segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Download: Revista Valiant Hook!





https://mega.nz/#F!YMplWYiL!Ce6lrlEvbtJGLjHdTSzEng

Yeah, mais um post com download só pra não deixar o blog parado tempo demais.
Vocês viram a postagem com o download da revista Fighter Dolls, não? Tá meio antiga, mas ainda vale!
Aqui temos mais um mangá nacional que saiu pela editora Camargo e Moraes ( C&M ) de Barueri, aqui pertinho de onde eu moro!
Com esse post fica só faltando subir pro MEGA as edições de Sad Heaven, o último da trinca de mangás brasileiros dessa editora.

Falando um pouco sobre a história, ela se passa num mundo parecido com o nosso, com piratas indo atrás de bandidos e tal.
Eu me lembro que o artista, o Deyvison tinha um traço super-puxado pra Clamp, mas ele mudou completamente pra fazer esse mangá.
Eu gostei do resultado, pena que as revistas acabaram e desde então a editora C&M está no mais completo ostracismo.


Seguem os dados:

Dados:
Nome: Valiant Hook
Editora: Camargo & Moraes ( C&M)
Edições: 2
Servidor: MEGA
Cliquem na imagem para ir para a pasta e fazer o download.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Download: Revista Hypercomix

mega:///#F!sU5nxQaT!HmJav779HLrM0vd-KAnyyA


Quantas postagens ultimamente nesse blog, não?  =)
Facebook pode ser bom, legal pra conversar e tal, mas consome um tempo que poderia ser usado pra outras coisas.
Como atualizar um blog, por exemplo. :p
Falemos da Hypercomix.
Hypercomix era o nome de um fanzine de mangá feito por João Vicente Cardoso (JVC), quadrinista de Manaus - AM, a ideia do fanzine era fazer versões "zoeiras" de cavaleiros do zodíaco ( que eram moda na época ) e tudo o mais que pintasse.
Esse fanzine foi enviado para a editora Magnum, que publicava na época a revista Animax ( não conhece? Clique aqui então! ) e após contato entre as partes foi decidido que ele seria vendido em bancas de jornal. Além do conteúdo enviado por  JVC, haveriam histórias extras feitas por outros artistas descobertos pela Animax.
E assim nascia a Hypercomix da Editora Magnum,
Com uma periodicidade teoricamente quinzenal, a revista aos trancos e barrancos, durou exatos 14 edições. Se tornou comum artistas que faziam as artes para a revista do Megaman fazerem sátiras para a revista.
Os 4 primeiros números continham sátiras com conteúdo sexual explícito ( isso mesmo, pornografia! ) ao passo que do número 5 até o 14 isso foi retirado, permanecendo apenas as piadas de duplo sentido.
Pensando bem, olhando agora, 20 anos depois, a Hypercomix e a revista do Megaman com seus 14 e 16 números duraram bastante por serem um recomeço pros mangás nacionais.
Não existiam parâmetros de comparação em 1996, e as revistas duraram mais de 12 números porque não existia nada parecido na época.
Enfim, vamos aos dados!

Nome: Hypercomix
Editora: Magnum
Edições: 14
Ano de Lançamento: 1996
Servidor: MEGA
Formato dos Arquivos: .jpg
Créditos aos Scans: Lina Inverse, no blog Lina no Ie
Cliquem na imagem do post para acessar a pasta no Mega e baixar os arquivos.


