segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Dando pitaco nas Hqs nacionais - 3





Nessa parte 3 vamos falar das mancadas dos autores de mangá brasileiro.
E olha meu, falando sério é duro tu acompanhar o mercado a anos e ver erros antigos da década de 90 se repetindo até hoje.
Vamos a eles? Ok!

-  Problemas no desenhos
Às vezes o artista em questão até desenha bem. Mas só ilustrações. Desenhar páginas de quadrinhos é outra coisa, sensivelmente mais complexa. Se tu trabalha sozinho querer encher de detalhes pode não ser a solução ideal pro seu quadrinho.
Alguns não tem realmente um traço bom, mas compensam isso fazendo histórias boas. O que acaba compensando no fim das contas. 
Mas onde a porca torce o rabo é quando o artista, sem experiência de montar páginas faz uma hecatombe que tu não sabe pra onde tu tem que ler.
Sério, isso acontece!
Em alguns casos o problema é que como o artista não sabe desenhar cenários, a maior parte das páginas vai ter personagens ou flutuando em cenários vagos ou mesmo a famosa tática de close nos rostos dos personagens pra não precisa desenhar fundo.
Vamos treinar galera, pra que esse tipo de coisa não aconteça mais! 

 - Histórias ruins
Eu comentei ali em cima que quando o cara não tem um traço bom ele pode compensar isso fazendo uma história criativa, legal, pra justamente equilibrar isso.
Problema é que pelo menos do lado do pessoal iniciante rolam muitos e muitos erros.
Quando eu digo iniciantes, estou me referindo a gente que não tem o costume de escrever e por causa dessa inexperiência cometem atrocidades quando fazem quadrinhos.
E isso, essa inexperiência e esses erros podem pegar qualquer um, do rapazinho de 16 anos que tá fazendo curso de desenho até artista com barba e pelo no saco.
A dica necessária aqui é uma só: coerência.
Não tem problema a história ser manjada, clichê.
Não tem problema também a história não despertar emoções maiores. Oras, se tu escreveu pouco é normal isso.
Agora o que não dá pra tolerar é quando tu quebra a coerência da história, desfaz todo o ambiente do ilusão ficcional que tu quer que a pessoa leia. Eu já comentei aqui da história Rapsódia, que saiu na Ação Magazine 2, aquilo ali é um amontado de erros.
Pior, é um amontado de erros feito por um cara maior de idade. Porra, aí fode bonito.
Repito: Seja coerente, as coisas da história precisam fazer sentido. 

- Histórias sem uma previsão de término
ISSO ME DÓI NA ALMA.
Porque se o sujeito não pensou num final é grande a chance que a história pare pelo meio do caminho.
Às vezes o cara tá naquela empolgação e fala pra quem quiser ouvir que pensou uns 500 capítulos.
500!
Na real, se chegar em 50 vai ser milagre, muita gente para antes disso.
O que fazer aqui: Tu tem uma história que acredita que vai ser longa?  Faz arcos de histórias que se finalizem depois de xis edições. Mas cuidado aí!  Não faça arcos longos que se resolvem em 10 edições ou mais, pense na tua capacidade de produção e quanto tempo vai levar pra quem ler ter lido tudo.
Tem gibi rolando aí que começou em 2013. Estamos em 2018 e ainda não acabou e nem parece que vai. Haja paciência, hein? E olha que eu não considerei que tem gibi mais velho ainda tá?
A priori, não enrole o leitor. Seja sucinto, breve. Se é a primeira vez que tu tá escrevendo algo, fuja da ideia de "fazer sucesso com uma história revolucionária e original e blablabla".
Isso não existe. E quem pensava dessa maneira teve que engolir sapo e ficar pianinho sobre o assunto.

Eu acho que é isso, se eu lembrar de alguma coisa, edito essa postagem colocando mais coisas.
Na próximo post, darei uma olhada no problema da distribuição em bancas. 


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Dando pitaco nas HQs nacionais - 2



Oi de novo!

