e seu personagem Leafar, que com seu clã, a Ordem do Dragão, gerou praticamente o que conhecemos como o Roleplay no servidor. Além de uma pequena dezena de fanfics, fanarts e quadrinhos relacionados. Outro exemplo é a jogadora Laura Couto, que com a fanfic de sua personagem, Tenko Kitsune, gerou, além de inúmeros acessos ao tópico referido no fórum, estímulo a outros aspirantes a escritores tomarem coragem e postarem seus escritos.
Outros exemplos nesse mesmo quesito são Felipe Rocha com seu fic "A Jornada Divina de Adrom Thorn" e Carola Richardson com seus fanfics baseados no seu clã, os Seguidores de Odin.
Ainda nesse mesmo naipe, temos a usuária Netrunner, com seu clã Guerreiros Rúnicos e fanfics correlatos, atualmente afastada do bRO.
Em poucas palavras, o RPG no Ragnarok pode ser extremamente produtivo para o fandom em geral, mas deve ser evitado focar apenas nele para evitar atritos com quem não joga.
Nota: Sim, eu lembro do fim do Evento do Fim de Rune-Midgard, onde a turma fez pvp livre e ligaram o f*-se pro clima do evento.

Sugestão: Os RPGistas são naturalmente esparsos. É muito raro mais de um clã de RPG fazer jogos em conjunto com outros clãs, gerando uma espécie de mundo paralelo para cada clã onde as histórias de um clã não influenciam, não se relacionam com as outras. Minha idéia são eventos onde se tente pelo menos unir os clãs em torno de um objetivo comum, obviamente, os eventos seriam abertos a todos, mas com ênfase aos RPGistas. Poderia ser criada uma linha do tempo de Rune-Midgard para os clãs se situarem. Eventos interessantes ou que pudessem ser usados em RPGs deveriam ser considerados na linha do tempo.

Exemplo:

Ano XXX: Rei Tristann III é coroado como Rei de Rune-Midgard.

Ano XXXI: Leafar retoma a antiga Ordem dos Dragões.

Ano XXXII: Poring Viajante chega em Midgard. Aparentemente, a criatura procura saber mais sobre o atual estado do reino agora sob a tutela de Tristann III.

Ano XXIII: Tristann, após inúmeros ataques de monstros à cidade, inaugura a Enfermaria.

Ano XI: Akahai Shora é nomeado pelo filho adotivo de Tristann, Governador de Morroc.

Ano IX: Tenko Kitsune desaparece no Deserto de Sograt. Especula-se que seus inimigos finalmente deram cabo da assasina. O corpo nunca foi encontrado.

Ano Zero: O grupo conhecido como Ruína de Midgard ataca o reino.

Ano II: Aventureiros insatisfeitos com a forma de governo de Tristann, formam o clã Vingadores da Honra, dispostos a eliminar o rei e são automaticamente colocados na lista de procurados da Cavalaria e Ordem Templária de Prontera.

Notem que certas coisas estão em aberto de propósito para os clãs encaixarem suas histórias da forma que acharem melhor. Nesse caso em particular, não tomei partido do rei ser bonzinho ou um tirano, e essa opinião, a meu ver, é algo que compete a cada clã. Atualmente no bRO não temos mais apenas clãs de boa indole e voltados a feitos heróicos, mas também clãs que cairiam na classificação de "malignos" e isso deve ser considerado. Para uma fluência melhor do cenário de rpg como um todo, proponho encontros periódicos de RPG com presença de um ou mais GMs para discutir assuntos relativos ao cenário atual do Ragnarok, considerando a situação das guildas em off ( fora do jogo ) e em on ( dentro do cenário de jogo do bRO ).
Ex: em um encontro de rpgistas em On, o líder do clã A descobre que sua namorada dentro jogo está sendo sondada por um agente de um clã declaradamente inimigo do Rei. Furioso, o líder ataca o agente, sem saber que ele na verdade é o líder do clã "imimigo" disfarçado.
Em um encontro em off, os jogadores conversariam sobre as relações dos personagens entre si e como torna-las melhores. Haveria também um espaço para comunicar fechamento de clãs e criação de outros.

Enfim, são idéias. =) Sei que o posto ficou gigantesco, espero que me perdoem ( rs ).
Como eu disse no começo, poderia ter postado isso na caixa de sugestões, mas achei que tinham sugestões demais, por isso fiz um tópico. Se quiserem comentar alguma parte, dêem quote na parte desejada e comentem.
Desde já, muito obrigado Comissionários. =)
PS aos que leram isso aqui no blog: sim, o fanart no topo é feito por brasileiros.
Se quiserem ver mais, cliquem: http://momo-noguiko.deviantart.com/

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Restolhos




Estou com 31 anos de idade.
Desde muito cedo, me envolvi com coisas que na época seria categorizadas como coisas de "nerd". Primeiro os gibis, depois os videogames, depois os RPGs e por ultimo os animes, os tais desenhos japoneses.
Tudo ficou para trás. Cansei dos gibis por causa dos videogames, que me enjoaram por causa de meus ditos "amigos", daí veio o RPG, que durou um tempo, me rendeu risadas e bons momentos de descontração, mas não me divertia, daí veio a época da otakice desvairada. Queimei um dinheiro muito bom com editoras de playboyzinho da Vila Mariana, com japoneses que nivelam todo mundo ao nível de otaku idiota e com uns outros que faziam de conta que tavam preocupados com um tal "gibi nacional", mas tavam nada. Era só ego.
Acumulei muita coisa. De Gradius a Gurps, de Akazukin Chacha a Prince of Persia.
Vou começar a escrever sobre isso.
Vamos ver o que dá. =) Vou deixar guardado isso tudo que vi, passei e joguei para quê?

terça-feira, 12 de junho de 2007

Passam-se os feriados...