Download: Novas Aventuras de Megaman!

https://mega.nz/#F!RFhQWCBR!ZCfjIaO23BfFej7EJlrE8g
Sim, sim, sim!  Aqui está! O primeiro mangá nacional licenciado que iniciou uma nova era de publicações nacionais na década de 90!
Numa época onde os super-heróis dominavam as bancas ao lado da Turma da Mônica e quadrinhos Disney, a pequena editora Magnum, com o sucesso da revista Animax conseguiu o direito de publicar uma versão nacional de Megaman, feita inteiramente por artistas nacionais.
É algo que eu comento de vez em quando: iniciativas desse tipo nunca partem de editoras grandes, porque né? Vai mudar o quê e pra quê, sendo que as editoras grandes estão ganhando com isso?
E esses modus operandi das editoras não mudou desde a época do Megaman,trocamos seis por meia-dúzia.
Enfim, falando do mangá...
- Esqueça as histórias dos videogames e da série de TV americana, a
história aqui só pega os personagens dos jogos e coloca eles num contexto diferente.
- Esperem por sequências de fanservice envolvendo as garotas, nudez, closes em certas partes, peitos... Não é um ecchi 100%, mas uns 50% é!
- Nos roteiros, temos José Roberto Pereira, o Bk nas edições 1 a 5. Nas edições 6 a 16 temos Sérgio Peixoto Silva e Orlando Tosetto Jr.
- Não, não procure pelo Peixoto e pelo Orlando perguntando como terminava a história, eles não lembram mais.
- As artes mudam a cada edição porque a proposta da revista era descobrir novos talentos no desenhos. Isso deu tão certo que muitos artistas trabalham com artes e ilustração em geral até hoje depois te terem tido essa chance com o Megaman.
- Aliás, posso ser venenoso um pouco?  Só por ter dado esse pontapé inicial em fomentar a criação de fanzines de mangá e divulgar artistas com suas revistas de quadrinhos, a Revista Animax deveria ganhar uma medalha. Na revista Herói não tinha disso não.
- Cliquem na imagem da Roll para ir pra pasta onde estão os scans. 
- Não comhece a Animax?? Então clique aqui e conheça!

Dados:
Nome: As Novas Aventuras de Megaman
Editora: Magnum
Edições: 16
Ano de lançamento: 1996
Servidor: MEGA
Formato de arquivos: CBR
Créditos aos Scans:  Kanta Mizuno, do site Japan Mangás.

Para ler os arquivos CBR, baixe o CDisplay indo aqui:
http://www.cdisplay.me/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Download: Revista Animax

https://mega.nz/#F!NRQxzDLB!FWQRLmSzsZ5A2AYiNzIOOw

Eis aqui um pedacinho da história dos animes no Brasil.
Quando a revista Herói publicada pela editora Acme e teve uma aceitação enorme nas bancas, surgiram revistas similares. Uma delas era a Japan Fury, que acabou cancelada no número 6.
Essa equipe da Japan Fury foi pra editora Magnum e lá começaram uma revista nova, a Animax e o resto foi história...
A importância da Animax está intimamente ligada com a produção de mangás nacionais, tendo sido eles o carro-chefe para a produção dos mesmos.
Primeiramente com o mangá do Megaman, licenciado e com a revista Hypercomix, com as sátiras de mangás e animes.
Se hoje em dia existem pessoas que fazem mangás nacionais, isso tudo se deve ao fato da Animax ter aberto portas pra isso.
Coisa que nenhuma outra revista se dignou a fazer!

Cliquem na imagem para acessar a pasta no MEGA e fazerem download dos scans, A Animax teve 50 edições antes de seu fim.

Dados:
Nome: Animax - O Máximo em Animação Japonesa
Editora: Magnum
Edições: 50
Edições disponíveis: 20 / 50
Ano de lançamento: 1996
Servidor: MEGA
Formato de arquivos: PDF

terça-feira, 24 de maio de 2016

Crítica - Salvation!