Nessa postagem vou falar de dois quadrinhos que a despeito de concorrentes diretos nas bancas viveram por um tempo maior que as costumeiras revistas que duravam 2, ou 3 edições.

A primeira revista é "As Aventuras da Sabida", feita pela editora Rica, de Taubaté.
 Por incrível que pareça, a revista com periodicidade bimestral e depois mensal durou 23 edições, durando de Março de 2011 até Junho de 2014.
Sim,três anos de publicação.
Distribuição local na região de Taubaté, acredito que não tenha saído de lá. E acho que aí é que está o ponto que todos deveriam fazer: não almejar publicar e distribuir nacionalmente, mas localmente.
Sabe dar um passo por vez?  Então.
O site da revista foi pro espaço, mas ainda pode ser acessado pela wayback machine, então procura lá.
A página no Facebook está de pé, embora sem atualizações, vejam a página indo aqui:
https://www.facebook.com/asaventurasdasabida/

O segundo caso de HQ comercial funcional é Luluzinha Teen e sua turma. Serião gente, mesmo sendo uma revista licenciada com personagens originalmente dos EUA, o trampo feito em cima desse título foi algo impressionante.

A revista durou 65 edições, começando em Agosto de 2008 e indo até Fevereiro de 2015. 7 anos de publicação praticamente contínua.
Se conta a revista teve um investimento de um milhão de reais, não sei precisar o quanto isso é verdade, mas deve ter sido. Além da confecção da revista, os personagens principais tinham blogs, twitter, tinha gente respondendo comentários na página do Facebook e no site da revista...
Enfim, mas a revista foi um lançamento comercial de grande porte. Além dos artistas tinha muita gente envolvida em manter a revista e seus derivados funcionando.
Na próxima postagem, vamos falar sobre os erros que os artistas cometem.
Até mais! 





sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Dando pitaco nas HQs nacionais - 1


Então, acho que é preciso que se toque nesse assunto com relação aos quadrinhos no Brasil, particularmente falando minha visão é extramente negativa, mas como normalmente me resguardo de comenta-la, não dá pra saber se ela tem erros ou não.
Sendo sucinto: quadrinho independente não é quadrinho comercial. Quadrinho comercial em outros países é feito por editoras, tem distribuição ampla, tem um público leitor grande e periodicidade pelo menos regular.
No Brasil, quadrinhos comerciais são normalmente de origem estrangeira, saem em volumes periódicos mês por mês e em publicações encadernadas. Em algumas ocasiões tem edições especiais.
Quando falamos de publicação voltada para o público brasileiro e feita por brasileiros, o único nome presente dentro dessa definição é Maurício de Souza, com 30 anos de mercado.
Só que antes de ficar só, o Maurício tinha concorrentes no ramo.
Nos tempos áureos da Editora Abril, além da Turma da Mônica, existem um punhado de outras revistas infantis, além dos sempre presentes quadrinhos Disney.
Essas revistas eram a porta de entrada para leitores novos. Que caso não gostassem de um título, bastaria optar por outro de seu agrado.
O Gordo, Cacá, Alegria, Patrícia, Turma do Lambe-lambe, Fofão, Fofura...Isso sem esquecer os quadrinhos com personagens que vieram da TV:  Faustão, Gugu, Angélica, Leandro e Leonardo, Sérgio Mallandro, Xuxa, Trapalhões...
O fato é que tudo isso em algum momento acabou.
Tem quem diga que o problema foi a crise da década de 90, com o Plano Collor, mas alguma coisa se perdeu e as pessoas foram abandonando as revistas infantis comerciais.
Pode ter sido o avanço dos videogames que começou na época, talvez a tv estivesse melhor que pegar um gibi e ler, o caso é que a crise pegou o mercado de jeito e ele não se recuperou disso até hoje.
Antigamente, a quantidade de publicações comerciais era maior, isso não dá pra discutir.
Editora Abril e Globo tinham seus títulos, mas tudo descambou tanto que hoje a Abril é uma sombra do que era antes e a editora Globo pior ainda, extinguiu sua linha de quadrinhos.
Sem leitores novos, restava para as editoras pegarem os leitores já criados. As tiragens caíram num nível sem precedentes e com isso a circulação.
E assim chegamos aos fins da década de 90, a Abril já não tinha mais o mesmo fôlego de antes, e foi perdendo títulos que migraram para a Editora Panini, que antes só fazia álbuns de figurinhas.
Se imaginou que os filmes de super-heróis que estavam como moda na época poderiam ajudar a venda de quadrinhos, coisa que não aconteceu e então todos os quadrinhos de supers estavam na Panini.
Maurício de Souza? Ele tinha se mudado pra Editora Globo após o número 200 da revista da Mônica na Abril. Ficou na editora Globo até 2006 quando se foi para a Panini.
Panini nova editora Abril?  De certa maneira, sim. =)
Nesse meio tempo foram 30 anos de mercado nacional que foram por água abaixo.
Só que enquanto há vida, há esperança, certo? Tivemos nos anos seguintes a esse marasmo editorial revistas comerciais voltadas ao público infantil que duraram mais que um ano.
Isso é algo positivo, mas falaremos dessas revistas num outro post.
Até mais!




segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Eventos pra quê?

Olha essa caralhada de gibis.
Isso foi o que eu comprei do mês passado pra cá. Tem de tudo, novo, velho, feito em gráfica, feito em casa...
Mas não fiz esse post pra ostentar, e sim pra questionar uma coisa que ando pensando faz muito tempo.
No mês de Julho tivemos o Anime Friends, evento de cultura pop em geral (saudades quando era evento de anime mesmo...) que acontece todos os anos. A diferença esse ano foi um novo local pro mesmo, que saiu do Campo de Marte e foi pra outro ponto da cidade, com uma estrutura bem melhor pelo que disseram.
Já faz um bom tempo que não vou mais a eventos desse tipo. Únicas exceções nesse sentido são o FIQ BH, que acontece a cada dois anos ( e que vai rolar ano que vem agora ), o Fest Comix e o Festival Guia dos Quadrinhos.
Não compensa mais pra mim. 
Eu acho que já comentei em algum momento na internet, mas não aqui no blog, mas vamos lá, pra que afinal servem os eventos nerds / otakus / geeks / etc?
Lá nos primórdios, com o Animecon, tinha uma preocupação em divulgar os animes e mangás e a produção de material nacional, com o Fanzinecon. Foi uma época boa, várias editoras pequenas toparam bancar a galera que fazia fanzine mas...
Alguma coisa deu errado, muito errado.
Do Fazinecon fomos pro Fanzine Expo da Yamato e seu Anime Friends, evento que serviu pra enterrar o Animecon, mas... de novo, alguma coisa estava errada. Mas a essa altura do campeonato, ninguém mais se importava com o "onde vou vender meus fanzines?"
Então veio a "quebra" do fanzine expo, onde o mesmo foi substituído pelo "Artists Alley" agora alocado dentro do sub-evento Brasil Comic Con da própria Yamato.
 Trocou-se o nome, mas o evento em essência permanecia o mesmo. Animecon a essa altura não existia mais. Não havia concorrência. Tudo se resumia ao Fanzine Expo / Artists Alley e foi nessa época que deixei de ir aos eventos.
E o que eu perdi nesse meio tempo?  Algumas publicações que foram lançadas apenas em eventos e que eu não me interessei em procurar posteriormente na internet. Gente nova entrando e saindo dos eventos, mas isso era a regra, sempre acontecia. E excluindo isso, mais nada.
Pergunto de novo: pra que servem os eventos afinal de contas?
Vender os fanzines? Ok.
Aumentar o público leitor no geral?  Não dá.
Popularizar a mídia quadrinhos?  Se nem nas bancas estão conseguindo, como em evento fechado com entrada paga vai popularizar? Não dá. [2]
Conhecer outros artistas? Ok.
O resultado é isso que a imagem que ilustra o post mostra:  Não preciso ir em eventos pra comprar os quadrinhos dos artistas.
Pagar entrada?  50, 60 Reais ou mesmo mais pra ficar andando num lugar?  Pego esse dinheiro e compro os quadrinhos que eles fazem. O dinheiro caí direto pra eles, sem intermediários na maioria das vezes.
Não vou me iludir achando que comprando fanzine vai ajudar a popularizar a mídia, isso não existe. Se fosse assim, era pra muita gente por aí que estão a mais de 10 anos indo em eventos serem famosos, o que não acontece com ninguém.
É preciso outras coisas acontecendo junto com os eventos.
É isso, até mais! 