Pois é, foi-se um feriadão. Tive uma reunião com o pessoal da Comissão, um encontro com o Kerdied e a namorada fofa dele, a Momo ( por sinal, Piratas do Caribe 3 é legal. =D ) e cheguei à algumas conclusões:

- Eu não gosto da idéia, mas vou precisar de um telefone celular. Cara, não dá pra sair de casa, marcar horários e ficar à mercê das coisas. No caso da reunião da Comissão e do cinema com o Kerd, tomei dois desencontros que poderiam ter sido evitados. Mas não foram porque eu não tinha como entrar em contato com o Leonardo ( o celular dele bugou quando veio pra Sampa. ¬¬ Eta celular sensível à SP! xD ) e com o pessoal da Comissão. Então, me aguardem. Para breve, Fabiano Alves, usando celular.
Rapaz, que coisa...

- Sobre a reunião com a Comissão de Jogadores do bRO...Bom, eu sou suspeito pra falar. Eu estou adorando a Comissão. Esses encontros IRL ( In real life, na real ) tem me feito um bem danado. Sinto-me animado, até mesmo quando é pra floodar no fórum oficial do bRO ( link ali do lado ). Além disso...*pausa* Não, deixa pra lá. ;-)

- Falando sobre coisas de internet e tal, tem um link aí do lado que leva prum Fórum chamado Ragna Tales. Rola assim: Ragna Tales é um projeto encabeçado pelo Tysuyo, desenhista do Pará, que junta o pessoal das fanfics e dos fanarts do fórum do Brasil Ragnarok Online. Eu, pessoalmente achei uma ousadia, porque o pessoal dos fics e dos desenhos não se misturavam.
Vamos ver o que dá pra fazer nesse sentido.

- Aliás, estou devendo um texto sobre pra Comissão com um pedido formal para estímulo do fandom do Ragnarok Online. Por esses dias já apareceram inclusive idéias de estimular leitura para os jogadores do bRO.

- Vou fazer um post no Deviant Art ainda hoje. Acho que vou postar um fic curto de improviso.
Acho que é só por hoje. Valeu. =)

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Sobre passagens, mentiras e etc.

E mais um mês findou, né?
Sabe, eu fico pensando comigo mesmo nas coisas, vendo as pessoas, e cada vez mais me convenço: as pessoas são idiotas demais ou muito metidas a espertas.
Vou colocar mais tarde mais uma gravação que fiz no audiolog.
Feriado em vista, nada de viagens dessa vez, vou ficar em casa e ir visitar meu colega, o Leonardo, que vem para São Paulo ver a namorada.
Tenho conversado muito com o pessoal da Comissão dos Jogadores do bRO e tenho gostado muito da experiência de estar junto de um grupo diferente dos habituais com quem convivo.
Ah,sim!
Eu achei no meio dessas pessoas a minha imagem ideal de mulher. Sério, sabe aquela mulher que tu imagina com certa frequência, que tu idealiza e depois meio que se frusta, por pensar que ela não existe fora da tua cabeça?
Pois é, elas existem sim. Pode demorar para tu achar, mas tu acha sim. =)
Por outro lado, me foi muito chato perceber que certas coisas que eu tentei esconder de mim mesmo sobre algumas pessoas de meu círculo se mostraram uma grosseira mentira.
De uns tempos pra cá, meio que aprendi que as pessoas são falhas, erram, tem defeitos, alguns muito grandes, outros que graças às suas qualidades ficam ofuscados e não aparecem tanto ou na frequência necessária para que sejam percebidos.
Em poucas palavras, disfarçam bem.
E nesse começo de mês, eu meio que descobri que alguém tinha defeitos demais.
Foi chato. Mais chato foi a pessoa, estando ciente que eu descobri isso simplesmente me relegar a um segundo, terceiro plano e deixar por isso mesmo.
Perdoar é díficil, o ser humano não sabe ainda como perdoar.
Mas...Bom, são coisas da vida, né? Confesso que senti uma aflição, um aperto que me incomodava, mas estou fazendo o possível para me manter sereno. É preciso. Senão não sei o que posso fazer.
Falando de retornos que a vida te dá, essa coisa de "você colhe o que planta" ontem eu colhi bons frutos.
Como vocês devem saber, eu brinco no Ragnarok Online, a despeito da ojeriza que meu colega de msn tem dele. Por hábito adquirido fora do jogo, passei a fazer dentro do jogo o mesmo: sempre que alguém precisa de algo que eu tenha, eu dou o item pretendido para a pessoa, sem cobrar nada em troca. Nem mesmo a tão falada amizade.
E não é que ontem, enquanto conversava com uma amiga pelo msn, ela decide fazer o mesmo comigo, me doando itens das personagens dela.
De graça, sem pedir nada em troca. Talvez e tão somente, a amizade.
Sabe, eu acho que aquele filme, o "Corrente do Bem" é verdadeiro. ;-)
Em verdade, as coisas desse começo de mês foram tão positivas que senti vontade de voltar a escrever. Não sei se vai rolar algo em casa, onde tenho um travamento clássico há meses, mas sinto vontade de escrever de novo.
A Abelha vai gostar disso. xD