Eu poderia chamar esse texto de "a linda ignorância de fanzineiro".
Vcs devem estar lembrados de que fiz um post a uns tempos atrás falando dos lançamentos da editora HQM, isso me referindo claro, aos quadrinhos nacionais.
Naquele belo ano, tivemos o lançamento de "Vidas imperfeitas", de Mari Cagnin, novos volumes de "Vitral" e o "Príncipe do Best-seller", do Futago Studio e um novato, o "Salvation", de André Araujyo.
É interessante lembrar que naquela época, OPBS se encaminhava pra sua finalização, Vitral estava chegando na metade (6 volumes de 12) e Vidas seria concluído rapidamente, por se tratar de 3 volumes.
Salvation é um gibi comercial, mas feito "a moda antiga", como os antigos almanaques de mangá nacional que assolaram as bancas enquanto os mangás japoneses não se firmavam.
A edição da HQM consistia de uma edição com pouco mais de 60 páginas e claro, história seriada.
Me encontrei com o autor em SP, conversamos sobre o gibi, perguntei coisas (sempre pergunto, né?) e sinceramente, esperava que o autor me ouvisse.
Não me ouviu. Daí cá estou eu escrevendo esse texto tardio para falar o óbvio: Salvation acabou.
Bem, não acabou realmente, com comunicado do autor, nem nada disso, mas para mim, Salvation está no mesmo barco que o horrendo fanzine "Insistência". Tecnicamente em publicação, mas edição nova que é bom...nada!
Vamos a crítica!

- História

O prelúdio da HQ mostra que num futuro talvez não tão distante, um grupo dominou o mundo e faz perseguição religiosa a todo mundo que não é da mesma religião que eles. Um rapaz ( que achei a cara do Kayra de Shurato, lembra desse anime? ) é morto por esse bandidos por ser cristão e a história volta no tempo, para o passado e é ali que a história realmente começa.
Conhecemos um padre, de nome Lukas. Senhor de idade, calvo, um bom padre. Junto a ele está o menino Enequeias, que usa um boné e vive de limpar a igreja onde Lukas faz missa.
Correndo em paralelo, temos o ateu-a-toda-prova Mateus. Que é professor universitário e bem famoso por sinal.
Acontece que Lukas e Mateus se conhecem e suas ideias sobre a existência ou não de Deus costumam dar ruim. Eles discutem. E em alguns dias eles vão se encontrar para mais um debate do tipo sendo televisionado.
É aí que começa a treta toda!
Nas trevas trevosas (??) um bando de bandidos planejam secretamente jogar as pessoas contra os cristãos do mundo todo. Como fazer isso? Matando o professor Mateus durante o debate ao vivo!
Só que o que a bandidagem não sabe é que Lukas, Enequeias e pasmem, mesmo Mateus, foram escolhidos por Deus para combater a ameaça!
...Que roteiro clichê né? Então, adiantando as coisas, os bandidos fracassam no intento de matar o professor Mateus, ele desperta o poder de Deus e por um momento os heróis tem alguma paz.
Sim, o Mateus deixa de ser ateu quando descobre que Deus existe.
Sim, o Lukas mesmo sendo velhinho e tudo mais, luta contra os bandidos, pois a Armadura de Deus funciona mais ou menos como a armadura do homem de ferro, mas bem maior.
E sim, o Enequeias luta também, mas rodando a vassoura pra bloquear ataque dos bandidos...
...
Cara, que bosta! xD Armadura pro velho vá lá, armadura e espada pro Mateus que é ex-ateu vá lá também...
Agora vassoura?  Zoado, zoado, zoado demais isso! x(
Mas o problema da história não é ela ser ruim, é uma outra coisa...