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Download: Revista Sad Heaven

Eu devo estar bêbado ou ficando senil, sei lá!
Eu tinha feito o scan da edição 1 a tempos e mandado pro MEGA. Consegui a edição 2, mas por alguma razão esqueci completamente de fazer o scan e subir.
Só fui prestar atenção nisso quando conversava com um amigo e ele comentou da revista.
Enfim, cá estão as coisas!
Como de costume, cliquem no link abaixo pra acessar a pasta do MEGA e baixar as duas edições!
E eu acho que seria de bom tamanho fazer um texto sobre a Editora Camargo e Moraes e a Magnum, agora que completei as edições da Hypercomix.

Baixar Sad Heaven - Editora Camargo e Moraes


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Isso Photobucket me trolla por favor!

Agora, usuários registrados no site não podem mais puxar link de imagens pra exibir em outros lugares.
Oh... =(
Com isso um punhado de posts aqui ficaram com aquela imagem genérica falando disso.
Vou arrumar, mas não sei quando.
É isso,até mais!
AFF!  >_<

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Download: Revista Endhers!

https://mega.nz/#!pJYXmSbJ!B4qZCy4_AWICkdMZo2nOl8CgXb87aqnajQzwYlYNmeY


Contar uma história aqui pra vocês.
Em tempos atrás, a Yamato (é, aquela do Anime Friends) tinha uma editora própria, chamada ZN.
Era da incumbência da Editora ZN a publicação (ah, jura?) de revistas impressas e conteúdo para sites de internet. Um dos braços da editora na net era o antigo site "OhaYO!", no portal UOL.
Aliás, olha ele aqui!
http://www2.uol.com.br/ohayo/index.shtml
Coitado, morreu em 2009, só que esqueceram de enterrar.
Enfim, é a vida!
A Editora ZN publicou mangás nacionais, no caso, Endhers, Sugoi Mangá e Crônicas de Faherya. Como vocês devem imaginar, tudo foi descontinuado por razões sabe-se lá quais.
Além dos mangás, a editora teve também uma revista sobre live-action (tokusatsu), de nome Gyodai (sugestivo, não?), a revista Anime Friends e a OhaYo! Magazine com uma pegada mais informativa.
O que aconteceu com a editora ZN?  Difícil dizer, o caso é que toda linha editorial foi pro limbo e nunca mais se tocou no assunto ou retomaram o que quer que fosse.
Atualmente a Yamato possui uma editora denominada Editora Yamato que publica a revista Mundo Ok,mas apenas isso, quadrinhos e mesmo outros tipos de publicação passam longe.
 Enfim, era isso!
Cliquem na imagem pra fazer o download do scan!
É isso, até mais! 
Boa semana a todos!

Edit:
Dados:
Nome: Endhers - Beyond Chaos
Editora: ZN
Edições: 1
Roteiro: César Gois
Arte: Diogo Saito
Ano de Lançamento: 2005
Servidor: MEGA
Formato dos Arquivos: .jpg

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Download: Fanzine Tokyoaki

https://mega.nz/#!QIhUzY4A!V_XkILkLlbw2kF3UDasfw55JbELdwTMybDB9q4QbE2I

Sem medo de errar, um dos melhores fanzines de mangá já feito!
As histórias, em sua maioria são fechadas, embora com ganchos que poderiam ter sido usados.
Os desenhos são bons, em todas as histórias.
E as histórias são um charme a parte. Tem de tudo, de menina surfista, passando por mendigo que vai pra outro mundo, uma dupla de garotas que vende bonecas amaldiçoadas...
O único porém disso tudo é que o Studio Vermis, que produziu esse fanzine acabou em Junho de 2009.
Aqui:
http://studiovermis.deviantart.com/journal/Fechando-as-portas-231677595

Ao que parece, grupos de artistas se desfazendo é algo normal no meio dos mangás nacionais. =(
Como de costume, cliquem na imagem para ir para o MEGA, onde poderão baixar o zine.
É isso, até mais!
Muito obrigada(o)!
S2

Edit: Faltou os dados né?

