quinta-feira, 5 de julho de 2007

Decadência



Começou com um novo empreendimento na cidade.
Ora, naquela épooca, Lan house era coisa de capitais, cidades grandes.

Arrumou uma grande sala num pequeno shopping no meio da cidade.

Montou ali.

Mas o danado do shopping, já perdido por causa de uma administração ruim, não tinha espaço para um negócio como aquele.

Mudou-se para um local melhor.

Eu me lembro. Eram no começo, uns 5 atendentes na Lan House. Corujões eram feitos, grana entrava.

Funcionava.

Mas o tempo é implácavel. A mania de hoje é o desinteresse de amanhã.

Hoje, 5 anos depois, a lan house está em franca decadência. Dos atendentes, o único que ainda trabalhava foi "re-alocado" para o escritório de advocacia do dono do empreendimento.

Quem atende lá? Uma senhora, que embora bem-intencionada, está aquém do que se espera de alguém que tenha trabalhado lá.

E os outros atendentes? Bem, quem sabe, né?

Segundo o SEBRAE, empresas como essa costumam fechar depois do 2° ano de vida.

Essa lan, pelo visto, será um caso a parte.
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Esse é um exemplo prático. As coisas podem começar com o maior empenho, com a maior dedicação e com um retorno enorme, mas o ponto aqui é como manter as coisas nesse ritmo.
E é assim na vida também. Quantas vezes não começamos a fazer as coisas e devido a "n" motivos, deixamos de lado, relaxamos ou simplesmente esquecemos porque não parece mais tão interessante?
Planejar é preciso. Pensar nas coisas é preciso.
Senão acontece como a lan do exemplo ali em cima.
É isso.

2 comentários:

Cauana, Cacá, Cacau, Cau, Cah disse...

Bom, eh a mais pura verdade isso, na verdade, se encaixa mto na minha situação de agora, mais não vem ao caso!!!!
Eu acho q isso se encaixa em mtas coisas... esse post vale!

Mto o brigado pelo comentario, gostei, eu tbm acho q não devemos mudar.....


bjuss
bye!

Fabiano Alves disse...

É aquele negócio, Cah.
Se a gente for ver bem, todo mundo passa uma ou mais épocas da vida no ocaso, sem fazer nada, no tal ostracismo.
Na minha opinião, seria o caso da gente ver o que pode ser feito quando a gente se pega nessa condição.