- O Problema

Problema é que a história parou. Sim, parou.
Salvation foi publicado online em inglês pelo antigo site de quadrinhos online "inkblazers" dos Estados Unidos. Quando foi publicada a primeira vez a história estava toda em inglês por sinal.
Quando foi lançada em 2014 pela HQM junto com outros mangás nacionais eu pensava que a webcomic teria um prosseguimento, uma continuidade. A história por si só pedia isso.
Mas não aconteceu.
Não é a primeira vez que tento acompanhar quadrinho nacional e o mesmo do nada, sem aviso algum, entra em hiato do nada, sem maiores explicações por parte do autor.
Eu falo "hiato", mas a real é que a história é abandonada, descontinuada mesmo, mas é aquele negócio né? Não existe o básico que seria a história ter um fim, uma previsão de fim pelo menos.
O autor, dentro de seu mundinho particular acha que consegue manter uma publicação regular, quando não é isso que ocorre. Viva a preguiça! Porque continuar história ruim, não é mesmo?
Eu comentei ali em cima que me encontrei com o autor e fiz perguntas a ele. A primeira pergunta que fiz foi justamente quantos volumes iriam durar a história.
E a resposta foi: "Quantos volumes o editor desejar."
Quer dizer, ele não tinha pensado num fim pra história. E eu, macaco velho nesses assuntos, sei que quando a pessoa não pensou em quantos volumes uma história teria, pode escrever: ela vai descontinuar a mesma.
E foi o que aconteceu. Esse Domingo que passou (22-05-2016) eu tava no Facebook como sempre e fui dar um pulo na página do mangá pra ver a quantas ia o negócio. 
Uma monte de postagem de conteúdo gospel, várias. Nada sobre o gibi. Pensei comigo: "Xii..." mas continuei procurando.
Acabei achando uma postagem velha, do ano passado (!!!) dando nota que a parte 4 da história estava online, em inglês, no site Tapastic Comics.
Vejam só, a edição impressa da HQM é de Abril de 2014 e contém os 3 primeiros capítulos.
O capítulo 4 lançado online está perto de fazer UM ANO online e sem atualizações.
Quer dizer, o autor desistiu da história, tá pouco se lixando o que fez ou deixou de fazer.
Ele NÃO QUER MAIS MEXER COM ISSO.
Azar de quem comprou o impresso.
Azar de quem tentou acompanhar a coisa online.
Azar pro autor, que achou que conseguia fazer quadrinhos e na real não consegue.
Ele pode dar a velha desculpa do "Ah, não tenho tempo", mas olhe outros exemplos de quadrinhos nacionais que temos aí, como o X-Dragoon, do Felipe Marcantonio, que chegou ao fim esses tempos. E ele casou, trabalhou, tem a vida dele normalmente e ainda fez e faz gibi online.
E nem precisa ir tão longe assim, o Futago Studio tá produzindo, tá criando histórias, estão na ativa.
E elas lançaram pela HQM também.
E tem Helena e Zucker do Studio Seasons, que sairam completinhos pela Newpop.
Quer dizer, o clássico "Não tenho tempo" deveria ser um "Não estou mais com saco pra isso."
Pelo menos seria mais sincero.
RIP Salvation, não sentiremos sua falta!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A grande lista de mangás nacionais cancelados!



Ah, é foda!

Esses últimos tempos tenho lido bastante o site "Biblioteca Brasileira de Mangás", os caras lá são bons, fazem umas postagens legais sobre o assunto.
E meio que influenciado por eles, pensei de fazer essa postagem aqui.
Então vamos lá!

A saber:
- Nessa lista serão colocados mangás nacionais que foram para bancas, livrarias e eventos e que por alguma razão, foram descontinuados. Notem que revistas que tinham previsão de termino ( poucas, por sinal ) e foram concluídas não estarão aqui.
Talvez eu faça uma outra lista sobre isso futuramente.
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Alcatéia
Editora: Linhas Tortas
Edições: 2 (Encadernadas)
Comentários: Embora o mangá tenha sido descontinuado, a história continuou em formato livro.

Ação Magazine
Editora: Lancaster Editorial
Edições: 3
Comentários: Era um almanaque que se propunha a ter várias histórias de temas variados.

Aniparo
Editora: Kingdom Comics
Edições: 3
Comentários: Paródias de anime e mangá.

Aniparo Ultra
Editora: Kingdom Comics
Edições: 1
Comentários: Uma edição especial da revista Aniparo. 

Aventuras da Sabida
Editora: Rica
Edições: 23
Comentários: Mangá infantil com uma super-heroína.

Break the Hand
Editora: Winner graph
Edições: 1
Comentários: Mais um almanaque de mangá.

Crônicas de Faherya
Editora: Zn Editora
Edições: 1
Comentários: Fantasia medieval.