Nome: Tokyoaki
Editora: Independente
Roteiro e Artes: Studio Vermis
Edições: 1
Ano de Lançamento: ????
Servidor: MEGA
Formato dos Arquivos: .jpg

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Procura-se: Sites com resenhas, críticas, reviews, etc de Quadrinhos!

Olá!
Eu não sei vocês, mas pelo pouco que navego por sites de quadrinhos e mangá em geral, é raro ver alguém acompanhando um mangá até o fim do mesmo.
Sites como o JBox, quando ativo, faziam mais comentários de anime do que de algum mangá que estivesse sendo lançado aqui no Brasil. E quando o faziam, não eram de todos os volumes.
Duvida?  Clique aqui então.

E ao que parece, isso é o normal a se fazer (+anime, - mangá), pois mesmo em sites maiores se repete a mesma feita.
Que o diga o Chuva de Nanquim! (Clique aqui de novo!)

Enfim, onde eu quero chegar?  Eu gostaria que quadrinhos em geral e claro, mangá, fossem populares.
Mas não tem como tu tornar uma coisa popular se não estão falando dela. 
Ok, estou sendo esperançoso demais não é? As pessoas não usam a internet pra ler resenhas de mangá, pelo menos não aqui no Brasil, ao que parece.
Mas eu queria ter esperança de um dia, ver gente lendo mangá pra cima e pra baixo com mais frequência, sabe? Aqui pra onde eu moro, raramente vejo alguém lendo algum mangá.
Triste, mas é a realidade.
Talvez algum dia a gente possa dizer com firmeza que anime e mangá não são coisas de nicho.
Que não são coisas que só um punhado de gente curte.
É demais eu querer que tenhamos sites com várias reviews de mangá, a exemplo do que acontece no poderoso e tesudo Anime News Network?
Talvez sim, talvez eu esteja pedindo demais.
Mas façamos um trato, se você tem um blog, site, qualquer coisa, faça uma resenha de mangá publicado aqui. Não importa quantos volumes tu vai falar por vez, mas faça!
Uma coisa só se torna popular quando muitas pessoas tem acesso a ela. Aqui no Brasil nós temos o problema da falta de leitura, mas isso é irônico, porque sempre tem aquele pessoal procurando recomendações de anime e mangá.
Epa, como assim? Então esse pessoal quer ler, certo?
Então, façamos isso acontecer.
Até mais!


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Download: Revista Valiant Hook!





https://mega.nz/#F!YMplWYiL!Ce6lrlEvbtJGLjHdTSzEng

Yeah, mais um post com download só pra não deixar o blog parado tempo demais.
Vocês viram a postagem com o download da revista Fighter Dolls, não? Tá meio antiga, mas ainda vale!
Aqui temos mais um mangá nacional que saiu pela editora Camargo e Moraes ( C&M ) de Barueri, aqui pertinho de onde eu moro!
Com esse post fica só faltando subir pro MEGA as edições de Sad Heaven, o último da trinca de mangás brasileiros dessa editora.

Falando um pouco sobre a história, ela se passa num mundo parecido com o nosso, com piratas indo atrás de bandidos e tal.
Eu me lembro que o artista, o Deyvison tinha um traço super-puxado pra Clamp, mas ele mudou completamente pra fazer esse mangá.
Eu gostei do resultado, pena que as revistas acabaram e desde então a editora C&M está no mais completo ostracismo.


Seguem os dados:

Dados:
Nome: Valiant Hook
Editora: Camargo & Moraes ( C&M)
Edições: 2
Servidor: MEGA
Cliquem na imagem para ir para a pasta e fazer o download.