Defensores de Tóquio
Editora: Trama / Talismã
Edições: 3
Comentários: Funcionava como um almanaque, mas com poucas páginas.

Desenhe e Publique Mangá
Editora: Escala
Edições: 11
Comentários: Herdeira da antiga revista "HQ - Revista do Quadrinho Brasileiro", era mais um almanaque com histórias diversas.

Deus-céu: O legado de Urano
Editora: Crás
Edições: 6
Comentário: Fantasia ambientado no mundo atual. Seu primeiro título foi: "Sob o signo de Urano".

Dragon Ball Milênio
Editora: Independente
Edições: 2
Comentários: Junior Fonseca, antes de abrir a Editora Newpop fez esse fanzine.

Em busca das Estrelas
Editora: Crás
Edições: 9
Comentários: Um dos primeiros títulos da editora.

Endhers
Editora: Zn Editora
Edições: 2 (Realmente?)
Comentários: História futurista com personagens numa cidade destruída. Só tive acesso ao número 1.

Equilibrium
Editora: Independente
Edições: 4
Comentários: Releitura de Alice no país das maravilhas.

Ethora Especial
Editora: Independente
Edições: 5
Comentários: Fanzine anual, iniciado em 2003 e durando até 2007. O destaque do zine era que cada página era feita por um artista diferente. 

Essência Plus
Editora: Independente
Edições: 1
Comentários: Junto com o Ressonância plus, a ideia do mangá era ser algo mais voltado ao Shoujo.

Fighter Dolls
Editora: Camargo e Moraes
Edições: 2
Comentários: Bonecas lutadoras num mundo futurista. A editora Camargo e Moraes criou uma linha de quadrinhos a preços populares, mas não foi pra frente.

Heróis S.A
Editora: Linhas Tortas
Edições: 2
Comentários: Jovens fantasiados lutam contra bandidos.

Hyper Comix
Editora: Magnum
Edições: 14
Comentários: A "gênese" das revistas de paródias de mangás e animes está aqui!

Inkuadrinhos
Editora: Independente
Edições: 1
Comentários: Mais um almanaque com histórias em estilo mangá. Alguns títulos viraram revistas-solo anos depois.

Mangá Booken
Editora: M&C
Edições: 4
Comentários: Mais um almanaque. Nesse aqui a presença de Eddie Van Feu e da Equipe Frente!

Mangá Brasil
Editora: Kingdom Comics
Edições: 2
Comentários: Mais um almanaque, mas em formato grande.

Mangá K
Editora: Independente
Edições: 6
Comentários: E...mais um almanaque? Feito pelo pessoal do Estúdio Magyluzia.

Mangá Pride
Editora: Independente
Edições: 3
Comentários: Sim, outro almanaque! -_- Criado quase que o mesmo tempo que a Ação Magazine.

Mercenários
Editora: Trama / Talismã
Edições: 1
Comentários: Existe uma nova versão da história a venda.

Nômades
Editora: Independente
Edições: 3
Comentários: Formatinho, história futurista.

Oiram
Editora: Hant
Edições: 1
Comentários: Assim como Sete Dias em Alesh, Oiram pode ser republicado no futuro.

Patre Primordium
Editora: Gol
Edições: 4
Comentários: Teve uma versão em fanzine.

Power Comics
Editora: Kingdom Comics
Edições: 5
Comentários: Mais paródias de anime. O formato da revista mudou durante suas 5 edições.

Power Sexy
Editora: Kingdom Comics
Edições: 6
Comentários: Assim como a Power Comics, a Power Sexy também fazia paródias, mas com conteúdo erótico.

Psi-force
Editora: Casa 2
Edições: 1
Comentários: História futurista.

Rafe
Editora: Clipp
Edições: 1
Comentários: Rafe continua sendo produzido, mas em formato online.

Ressonância Plus
Editora: Independente
Edições: 1
Comentários: Assim como o Essência plus, a ideia do Ressonância era ter histórias com mais ação e aventura.

Revista HBQ
Editora: Independente
Edições: 2
Comentários: Mais um almanaque.

Sad Heaven
Editora: Camargo e Moraes
Edições: 2
Comentário: O último mangá nacional publicado pela Camargo e Moraes.

Salvation
Editora: HQM
Edições: 1
Comentário: Existe uma webcomic, mas não é atualiza a tempos. 

Sete dias em Alesh
Editora: Hant
Edições: 1
Comentário: Lançado em conjunto com Oiram, a história será republicada futuramente pela Editora Newpop.

Shoujo Mangá Dream
Editora: Independente
Edições:  ?
Comentários: Um almanaque de mangá com histórias Shoujo. Era liderado por Suu Hideto.

Sugoi Mangá
Editora: Zn Editora
Edições: 1
Comentários: Sim, a editora ZN também teve seu almanaque de mangás.

Talentos do Mangá
Editora: Escala
Edições: 3
Comentários: Era mais uma almanaque (tsc) que tinha o viés de apresentar novos talentos.

Tenshi - Seven Elements
Editora: Independente
Edições: 5 (Será?)
Comentários: Só achei uma edição da revista, sem maiores informações de quantos números possam ter sido feitos.

Tokyoaki
Editora: Independente
Edições: 1
Comentários: Mais um almanaque, mas esse possui a maioria das histórias fechadas.

True Warriors
Editora: Naos
Edições: 2
Comentários: Mangá com histórias bíblicas.

Tsunami
Editora: Brainstore
Edições: 2
Comentários: Almanaque de mangás. Teve uma versão fanzine.

Tsunami
Editora: Trama / Talismã
Edições: 5
Comentários: Com o fim da editora Brainstore, a revista migrou para a Editora Talismã, durando 5 números.

Valiant Hook
Editora: Camargo e Moraes
Edições: 2
Comentários: Mais um mangá da trinca de publicações da editora.

World Police
Editora: Crás
Edições: 4
Comentários: Mangá com história de policiais que vão contra bandidos.

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Faltou algum título? Deixe um comentário.
Essa postagem será atualizada com o tempo e posso colocar mais dados se precisar, além de imagens das capas dos gibis que eu tiver.

sábado, 23 de abril de 2016

Lista de Sebos!


Olá blog!
Sim, estou tirando poeira de ti.
Viajei faz uns dias para Taubaté - SP, e lá procurei por alguns Sebos pra ver se achava algum gibi que falta pra mim.
O engraçado disso foi que pelos sites na internet achei um sebo por ali, no Centro mesmo.
Qual não foi a minha surpresa ao ver que na mesma rua tinha um outro Sebo que não tinha nem na lista telefônica, nem em site, nem nada?
Quer dizer, provavelmente isso acontece em mais locais que não só Taubaté.
Então vou fazer essa lista de Sebos que conheci.
Mas claro, isso é um blog, os comentários estão abertos. Se você leitor souber de algum Sebo com endereço físico que tenha HQS no acervo, deixa aí nos comentários!
Valeu a todos desde já!
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Taubaté - SP 

Sebo Estação Cultural
R. Quinze de Novembro, 796 - Centro
Fone: (012) 3432-2341 / 3432-2342

Sebo Didático
R. Quinze de Novembro, 719, Centro
Fone: (012) 3621-6403

Osasco - SP

Sebo da Paz
R. Primitiva Vianco, 237, Centro.
Fone: (011) 3654-2563

Livraria Saber - Sebo
R. Primitiva Vianco, 835, Centro.
Fone: (011) 3684-1588

Livraria JC Sebo
Av. João Batista, 330, Centro.
Fone: (011) 3699-0504

Livraria Universo Literário
Av. Marechal Rondon, 125, Centro.
Fone: (011) 3681-1492

Sebo Multiverso
R. Batista de Azevedo, 407, Centro.
Fone: (011) 4624-4152

São Paulo - SP

Empório HQ
R. Teodoro Sampaio, 2550, Loja 18, Pinheiros
Fone: (011) 3774-6583 e 3774-6602

Sebo do Messias
Praça João Mendes, 140 , Centro
Fone: (011) 3104-7111



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Minhas Regras para comprar mangás, gibis, etc.

Fonte da imagem: http://atomixart.deviantart.com/

Um dia, a muito tempo atrás, o saudoso Zé Roberto comentou algo num podcast sobre troca, acho eu.
Troca no sentido de você comprar um gibizinho qualquer, mas se observar o que a editora faz em troca.
Lembro-me também que ele ficava muito bravo, pois a maioria das pessoas que compram mangás são as mesmas que não ligam para esse princípio de troca.
Veja bem, o problema não é, de maneira algum tu comprar o mangá A ou B ou C. Mas analisar, num contexto mais amplo, o que a editora em geral faz em prol da melhoria da situação das HQs no Brasil.
Infelizmente na atual conjuntura, ninguém quer arriscar ou quase ninguém.
Daí chegamos ao ponto que quero comentar: com base em minha observação, apenas 3 editoras me fazem sentir vontade de comprar seus lançamentos.

- HQM Editora

- New Pop Editora

- Crás Editora

Razões pra isso? Vejamos...

A HQM sempre foi um editora com um pé pra dentro da publicação de autores independentes. Nem tudo que ela tem em matéria de gibi nacional é bom. Um exemplo infeliz é o álbum Anarriê, que eu fiz uma crítica a muito tempo atrás aqui.
Só que a HQM tem um aspecto positivo enorme que é a linha de mangás.
Diga-se de passagem, como essa editora investe em quadrinho nacional!
Isso é algo tão enraizado na editora que da linha de mangás só tem um, eu disse,  um título estrangeiro. 
E bem, de 17 títulos publicados, 16 serem nacionais, acho algo formidável, sensacional.
Imagina se todas as outras editoras fizessem a mesma coisa.
Então, sim, de minha parte, vou comprar tudo que a editora lançar ou pelo menos a maioria deles pra dar uma força pra ela.
Porque ela investe em material nacional em contrapartida. Claro que tem rolos nisso, atrasos, as revistas não irem pra banca e ficarem só pra venda online.
Claro que eu gostaria que muitas coisas fossem diferentes, mas isso não depende só de mim.
( A menos que eu ganhasse na loteira sozinho uma soma considerável, o que não é o caso. )
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A Editora Newpop é um caso curioso. A mesma tentou se apresentar como uma terceira via às editoras Panini e JBC, que dominam o nicho dos mangás traduzidos no Brasil. Após altos e baixos, a editora tem lançado mais coisas e aparentemente, as tudo anda bem.
É digno de nota comentar que Junior Fonseca, num passado remoto era fanzineiro, autor do mangá "Dragon Ball Milênio" que claro, em algum momento, foi abandonado.
A favor da Newpop em matéria de mangá nacional temos o Estúdio Seasons, 3 desenhistas que fazem artes impecáveis e tem idéias diversificadas para mangás. Dois mangás do grupo já foram lançados pela editora: Helena e Zucker.
E tem mais coisa pra chegar por aí: livro teórico de como desenhar, Mitsar ( Mangá que serve de prólogo para 7 Dias em Alesh, um título antigo do grupo ) e o livro dos 50 avistamentos do Grande Fofinho.
Mesmo que não tenha tantos lançamentos nacionais quanto a HQM, a New Pop pegou bons artistas ( Seasons ) e enquanto elas estiverem com a New Pop, eu estarei acompanhando.
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A Editora Crás é velha de guerra. Conheci eles quando eu ainda tentava acompanhar quadrinhos independentes via Quarto Mundo. Comprava as edições em eventos e em relativo pouco tempo já tinha quase todas as publicações da editora.
Foi então que aconteceu algo que eu mesmo não esperava, uma das revistas me ganhou.
Sim, um mangá nacional me fez chorar. E isso virou lei pra mim.
Embora a Crás publique pouco, bem pouco, tudo que ela publica é material nacional, o que eu particularmente acho perigoso.
Aspectos positivos seriam o canal do You Tube, o Crás Conversa, que ajuda desenhistas novatos e tem dezenas de videos úteis, falando de várias coisas.
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Quando eu falei "troca" em me referia exatamente a isso.
No caso, as 3 editoras citadas publicam material nacional, isso é o básico, o fomento e ajuda a novos artistas é outra coisa que me agrada e muito.
Não basta só publicar material estrangeiro e esperar para serem amados pelos leitores. Uma editora que funciona dessa maneira não está acrescentando nada ao cenário nada.
Nada.
E falo isso com conhecimento de causa, porque toda vida a editora Abril publicou quadrinhos de super-heróis e investiu ZERO  em publicações nacionais novas.
Só que o tempo foi cruel com ela.
Então, pelo que eu prego, não posso ficar do lado de editoras que se comportam como a editora Abril se comportava.
Panini? Não. Nova Sampa?  Nem pensar. JBC? Se eles começarem a fazer algo além do BMA posso pensar no caso. Só o BMA? Haha, não.

Editoras são fomentadoras de cultura. Se a editora que tem o mangá que você quer ler nunca investe em nada do nosso solo, da nossa gente, ela é simplesmente uma máquina xerox.
Vê lá se nos EUA, Itália, Japão, eles tem essa mentalidade de só publicar quadrinho estrangeiro e dar um foda-se pra produção nacional!
Vê lá!

sábado, 8 de agosto de 2015

Era uma vez...



Era uma vez um sujeito que escrevia em blog.
Esse hábito de escrever em blog vinha de longe, muito longe. De uma época onde ele tinha conhecido alguma pessoas que passaram a lhe ser especiais.
Mas dado as idas e vindas que a vida dá, essas pessoas se separaram.
Alguns anos depois esse sujeito voltaria a escrever em blog. De forma errática, esporádica.
A bem da verdade, esse sujeito só fez um blog porque uma outra pessoa que esse sujeito seguia também tinha um blog.
Tentamos imitar pessoas que gostamos, não é?
E assim com esse começo errático, teve um mesmo fim errático quando essa pessoa partiu dessa existência.
Olá, eu sou Fabiano Alves e eu sou o sujeito que escrevia em blog.
Sendo bem sincero, não sei como eu poderia seguir publicando aqui no blog. Ando tempo demais no Facebook fazendo nada, apenas conversando.
Contudo sinto que seria bom voltar a escrever aqui, afinal de contas tenho esse espaço faz tempo.
Não vou prometer uma periodicidade, mas dentro do possível vou publicar aqui.
Até mais!
 

domingo, 2 de março de 2014

Download: Revista Fighter Dolls

Olá de novo!

Hoje trazemos na seção Download mais uma revista de mangá brasileiro: Fighter Dolls!
Vamos a alguns fatos: em fins do ano 2000, com os filmes do Senhor dos Anéis se aproximando, uma editora de Barueri, a Camargo e Moraes ( C&M ) soltou uma revista chamada "O Universo Fantástico de Tolkien" e posteriormente, quadrinhos em estilo mangá.
Foram lançadas 3 séries distintas, Fighter Dolls, Valiant Hook e Sad Heaven. Todas com preço de R$ 1,00, 36 páginas e totalmente coloridas e com periodicidade mensal.
Como vocês devem imaginar, deu uma merda na editora e todos os títulos foram cancelados, morrendo no número 2.
Sina dos quadrinhos nacionais, né? =(
O mais chato é que não se tentou fazer mais nada com essas histórias, mas isso é assunto para outra postagem.
Enfim, vamos lá!
 Cliquem nas capas para fazer o download.



Informações:

Servidor: MEGA
Tamanho médio: 18MB
Scan feito em 200dpi
Edições: 2
Quantidade de páginas: 36
Roteiro: Sérgio Peixoto Silva
Artes: Roberta Pares Massensini, André e Adriano.